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    Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

    As ciclovias e o fim do mito alfacinha

    Está definitivamente na ordem do dia o tema das ciclovias. A revista Visão publica hoje, na sua edição online, um artigo sobre este tema, reflectindo sobre o que apelida de “O fim do mito alfacinha”.

     

    “’Mas não dá para andar de bicicleta em Lisboa’. A frase tem sido repetida até à exaustão. As colinas, as vielas, a inclinação das ruas, o trânsito caótico. Argumentos não têm faltado para contradizer quem acha que sim”, pode ler-se no texto.

     

    Mas não. Segundo a Visão, que cita a autarquia, a capital vai ter cerca de 30 quilómetros de vias cicláveis até ao final de Setembro. Na semana passada ficaram concluídos os 7,4 quilómetros da ciclovia ribeirinha, entre Belém e o Cais do Sodré, ainda que pequenos troços tenham que ser melhorados.

     

    Em preparação ou já concluída estão mais 13 ciclovias: Monsanto – Quinta da Granja; Quinta da Granja – Quinta Mata Mouros; Jardim do Campo Grande – Vale de Chelas; Vale de Chelas – Parque das Nações; Telheiras – Campo Grande; Av. Frei Miguel Contreiras – Alvalade; Entrecampos norte; Praça de Espanha – Arco do Cego; Monsanto – Av. Calouste Gulbenkian; Av. Calouste Gulbenkian – Jardim Amália Rodrigues; Av. Calouste Gulbenkian – Praça. de Espanha; Quinta da Granja – Telheiras; Quinta da Granja.

     

    Segundo a Câmara Municipal de Lisboa, o objectivo é fazer com que as pessoas utilizem a bicicleta como meio de transporte e não apenas como forma de lazer – pondo as bicicletas em articulação com os transportes públicos.

     

    A Visão cita também Bruno Martins, de 21 anos, que explica por que razão não utiliza a bicicleta como meio de transporte. “Não tenho onde a estacionar e o facto de ficar suado e não ter local para tomar banho impende-me de usá-la como meio de transporte”.

     

    Então aqui fica uma sugestão do LXsustentável para os governantes da cidade de Lisboa, para que cada vez mais pessoas utilizem a bicicleta não apenas nos tempos livres mas também nas suas deslocações para o emprego ou outras ocasiões mais formais. Por que não optar por este sistema?
     

    publicado por LX Sustentável às 17:03
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    7 comentários:
    De C. Oliveira a 17 de Agosto de 2009 às 06:44
    O mito mesmo é a ideia peregrina de que a bicicleta é uma solução para a mobilidade urbana numa cidade como Lisboa - a demagogia verde não tem limites ...

    Pergunto à Olga, à Cláudia, à Margarida, à Joana, à Inês, à Márcia, à Joana ou ao Miguel quantos quilómetros fazem de bicicleta em Lisboa? Que tal subir a av da Liberdade em bicicleta, ou mesmo uma visita aos bairros tradicionais (Bairro Alto, Mouraria, Graça)?
    De António C. a 17 de Agosto de 2009 às 10:56
    Caro (ou cara) C.Oliveria,

    A bicicleta é de facto uma solução para a mobilidade em Lisboa. Não é a única, nem serve para tudo. Mas é a melhor opção para muitas deslocações. Depois, não se pode esperar que se consiga fazer Lisboa toda de um dia para outro, sem ganhar forma, sem nos habituarmos ao trânsito, ao vestuário mais fresco que devemos utilizar etc...

    Comece por usar 1 ou 2 vezes por semana, para ir ao cinema, para ir ao pão ou para ir à loja do cidadão.

    No início é natural que as pernas doam e o corpo fique dorido, se conseguir ser persistente acabará por subir a av. da liberdade sem grande dificuldade.

    Actualmente atravesso Lisboa (Telheiras-Baixa) cerca de 3 a 4 vezes por semana. Demorei bastante a habituar-me, principalmente a conviver com o trânsito, mas de resto tem sido um bom substituto da bicicleta estática do ginásio. Claro que só passados vários meses nos habituamos e ganhamos confiança necessária a circular na cidade, mas obviamente que o uso de bicicleta para algumas dos nossas deslocações é fundamental para uma cidade mais equilibrada e sustentável.

    De M. Lourenço a 17 de Agosto de 2009 às 11:13
    Bom dia,

    Acredito que se consiga andar de bicicleta em Lisboa.
    Não é dizer que temos colinas e vias apertadas, pois estas são apenas desculpas e pequenos entraves.

    As vantagens de motivarmos as cidadãs e cidadãos para se deslocarem dentro da cidade de bicicleta são enormes. A diminuição do número de carros, de poluição, aumento da qualidade de vida e conforto para quem vive a cidade.
    As subidas?
    A meu ver as subidas não são problemáticas, existem bicicletas que têm um pequeno sistema motor que ajudam na realização de uma subida de maior inclinação. Este sistema motorizado é muitas vezes alimentado pela energia acumulada com o pedalado anteriormente.

