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    Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

    Os girassóis de Campolide

    Em Abril, foram plantados girassóis num terreno com dois hectares em Campolide, que então era utilizado para descarregar, ilegalmente, entulho. A iniciativa partiu da Associação Nacional de Produtores de Cereais, Oleaginosas e Proteginosas (ANPOC), que propôs à Câmara Municipal de Lisboa a ideia de “trazer um pouco do campo de volta à capital”.

     

    O debate surge quatro meses depois. Segundo o jornal Público, os girassóis, que estiveram “viçosos durante cerca de mês e meio”, encontram-se agora “ressequidos e feios”. E assim ficarão durante mais um mês, até serem ceifados para a produção de óleo alimentar.

     

    O diário alerta para o facto de alguns moradores e responsáveis pela Junta de Freguesia de Campolide se queixarem do novo aspecto dos girassóis, mas Bernardo Albino, dirigente da ANPOC defende que os girassóis foram deixados morrer à sede porque é esse o seu ciclo natural de vida. “Se continuassem a ser regados ainda podiam manter-se mais duas ou três semanas verdes. Mas não é esse o seu ciclo natural de vida”, explicou, ressalvando que o objectivo nunca foi embelezar esta zona da cidade.

     

    O que é preferível para uma cidade: uma zona bonita e onde se pode passear, uma espécie de jardim-sementeira, ou um local onde, como explica Albino, se desenvolve “uma experiência pedagógica ligada à produção agrícola”? Com as devidas consequências, claro, para quem lá vive ou passa todos os dias.

     

    De qualquer forma, a sementeira continua e a partir do Outono será plantado trigo e, eventualmente, cevada. Nessa altura também se verá para onde evolui o debate.

     

    Elogiados ou criticados, os girassóis de Campolide tiveram o condão de acabar com dois hectares de lixo e entulho que há anos se acumulava naquela zona de Lisboa. Seria esta uma boa solução para outras zonas da cidade com problemas semelhantes?
     

    publicado por LX Sustentável às 11:51
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    3 comentários:
    De Fernando Santos Jorge a 13 de Agosto de 2009 às 16:01
    Esta impressão manifestada por diversas pessoas é a maior prova de que urgia trazer o campo de volta à cidade, porque é naturalmente por desconhecimento que surgem estes comentários, rapidamente esclarecidos, e bem, pela ANPOC. Cumpre-se assim, a meu ver, um dos objectivos da iniciativa! E assim, para o ano, lá teremos mais uma sementeira, de girassois, milho, seja o que fôr! Parabéns pela Quinta do Zé Pinto!
    De Sofia a 13 de Agosto de 2009 às 17:12
    A iniciativa foi bastante interessante. Sendo importante destacar a vertente educativa.

    De Alcino PINHEIRO a 13 de Agosto de 2009 às 17:13
    PARABÉNS .. mais iniciativas deste género qualquer dia .. os CITADINOS devem pensar que o ESPARGUETE é uma RAIZ...

    Já que se FUGIU do interior ..tragam o INTERIOR as CRIANÇAS

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