Twitter

Twitter Updates

    Artigos Facebook

    Gestão sustentável de resíduos em Lisboa

    arquivos

    Julho 2010

    Maio 2010

    Abril 2010

    Março 2010

    Fevereiro 2010

    Janeiro 2010

    Dezembro 2009

    Novembro 2009

    Outubro 2009

    Setembro 2009

    Agosto 2009

    Julho 2009

    Junho 2009

    Maio 2009

    posts recentes

    Estamos aqui: lxsustentav...

    O LX Sustentável mudou

    Mais vale tarde do que nu...

    A resposta de Pachauri

    Ainda Brasília (mas agora...

    Não há cidades perfeitas ...

    Vamos ter uma Segunda Cir...

    Planeta pode entrar em ca...

    Siemens e LNEC vão avalia...

    Como seriam as cidades se...

    Terça-feira, 30 de Junho de 2009

    Sustentabilidade nas comunidades: o caso norte-americano

    Alisson Kerr, autora e editora do blog Loving Nature’s Garden (http://lovingnaturesgarden.com/), elaborou esta semana as suas cinco medidas para melhorar a sustentabilidade nas comunidades. Aqui ficam as sugestões de Kerr, contextualizadas com a realidade norte-americana e na primeira pessoa, que permitem perceber como as questões relacionadas com a sustentabilidade mudam de país para país e cidade para cidade. Algumas destas dicas (não todas) poderão servir também para Lisboa.

    1. Secar a roupa ao ar livre. “Não sei se secar a roupa ao ar livre é legal na minha comunidade, mas esta acção pode poupar energia, branquear e refrescar a roupa. Haverá alguma razão para que isto seja ilegal nas comunidades? Eu gostaria que fosse”.

    2. Captação de água. “Recentemente foi feita uma lei para permitir aos proprietários de casas captar e reutilizar a água que cai do telhado. Há várias coisas que podem ser feitas para reutilizar essa água na casa e jardim. Não sei se isto será legal em todo o lado, mas acho que sim”.

    3. Cultivar. “Há pouco tempo ouvi dizer que em alguns bairros era ilegal cultivar os próprios vegetais. Não é de loucos? E mais. Há comunidades em que é inclusive ilegal ter animais como galinhas e patos. Uma comunidade sustentável precisa de produzir a sua própria comida.”

    4. Andar a pé com segurança. “Uma comunidade sustentável permite às pessoas ir a pé da sua casa até aos locais de dependência básica. Costumava viver numa comunidade com uma biblioteca, banco, mercearia, talho, gelataria, correios, loja de vídeo e escola a curta distância. E existiam passeios para andar. Para mim, isto é realmente sustentável”.

    5. Possibilidade de construir uma casa amiga do ambiente. “Chegou-me aos ouvidos que na maioria das comunidades norte-americanas, se uma pessoa quiser construir uma casa amiga do ambiente, não terá permissão. Será que a vossa comunidade vos autorizará a construir uma casa que recicla e reutiliza a própria água?”.
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 11:04
    link do post | comentar | favorito
    Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

    Como podem as empresas ajudar a mudar uma cidade?

    Nesta relação de interdependência entre cidades, negócios e pessoas, as empresas têm um papel fundamental a cumprir.

    No ano passado, a Siemens portuguesa contribuiu para a redução das emissões de CO2 dos seus clientes em cerca de 10,8 milhões de toneladas, mais do dobro do total de emissões das cidades de Lisboa e Porto – cerca de cinco milhões de toneladas.

    Segundo o relatório de sustentabilidade da empresa alemã, relativo a 2008, a Siemens ajudou os seus clientes a reduzirem as emissões de dióxido de carbono em 148 milhões de toneladas, em todo o mundo. Trata-se de um valor equivalente às emissões de Hong Kong, Tóquio e Nova Iorque – e um número trinta vezes superior às emissões de dióxido de carbono emitidas pela Siemens, que é de 5,1 milhões de toneladas.

