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    Terça-feira, 25 de Agosto de 2009

    Ciclablilidade em Lisboa não sai das notícias

    Teima em não sair das notícias o tema da ciclabilidade de Lisboa – e as suas consequências para a cidade, sobretudo ao nível do trânsito e do estacionamento.

    A notícia do dia é da agência Lusa e diz que, no Bairro Azul, um terreno que servia de estacionamento para algumas centenas de automóveis irá ser transformado numa ciclovia, que fará parte do já aqui falado “corredor verde da cidade”, que ligará Monsanto ao Parque Eduardo VII.

     

    Ouvidos pela agência Lusa, alguns moradores e trabalhadores da zona do Bairro Azul  dizem que esta ciclovia irá provocar mudanças no seu dia-a-dia. Está familiarizado com este caso específico? Quer comentar?

     

    O tema da ciclabilidade em Lisboa – ou alegada falta dela – é, de resto, um dos tópicos mais comentados neste blog. Foi para isso também que este blog foi criado, para discutir a cidade de Lisboa e encontrar fórmulas para melhorá-la.

     

    Recorde-se que a Visão apelidou este tema, há duas semanas, de “O fim do mito alfacinha”. Mas há quem não concorde. “Que tal subir a Avenida da Liberdade em bicicleta, ou mesmo [fazer] uma visita aos bairros tradicionais (Bairro Alto, Mouraria, Graça)?”, afirmou, neste blog, C.Oliveira.

     

    Uma visão prontamente contra-argumentada por vários leitores do LXsustentável, que explicam, inclusive, como se pode começar a utilizar a bicicleta em zonas de Lisboa que, à partida, podiam parecer menos propícias a este meio de transporte. E, sobretudo, a ganhar confiança com o trânsito (e com as subidas).

     

    Veja os comentários antigos aqui. E, já agora, se ainda não o fez, deixe-nos a sua opinião sobre este tema – e o caso específico do Bairro Azul.

     

    publicado por LX Sustentável às 11:11
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    9 comentários:
    De Nuno Redondo a 30 de Agosto de 2009 às 14:26
    Não concordo com a criação da ciclovia na cidade de Lisboa, pois vem causar, muitos imprevistos, não vai ser utilizada pelos utentes para se deslocarem na cidade mas pontualmente ao fim de semana para passeio e lazer.
    Já vi partes da ciclovia ser utlizada por idosos e senhoras com carrinho-de-bebe... será que não vai haver alguns acidentes.?
    Por outro lado ruas e avenidas sem interrupções de trânsito passaram agora a ser cortadas por uma ciclovia(passagem para ciclistas) não vai isso interromepr o trânsito e torna-lo mais demorado?
    Por outro lado 5.000.000,00Euros podiam ser mais bem investidos do que numa ciclovia a ser utilizada só por alguns.

    Atentamente
    Nuno Redondo
    De António C. a 31 de Agosto de 2009 às 16:41
    Caro Nuno Redondo,

    as pessoas não usam mais a bicicleta porque não existem condições, não se criam condições porque não existem utilizadores. Parece uma pescadinha de rabo na boca que foi interrompida precisamente pelo orçamento participativo (os 5 milhões de Euros a que se refere).

    Gostava de saber se o Nuno participou e se votou nas propostas, é que ao que parece houve muitos utilizadores ou possíveis interessados que votaram a favor.

    Eu digo-lhe, uso a bicicleta e não preciso das ciclovias, concordando que podem por vezes ser perigosas para peões e mesmo quando atravessam estradas. No entanto, a segurança percepcionada é maior se existirem ciclovias e como tal um incentivo para que mais pessoas experimentem este modo saudável e inócuo de deslocação pela cidade.

    Por fim, sabia que existem muitos investimentos feitos em Portugal nos últimos 20/30 anos, para beneficiar a mobilidade rodoviária que foram pagos também pelos impostos daqueles que não têm ou usam regularmente automóvel ou até que mesmo tendo preferiam que o dinheiro tivesse sido aplicado de outro modo.

    É uma lufada de ar fresco ver finalmente algumas ciclovias em Lisboa que permitem fazer troços do quotidiano. (Obviamente, não todos)
    De Nuno Redondo a 31 de Agosto de 2009 às 19:50
    Caro António.