    As visitas a bairros mais típicos de ruas apertadas?
    Os espaços de estacionamento das bicicletas devem ficar em locais estratégicos permitindo em poucos minutos a pé que o utilizador fique próximo do local desejado. Não se pede que se coloquem ciclovias no Bairro Alto, mas porque não um estacionamento no Jardim do Príncipe Real.

    A meu ver um dos maiores entraves a este objectivo está na ausência de um sistema de aluguer de bicicletas. Para muitos cidadãos é preferível não ter que pagar por uma bicicleta e ficar responsável pela mesma. Ter um passe que lhe permite utilizar uma bicicleta, bastando para tal levantá-la e estacioná-la postos específicos que que estariam espalhados pela cidade é muito mais facilitador. O utente pode ir até a um sitio de bicicleta, utilizar caso necessite outro tipo de transporte para outro local, sem pensar que tem de voltar ao inicio para ir buscar a bicicleta.

    Relativamente ao suor e ao desconforto para quem trabalha com roupa mais formal e que não é tão cómoda para a deslocação por bicicleta acredito que os vestiários públicos possam facilitar, mas não tenha uma opinião formada pois nunca experimentei um.

    Acho que é preciso sermos criativos e dinâmicos para protegermos a nossa qualidade de vida e a dos outros, mesmo quando para nós este sistema não incrementa nada à nossa qualidade de vida.
    De Marta Vale Cardoso a 17 de Agosto de 2009 às 18:04
    Boa tarde,

    Apesar das dificuldades (subidas, trânsito, vestuário, etc), parece-me plausível o uso da bicicleta como meio de transporte em Lisboa.

    Como disseram há pouco, quem optar por este meio de transporte tem algumas adaptações a fazer no seu quotidiano, e trata-se, como muitas outras coisas, de uma questão de hábito e de treino.

    No entanto, parece-me importante referir que a adaptação não deve ser só feita pelos ciclistas. Os automobilistas devem passar a ter um cuidado redobrado a esta nova circulação, para evitar acidentes. Também o transporte público peca por falta de condições. Pelo que tenho visto, são raros os autocarros da Carris que permitem o transporte de bicicletas.

    Também me parece importante que passe a haver nas escolas o ensino da bicicleta. Se me faço entender: as crianças aprendem que devem atravessar nas passadeiras. Como tal, também deveriam aprender as regras de circulação aplicadas às bicicletas, que aliás se aprendem nas escolas de condução, pois nem todas as pessoas irão tirar a carta.

    E os ciclistas têm de estar atentos aos perigos dos seus comportamentos. Já vi muitos que não param ao semáforo vermelho e outros tantos de auscultadores nos ouvidos.

    Conclusão: com adaptação, civismo, conta, peso e medida, a bicicleta pode ser mais um meio de transporte em Lisboa, bom para o ambiente, para o bolso e para a saúde!
    De rossella a 19 de Agosto de 2009 às 10:28
    o problema é garantir a segurança para os ciclistas. Andei sempre de bicicleta, quando vivi' em Londres. Paris e Estrasburgo estão cheias de bicicletas, mas ali' os semáforos vermelhos são mais respeitados. Uma sugestão : para apanhar a ciclovia em Santos, era bom ter um "carril" na ponte da estação , como já puseram na ponte em Belém.
    De A. R. a 25 de Agosto de 2009 às 19:25
    Parece que desta vez a coisa está a ganhar a massa crítica para não se voltar para trás. Para ambientes de grande relevo, há uma ideia interessante em http://www.trampe.no/english/ (na Noruega). Estas ideias (e outras que irão nascer) vão naturalmente acabar por resolver o problema dos relevos acidentados até porque são novas áreas de indústria que estão à espera de emergir...
    De José Narciso a 31 de Agosto de 2009 às 20:07
    Antes de mais, quero felicitar os autores do blog.
    Gostaria de comentar algumas ideias que vão sendo difundidas (os mitos de que a visão fala).
    Efectivamente Lisboa tem algumas áreas com inclinação considerável. Porém, Lisboa não é a cidade das sete colinas... Lisboa é a Lisboa do Planalto. A Lisboa que se concentra mais da área do Saldanha para Norte e não tanto em Alfama ou no Bairro Alto. Efectivamente a criação destas ciclovias, mais do que incentivar à utilização da bicicleta para lazer (corredor verde), deve promover essa utilização todos os dias. Daí que ache que (embora este início seja um passo de gigante) é preciso ir mais longe. continuar a experiência não muito bem sucedida (pelo que observo todos os dias) da ciclovia do Campo Grande.

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