    A empresa tem um vasto portfólio ambiental, onde se incluem soluções para todas as áreas de produção, transmissão e consumo de energia – edifícios, indústria e iluminação – assim como tecnologias ambientais para a purificação da água e controlo de poluição do ar.

    Para além da multinacional alemã, que outras empresas conhece que se esforcem, no dia a dia, para melhorar a qualidade de vida nas cidades e dos seus habitantes.
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 11:29
    link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
    Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

    Como tornar Lisboa mais “esperta”?

    Transportes, comunicação, água e energia. E, claro, pessoas e negócios. São estes os eixos de uma cidade, o tal “sistema de sistemas” que o relatório da IBM descreve. Nenhum sistema consegue operar sozinho – e todas as áreas estão interligadas.

    Os sistemas de transporte e os negócios utilizam energia – e se unirmos estes três eixos haverá uma maior eficiência e combate a ameaças de longo prazo e sustentabilidade.

    Outro dos exemplos desta relação de dependência é a ligação entre os sistemas de água e de energia. Em Malta, por exemplo, um novo sistema utilitário inteligente informa as pessoas e negócios sobre a utilização de água e energia, possibilitando-lhes tomar melhores decisões sobre o consumo de recursos.

    A verdade é que hoje as cidades têm dificuldades em utilizar todas as informações à sua disposição, enquanto que a sua população, ao invés, tem acesso limitado a informações sobre os sistemas de água, energia ou transportes que utilizam. E, mesmo que as tenham, como podem elas dar sugestões para mudar a (in)sustentabilidade citadina? Neste blog, caro leitor, comprometemo-nos desde já a registar a ouvir (e ler) a sua opinião sobre a cidade de Lisboa.
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 17:41
    link do post | comentar | favorito

    O século das cidades

    As cidades precisam de ser mais “espertas”, aproveitando todas as oportunidades para, através da tecnologia, se tornarem mais prósperas e sustentáveis. Esta é uma das principais ideias de um recente relatório da IBM, que explica que a tecnologia vai transformar as cidades e optimizar os (limitados) recursos existentes nelas.

    Segundo o relatório, as pessoas, negócios, transportes, sistemas de comunicação e águas e energia são a base das cidades de hoje, e devem funcionar integrados para que uma cidade, como por exemplo Lisboa, tenha qualidade de vida e seja sustentável. Uma espécie de “sistema de sistemas”.

    A emergência, neste século, das cidades como líderes populacionais e políticas, em relação aos países que as incorporam, está a colocar novos desafios às próprias cidades e suas infra-estruturas.

    E o leitor, acha que Lisboa é uma cidade sustentável e respeita estes seis eixos de organização social e ambiental?

    Voltaremos em breve a este assunto e esperamos as vossas opiniões sobre o que pode fazer a cidade de Lisboa para se tornar mais “esperta”.
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 10:25
    link do post | comentar | favorito
    Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

    Carros eléctricos com carregamentos gratuitos

    Os proprietários dos carros eléctricos que a EDP identificou na zona de Lisboa vão ter seis meses de combustível gratuito, anunciou ontem a eléctrica nacional no seu primeiro Media Day, que se realizou em Cascais. Segundo explicou a EDP, entre 40 a 50 proprietários de veículos eléctricos irão receber um kit com as chaves dos postos de abastecimento disponíveis.

    Esta iniciativa conta também com o apoio da agência Lisboa E-nova e da Câmara Municipal de Lisboa.

    Paralelamente, a EDP está também a analisar um projecto-piloto de instalação de uma rede pré-comercial de 100 postos de carregamento, em Lisboa, para cerca de 150 carros de oferta combinada, tanto empresariais como de utilizadores privados.

    De resto, a EDP está envolvida num projecto para mobilidade eléctrica, juntamente com o Governo e Nissan, e que deverá ser apresentado já na segunda-feira. O projecto prevê o lançamento de carros eléctricos no mercado em 2011. (In Ambiente Online)
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 17:03
    link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
    Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

    Turismo sustentável: como escolher os nichos?