    Antes de mas deixe-me dizer-lhe que que os utilizadores de bicicleta andam de bicicleta com ou sem condições. Pois quer é adepto de bicicleta pode circular sem ciclovia, bastando para isso utilizar a estrada e o equipamento adequado, (capecete, colete, tal como vejo muita gente fazer), até porque a ciclovia não serve toda a cidade, apenas a parte que é menos utilizada por transporte públicos e que tem menos serviços e/ou escolas/faculdades.

    Participei no orçamento participativo com várias propostas (max 3) votei e discuti.
    As minhas proposta eram distribuidas por várias frequesias com melhoramentos significativos que iam favorecer todos. Assim temos uma ciclovia....

    Não me parece que a ciclovia favoreça todos como diz, enaquanto os melhoramentos por mim defendido favorecem vários tipos de população.

    Não me parece que os melhoramentos direccionados para a mobilidade rodoviária não tenham favorecido todos, no limeite precisamos de boas vias para na velhice ir para o hospital.

    Melhores cumprimentos
    Nuno Redondo
    De Helena a 2 de Setembro de 2009 às 01:57
    Eu não tenho carro, nem nunca tive. Uso habitualmente os transportes públicos para me deslocar para o emprego, só utilizando a bicicleta para passear ao fim-de-semana, altura em que há menos trânsito na cidade.
    Com a criação das ciclovias estou a pensar seriamente em começar a ir para o emprego de bicicleta, pelo menos nos dias em que não chover muito.
    Caro senhor, o Estado já gastou tanto dinheiro em auto-estradas que eu não uso, bem pode agora gastar algum com os pobres.
    Cumprimentos.
    De Nuno Redondo a 2 de Setembro de 2009 às 10:51
    Cara Senhora.

    A zona histórica de carnide não sofria obras de melhoramento do arruamento à mais de 20 anos.
    Foi totalmente remodelado.
    É necessário construir um centro de saúde.

    O pavimento da rua depois de arranjando foi removido para colocar a famosa ciclovia....

    O centro de saúde não está pronto....

    Mas pelo menos podemos lá passar de bicileta... :)

    De Helena a 4 de Setembro de 2009 às 00:32
    Caro senhor:
    Há um orçamento que distribui verbas para diferentes obras.
    Há que não misturar alhos com bugalhos.
    O dinheiro gasto com as ciclovias nunca iria ser utilizado para criar um novo centro de saúde.
    Já o facto de, num futuro próximo, existirem menos carros a circular na minha (não sei se sua) cidade, diminuirá grandemente a poluição, que, por sua vez, é causadora de algumas das doenças que nos levam aos centros de saúde.
    Cumprimentos.

    De Nuno Redondo a 4 de Setembro de 2009 às 21:31
    Viva

    É claro que há um orçamento que distribui verbas para diferentes obras.
    Acontece que o orçamento para a cilovia foi votado no orçamento participativo e entre vários projectos onde este dinheiro podia ser aplicado, foi aplicado na criação de uma ciclovia, em vez de centros de saúde, melhoramento de arruamentos, ou criação de infra-estruturas.

    A verba a distribuir é sempre a mesma, pode ser aplicada num ou vários projectos, assim outras infra-estruturas essencias ficama a degradar-se mais um tempo, depois ou acabam por naõ ter arranjo ou o arranjo fica mais caro.

    Construir uma ciclovia foi bem melhor...

    Quanto aos carros sairem da cidade não sei... cada vez há mais parques de estacionamento e ainda não vi parques para bicicletas....

    Depois de terem criado a ciclovia... cuja maior parte dos ciclista já ouvi dizer que vai usar se não chover... isso quer dizer que esta obra vai ficar parada 50% do ano... e a qual só passa por área florestal de laser ou parques publicos, resolveram pintar nas estradas de Lisboa e concretamente em Benfica... gostava de saber para que serve. Têm os ciclistas duas vias ao dispor? A via recentemente pintada nas estradas da capital ocupa parte da faixa do "BUS" teram apartir de agora as bicletas prioridade sobre os veiculos com motor? O código da estrada refere que veiculos sem motor não tem qualquer tipo de prioridade.
    Sendo assim, importante é ainda encartar todos os ciclistas, pois para andar na estrada é preciso saber algumas regras... bem ou mal... e um docmento que o comprove... carta de condução.. ou carta de ciclista... ou a partir de agora também vou ter de esperar que os ciclistas passem para eu poder chegr ao trabalho, para além dos carros mal estacionados?

    Qualquer dia temos provas de ciclismo na capital....

