Twitter

Twitter Updates

    Artigos Facebook

    Gestão sustentável de resíduos em Lisboa

    arquivos

    Julho 2010

    Maio 2010

    Abril 2010

    Março 2010

    Fevereiro 2010

    Janeiro 2010

    Dezembro 2009

    Novembro 2009

    Outubro 2009

    Setembro 2009

    Agosto 2009

    Julho 2009

    Junho 2009

    Maio 2009

    posts recentes

    Estamos aqui: lxsustentav...

    O LX Sustentável mudou

    Mais vale tarde do que nu...

    A resposta de Pachauri

    Ainda Brasília (mas agora...

    Não há cidades perfeitas ...

    Vamos ter uma Segunda Cir...

    Planeta pode entrar em ca...

    Siemens e LNEC vão avalia...

    Como seriam as cidades se...

    Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

    Marquises de Lisboa com os dias contados?

    A notícia surgiu ontem pela pena de Ana Henriques, jornalista do Público. Está em marcha uma campanha para sensibilizar a população para os aspectos (in)estéticos das marquises. A campanha partiu de Luís Mesquita Dias, conta com o apoio do Ministério do Ambiente e estende-se também às caixas de ar condicionado e estendais.


    “Choca-me ver o meu país degradar-se. Estamos a hipotecar a nossa paisagem urbana”, explica Mesquita Dias, gestor de empresas que há 12 anos que tem tentado – sem sucesso – sensibilizar todas as câmaras municipais e várias outras entidades para acabar com aquilo que designa de “desordem urbanística”.


    A campanha vai ser alicerçada por um spot televisivo, outro de rádio e cartazes nas ruas de Lisboa. O objectivo é desafiar a “impunidade com que se intervém nas fachadas dos prédios” e a “falta de controlo das entidades” responsáveis pela fiscalização.


    A campanha tem como slogan “A cidade que temos é a cidade que fazemos” e pretende, dado a impossibilidade de arrancar as centenas de milhares de marquises em Portugal, colocar nelas estores brancos.


    “Compreendo a necessidade de espaço das pessoas, mas todos têm o direito a que as cidades não fiquem desfiguradas”, acrescenta, por sua vez, o bastonário dos arquitectos, João Rodeia.
     
    A campanha vai arrancar em Lisboa, estender-se ao Porto e, provavelmente, a outras cidades. Apesar de ser um tema que passa um pouco ao lado dos que temos referido aqui, não resistimos a colocá-lo para debate. Qual a sua opinião sobre este tema? Pró ou anti-marquise?

    publicado por LX Sustentável às 09:39
    link do post | comentar | favorito
    4 comentários:
    De Carlos Figueira a 31 de Agosto de 2009 às 07:15
    Impressiona-me a displicência como se permite na actualidade que se continuem a fazer alterações nas fachadas dos prédios de Lisboa, de forma tão impune.
    A questão das marquises, porventura uma moda iniciada nos anos 80 como forma de solucionar a falta de espaço interior das casas, sacrificando-se a vantagem de um espaço exterior por um espaço fechado. Para além do terrível impacto estético há a falta de ambiente exterior em casa, impacto psicológico. A regulamentação desta questão requer vontade política. Se existe um código de regulamento de condomínio que não permite alterações às fachadas e se este é continua e diariamente desrespeitado, necessita-se de punição dos infractores, ou de legislação que a polícia municipal possa por em prática. Afinal está a permitir-se alterar obras de arquitectura, nalguns casos mais recentes, impunemente.
    Por outro lado, há a questão dos aparelhos exteriores de ar-condicionado e as perturbantes calhas técnicas. Aqui um problema que começa pelos próprios arquitectos que, regra geral, não prevêem a normal necessidade de equipar previamente os prédios com essas tecnologias, ou pelo menos com o local onde a ser necessário se instalariam tais equipamentos. Há algumas soluções arquitectónicas muito bem concebidas, mas de resto a cidade é um estendal de aparelhos de ar-condicionado e calhas técnicas a tapar as tubagens destes.
    Finalmente, e aqui com grande responsabilidade também das operadores de TV, a proliferação das antenas parabólicas, empoleiradas em qualquer parede, janela, varanda, muitas vezes mais do que uma por fogo.
    Urge apresentarem-se resoluções que possam ser controladas pelas entidades competentes para tal. Urge fazerem-se campanhas de sensibilização estética e arquitectónica para os cidadãos, afinal está provado que o sentido estético também se desenvolve, basta trabalhar-se nesse sentido, é uma questão cultural e de civismo.
    É imprescindível que, sem usurpar a liberdade individual de cada um, se possa também respeitar a liberdade colectiva. Afinal, trata-se de poluição visual e isso afecta a todos, quer nos apercebamos quer não.
    De Vitor Correia a 2 de Setembro de 2009 às 23:11
    O assunto é complexo... Para já, só me apetece perguntar: "revestir" tudo a estores brancos não poderá ser também outra forma de poluição visual? e, já agora, quem paga???
    De Carlos Figueira a 3 de Setembro de 2009 às 11:44
    Mexer no que está feito no passado será na prática impossível.
    O que me parece lícito é garantir que, a partir de determinada data, obrigatoriamente futura, existam mecanismos que permitam agir sobre o que se faz, que a Polícia Municipal possa actuar, que existam coimas para quem infrinja as regras e que existam os meios legais de fazer repor a situação original.
    De carlos a 5 de Setembro de 2009 às 14:20
    è uma boa ideia sim senhor, porém acho que arquitectos e construtores deviam antes demais e nos projectos que fazem, ter em atenção que as casas devem ser pensadas para terem: arrecadações, garagens e um espaço para secar roupa (espaço este que deverá ser camuflado).
    Porém o que acontece é que não existem quer arrecadações, quer garagens destinadas por apartamento - o preço final deverá sempre e obrigatóriamente englobar estes dois itens, deverão ser inseparaveis e deve de deixar de existir a especulação que tem acontecido aquando da venda dos apartamentos em que colocam mais x por garagem ou arrecadação. Depois então sim as marquises desaparecerão.

    Comentar post

    pesquisa

     
    Perfil de Lisboa Sustentável
    Lisboa Sustentável's Facebook Profile
    Cria o Teu Crachá

    Categorias

    todas as tags

    Parceiros












    Media Partners









    subscrever feeds