    Tal como para a grande parte das cidades portuguesas, também para Lisboa o turismo é vital para o desenvolvimento económico. Mas como escolher em que nichos se deve apostar? Segundo explicou o autor e consultor Jack Soifer, na conferência “Os desafios da sustentabilidade”, realizada hoje na Fundação EDP, em primeiro lugar é preciso ouvir mais o cliente final, ou seja, o consumidor.

    “Numa pesquisa que fiz junto de cidadãos holandeses, alemães, ingleses e dos países nórdicos, os portugueses são vistos como o povo mais simpático do mundo. É aí que Portugal pode fazer a diferença”, referiu Soifer.

    Em 2008, Portugal recebeu 12 milhões de turistas, muitos deles em Lisboa. Curiosamente, o mesmo número de turistas de 2000, o que revela uma estagnação. Segundo Soifer, como houve um aumento, nos últimos nove anos, no número de camas e restaurantes disponíveis para turistas, o lucro resultante do turismo decresceu.

    Comparando, por exemplo, com o caso belga, o consultor chega à conclusão que os turistas gastam mais dinheiro na Bélgica do que em Portugal, em parte devido aos preços mais altos, mas também por causa do atendimento personalizado que têm. “Cada elemento da cadeia de serviços, na Bélgica, é o vendedor do cluster. O taxista fala do hotel, dos restaurantes, do espectáculo fantástico do dia seguinte. Ele está a vender outros serviços que não impactam directamente o seu negócio”. E em Portugal? “Portugal tem uma estatística a seu favor, que é a simpatia das pessoas. O País tem tudo para ganhar turismo, mas falta passar à prática”, continuou.

    Finalmente, o responsável referiu que o turismo sustentável poderá trazer para Portugal, até final de 2010, mais de 250 mil empregos.
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 17:37
    link do post | comentar | favorito
    Terça-feira, 23 de Junho de 2009

    Como recuperar, rejuvenescer e equilibrar socialmente a população de Lisboa?

    Esta pergunta tem subjacentes três objectivos considerados fundamentais para o futuro de Lisboa: reabilitar e qualificar o ambiente físico da cidade; inverter a tendência de perda de população e, em especial, das faixas etárias mais jovens; e reduzir as amplas assimetrias sociais patentes actualmente em Lisboa, reforçando a presença da classe média e melhorando a qualidade de vida dos grupos mais vulneráveis. Dar resposta a estes objectivos representa um grande desafio para cidade. Com efeito, o alto ritmo de perda de população em Lisboa mantém-se constante há três décadas; o índice de envelhecimento populacional fixa-se em valores cada vez mais elevados; coexistem os mais altos rendimentos per capita, o maior poder de compra e as mais altas qualificações da população a nível nacional, com áreas de concentração de problemas e carências socioeconómicas; e à degradação física de muito do património construído não tem correspondido a necessária dinâmica de reabilitação. Dar resposta à pergunta “Como recuperar, rejuvenescer e equilibrar socialmente a população?” implica assim reflectir sobre o modo de inverter tendências que se verificam de forma persistente há décadas. Tendo consciência do enorme desafio que tal representa, inicia-se assim, no âmbito da Nova Carta Estratégica de Lisboa, um processo de reflexão e debate aberto e alargado sobre o modo alcançar estes grandes objectivos. Considera-se que este processo tem de ser feito por toda a cidade, de forma partilhada e participada, já que todos terão de dar o seu contributo para que uma Lisboa rejuvenescida, habitada, recuperada e coesa se possa tornar em realidade. (in Carta Estratégica de Lisboa)
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 18:07
    link do post | comentar | favorito

    O que podemos entender hoje por "cidade para todos"?