    Por outro lado ainda naõ vi por parte das autoridades civicamente a formarem os ciclistas para andarem na estrada e os ciclista que vi para além de só adarem quando não chove. não tem capacete, nem coleta luminoso.... era bom chegarem a essa necessidade sozinhos....

    Agora o que falta era termos também uma faixa para as motas... para tais utilizadores, já nada falta, pois estão encartados e utilizam capacete.

    Acho que é uma boa medida para retirarem os malditos carros e condutores sem educação das estradas....

    Mas não era mais simpático criar uma rede de trasnportes eficiente e nao poluidora para todos?

    ;)

    Respondendo à sua pergunta sou de Lisboa e moro em Benfica...
    De Carlos Figueira a 31 de Agosto de 2009 às 17:23
    A mobilidade urbana é um problema que tem que ser entendido como existente e a agravar-se. A não se fazer nada o número de veículos que circulam na cidade, com ou sem ciclovias, atrapalhar-se-à o suficiente para necessitarem os seus condutores de grandes doses de paciência e de tempo para manterem o hábito da condução automóvel na cidade.
    Sou, portanto, a favor de tudo o que apelar ao bom senso e às alternativas de mobilidade urbana.
    Sou condutor de um veículo automóvel com o qual de manhã deixo a descendência na escola e com o qual vou ao supermercado ao fim de semana fazer as compras "pesadas". De resto, sou condutor de um motociclo para as restantes deslocações na cidade. Os ganhos que com isso consigo em matéria de tempo e dinheiro são visíveis. Questões como filas e estacionamento deixaram de ser problema.
    Percebi também que Lisboa tem um número incrivelmente elevado de dias sem chuva, muito maior do que à partida o vulgar cidadão pode pensar que tem.
    Por outro lado a questão ambiental: a alternativa que conduzo agora, uma Piaggio MP3 250 (com duas rodas dianteiras) faz um consumo de 3,5 litros aos 100 quilómetros, desde logo com uma emissão de CO2 bastante mais reduzida do que conseguiria com o meu todo-o-terreno.
    Melhor mesmo seria ter condições para poder utilizar com mais frequência a bicicleta. Do que já visitei pelo mundo fiquei sempre com a ideia de que os países desenvolvidos há muito que utilizam a ferrovia entre as principais cidades e a bicicleta dentro das cidades. É saudável e não poluente. Mas nós continuamos a preferir o carro.
    É certo que Lisboa tem elevações que dificultam a mobilidade em bicicleta. Mas também é verdade que a maioria das pessoas que dizem isso andam na cidade com bicicletas de montanha. Na verdade o meu carro também é um todo-o-terreno... escusadamente. Se preferirmos aquirir para andar na cidade bicicletas de estrada, as subidas parecem-nos menores. Por outro lado, para que as pessoas adiram à bicicleta é ainda necessário terem a confiança que não vão ser atropeladas e para isso a criação de canais de ciclovia é imperativa. Claro que no início são os carrinhos de bebé que aí circularão, mas com o desenvolvimento de uma consciencialização para a bicicleta, naturalmente estas vias serão utilizadas e respeitadas por todos para o seu real objectivo que é a circulação em condições de segurança para todos de bicicletas. Por último, há que incentivar e deixar a cidade adaptar-se. Havendo ciclovias, haverá mais ciclistas e havendo mais ciclistas haverá mais ciclovias e haverá mais alternativas para a bicicleta, como por exemplo a recente iniciativa da Carris em que em algumas carreiras abriu as portas dos auto-carros a bicicletas. Há muito que vejo isso nas capitais europeias de referência em auto-carros e metropolitano.
    De Nuno Redondo a 24 de Setembro de 2009 às 12:34
    Viva

    Já temos a tão desejada ciclovia na cidade de Lisboa, mas do alto do meu transporte público não vejo ninguem (ciclistas) a utilizar a dita pista.

    Como muitos já disseram no Inverno não vão usar por causa da chuvinha.... (uma orafantástica que vai ficar parada 50% do ano por causa da chuvinha....) então qd pensam utilizar?

    Não vão agora levantar problemas por o tipo de materiais utilizado não ser biológico, reciclável, etc....

    Já agora malta lá por as bicicletas não terem motor aslgumas regras de trânsito tb se aplicam às bicilcetas nomeadamente sinais vermelhos.

    Por outro lado andar de bicicleta não é para andar a fazer corta-mata ou seja.
    Quando o ciclista esta na estrada e apanha sinal vermelho não se atira para cima do passeio passa pela passadeira e segue viagem.... temos pena... não é?

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