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    Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

    Sinal verde à sustentabilidade

    Pensar e praticar a sustentabilidade é hoje um exercício incontornável e essencial à nossa condição de cidadãos responsáveis. Promover essa mesma sustentabilidade em todos os seus níveis – ambiental, social e económico – é um verdadeiro serviço público. O papel do Estado, mas também das empresas, das universidades e da sociedade civil é, neste caso, absolutamente fundamental.

     

    A este propósito, a última edição da Super Interessante destaca um importante estudo levado a cabo pelo Laboratório de Engenharia de Processos, Ambiente e Energia (LEPAE) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

     

    Os resultados são reveladores: é imperativo reduzir as emissões de tráfego automóvel nas cidades, de forma a proteger a saúde humana das concentrações de partículas no ar. Ao contrário do que sucede com o fumo do tabaco, não é possível reduzir voluntariamente a exposição às emissões de tráfego, e até hoje nenhum país no mundo adoptou legislação para proteger os cidadãos dos malefícios das emissões do tráfego automóvel, apesar de existirem já inúmeras restrições quantos aos locais onde é permitido fumar.

     

    O estudo, realizado durante quatro anos de intensas medições em pontos estratégicos da área metropolitana do Porto, levou as investigadoras do LEPAE a defender a necessidade de estabelecer e aplicar limites para as concentrações específicas de compostos tóxicos nas partículas inaláveis de pequenas dimensões, presentes no ar exterior e interior.

     

    A qualidade do ar é um dos mais importantes factores a ter em conta para a avaliação da qualidade de vida de uma cidade e da sua sustentabilidade. Quando existem cada vez mais soluções no âmbito da mobilidade urbana e Portugal tem como prioridade a atracção de investimento no sector das energias renováveis, este é um tema fulcral para a discussão da sustentabilidade em Lisboa.

     

     

    Texto da Super Interessante
     

    publicado por LX Sustentável às 15:55
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