    Esta pergunta parte de uma premissa escondida. E justa: o reconhecimento de que a cidade não é, ou não consegue, ser para todos. Quem está excluído da cidade, então? As pessoas que, em algum aspecto decisivo da sua identidade e vida, pertencem a categorias que estão excluídas do acesso, usufruto ou consumo de espaços, bens, serviços e símbolos da cidade e da cidadania. (cit. Miguel Vale de Almeida, in Carta Estratégica de Lisboa)
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 18:04
    link do post | comentar | favorito

    Sustentabilidade Ambiental e Energética

    Hoje em dia, é sabido que o crescimento económico e social está fortemente dependente da energia e que as questões energéticas estão intimamente relacionadas com as questões ambientais. Assim, é necessário procurar estabelecer políticas concertadas que conduzam simultaneamente à sustentabilidade ambiental e à eficiência energética. No concelho de Lisboa, o consumo total de energia primária ascende a cerca de 15 000 GWh, o que corresponde a aproximadamente 6% do consumo de Portugal Continental e a 32% do consumo de energia primária do distrito de Lisboa. Isto para apenas cerca de 550 mil habitantes (em 2002) contra os 9,930 milhões que residiam em Portugal Continental e os 2 milhões da Grande Lisboa. A electricidade representa, por si só, cerca de 41% do consumo de energia primária no Concelho, seguindo-se o gasóleo (23%), as gasolinas (16%), o fuelóleo (8%), o gás natural (8%) e, por último, os gases de petróleo liquefeito (GPL – butano e propano) que representam menos de 3% do consumo. É, assim, expectável que cerca de 46% do consumo de energia primária seja imputável aos edifícios, principais responsáveis pelo consumo de energia eléctrica. Assumem particular destaque os edifícios de serviços que são responsáveis por 65% dos consumos do parque edificado do concelho. Os transportes são os segundos maiores responsáveis pelo consumo de energia primária, somando 42%. Segue-se a indústria, cujo peso é de apenas 10% e, por último, surgem outras utilizações que correspondem a 2% dos consumos energéticos. No que toca ao sector dos transportes, é de salientar que em apenas uma década, entre 1992 e 2002, a taxa de motorização em Lisboa sofreu um forte aumento, passando de 444 veículos por 1000 habitantes para 672 veículos por 1000 habitantes. Facto que, aliado à dispersão residencial, justifica em parte o grande número de viagens motorizadas realizadas diariamente em transporte individual na cidade de Lisboa. De facto, num total de mais de 850 mil viagens realizadas diariamente, cerca de 40% são feitas exclusivamente em transporte individual. Para além de problemas de congestionamento e da necessidade de espaço para estacionamento, o excesso de carros em circulação acarreta graves problemas de poluição urbana. Lisboa é, de todas as capitais europeias, uma das que apresenta pior qualidade do ar, sobretudo no que toca aos níveis de partículas inaláveis da atmosfera. Torna-se então premente a necessidade de alterar esta situação, com importância para o desempenho ambiental do país mas também para a promoção da saúde pública. Resumindo, e tendo em consideração o que anteriormente foi apresentado, torna-se fundamental que se identifiquem soluções de ruptura que levem a cidade de Lisboa a atingir maiores níveis de sustentabilidade energética e ambiental. (in Carta Estratégica de Lisboa)
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 18:02
    link do post | comentar | favorito

    Existe uma marca Lisboa?

    Existindo ou não, a cidade recebe cerca de 2.300.000 turistas estrangeiros por ano. Estamos longe de partir do zero. Quais são as forças de Lisboa? O que deve ser melhorado? Talvez a construção de um “discurso que junte todas as pontas”. Quais as motivações dos que nos visitam? Qual será proposta singular de Lisboa? Será Lisboa a cidade das partidas e chegadas? A cidade das viagens?
    Categorias:
    publicado por LX Sustentável às 17:42
    link do post | comentar | favorito

    pesquisa

     
    Perfil de Lisboa Sustentável
    Lisboa Sustentável's Facebook Profile
    Cria o Teu Crachá

    Categorias

    todas as tags

    Parceiros












    Media Partners









    subscrever feeds