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    Gestão sustentável de resíduos em Lisboa

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    Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

    Recolha Porta-a-Porta, cada vez mais perto de si

    Passados 22 anos do arranque da recolha selectiva em Lisboa com a introdução dos conhecidos vidrões, o sistema de recolha de resíduos, sejam eles indiferenciados ou provenientes da recolha selectiva, não cessa de evoluir. Cada vez mais, os cidadãos encontram mais e melhores soluções, pensadas à medida da realidade local, com vista à promoção de boas práticas ambientais.

     

    No caso da recolha de indiferenciados na cidade de Lisboa, esta é hoje na sua maioria composta por um sistema de porta-a-porta (PaP). Cerca de 80% da população lisboeta já não precisa de se deslocar ao contentor dos resíduos indiferenciados, bastando nos dias definidos deixar os contentores à porta de casa para serem recolhidos pelos funcionários municipais.

     

    A recolha selectiva, que em Lisboa vem sendo implementada de forma faseada desde 1987 e que em 1997 viu ser adoptado o sistema de ecopontos com o início da recolha do fluxo amarelo, também não pára de evoluir.

     

    Actualmente, o sistema mais comum é o da deposição de resíduos nos ecopontos, contudo o PaP tem vindo gradualmente a crescer, como complemento. Esta tem sido, desde 2005, uma aposta eficaz como forma de resposta aos condicionalismos geográficos da cidade, em concreto dos bairros históricos.

     

    Mas as opções não se esgotam aqui, porque havendo locais onde não é possível implementar o PaP, prevê-se a substituição dos ecopontos por eco-ilhas. Uma alternativa que, segundo a Câmara Municipal de Lisboa, apresenta uma vantagem relativamente aos ecopontos: a existência de pelo menos um contentor de indiferenciados.

     

    Para além dos benefícios sócio-ambientais que vêm sendo demonstrados, a estratégia actual tem sido a de uniformizar o sistema de recolha de indiferenciados e recicláveis, isto é, onde os indiferenciados são recolhidos por PaP, utilizando determinado tipo de equipamentos (contentores ou sacos), também o são os recicláveis e onde os indiferenciados são recolhidos por deposição colectiva também o são os recicláveis. Uma lógica que procura assegurar a sustentabilidade também no pilar económico.

     

     

     

    Sociedade Ponto Verde

    publicado por LX Sustentável às 10:23
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    Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

    Marquises de Lisboa com os dias contados?

    A notícia surgiu ontem pela pena de Ana Henriques, jornalista do Público. Está em marcha uma campanha para sensibilizar a população para os aspectos (in)estéticos das marquises. A campanha partiu de Luís Mesquita Dias, conta com o apoio do Ministério do Ambiente e estende-se também às caixas de ar condicionado e estendais.


    “Choca-me ver o meu país degradar-se. Estamos a hipotecar a nossa paisagem urbana”, explica Mesquita Dias, gestor de empresas que há 12 anos que tem tentado – sem sucesso – sensibilizar todas as câmaras municipais e várias outras entidades para acabar com aquilo que designa de “desordem urbanística”.


    A campanha vai ser alicerçada por um spot televisivo, outro de rádio e cartazes nas ruas de Lisboa. O objectivo é desafiar a “impunidade com que se intervém nas fachadas dos prédios” e a “falta de controlo das entidades” responsáveis pela fiscalização.


    A campanha tem como slogan “A cidade que temos é a cidade que fazemos” e pretende, dado a impossibilidade de arrancar as centenas de milhares de marquises em Portugal, colocar nelas estores brancos.


    “Compreendo a necessidade de espaço das pessoas, mas todos têm o direito a que as cidades não fiquem desfiguradas”, acrescenta, por sua vez, o bastonário dos arquitectos, João Rodeia.
     
    A campanha vai arrancar em Lisboa, estender-se ao Porto e, provavelmente, a outras cidades. Apesar de ser um tema que passa um pouco ao lado dos que temos referido aqui, não resistimos a colocá-lo para debate. Qual a sua opinião sobre este tema? Pró ou anti-marquise?

    publicado por LX Sustentável às 09:39
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    Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

    É já no sábado?

    Segundo a edição de hoje do Diário de Notícias, o prolongamento da linha vermelha do Metropolitano de Lisboa (ML) entre Alameda, Saldanha e São Sebastião, e que unirá toda a rede do comboio, deverá arrancar já no sábado.

     

    Segundo o diário, várias dezenas de operários estão já a ultimar, junto das estações do Saldanha e de São Sebastião, os preparativos para a inauguração dos novos troços.

     

    Também alguns dos proprietários dos cafés e outro comércio adjacente às estações do Saldanha e São Sebastião, em declarações ao Diário de Notícias, adiantaram que no sábado acabarão as obras à superfície (na Avenida da República, e adjacentes, e António Augusto Aguiar) e que o metro começará a andar. Uma hipótese que, contactada pelo DN, a administração do Metro disse desconhecer.

     

    Com o prolongamento da linha, o trajecto entre São Sebastião e Alameda passará a demorar cinco minuto, em vez dos actuais 21. Relembre tudo o que já falámos da extensão do Metro de Lisboa aqui e aqui.

     

    Será que já teremos novo troço no sábado?

    publicado por LX Sustentável às 11:00
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    Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

    São Francisco cria mapa online de emissões de carbono

    Na segunda-feira falámos aqui do projecto CityMotion, que irá ser implementado dentro de um ano nas cidades de Lisboa e do Porto e que pretende trazer uma componente digital a questões como a mobilidade urbana, recursos e infra-estruturas citadinas.

     

    Hoje trazemos outro exemplo de como o planeamento das cidades passará, cada vez mais, pela Internet e monitorização online. O projecto chama-se Urban EcoMap, pode ser visto aqui e está a ser implementado na cidade de São Francisco, Estados Unidos (que, curiosamente, até tem uma ponte semelhante à Ponte 25 de Abril, a Golden Gate).

     

    O Urban EcoMap utiliza um mapa online para que os habitantes de São Francisco possam comparar, por exemplo, as emissões de carbono dos bairros vizinhos. Estas emissões são medidas através dos transportes, utilização de energia e recursos, sendo que um dos objectivo do mapa é obrigar os bairros a “concorrerem” entre si para ver qual o menos poluente.

     

    Os habitantes de São Francisco podem ainda ver quantas toneladas de carbono são emitidas por casa, em cada bairro, e comparar com os objectivos da cidade e a própria média de emissões por casa em toda a cidade.

     

    O site ajuda ainda os habitantes de São Francisco a reduzir as suas emissões, dando conselhos práticos – e permitindo monitorizar essa acções e a sua contribuição no total da cidade.

     

    São Francisco já conseguiu reduzir as emissões de carbono em 12% em relação aos níveis de 1990 e pretende chegar aos 20% de redução até 2012. Vai no bom caminho, dizemos nós.


     

    publicado por LX Sustentável às 11:22
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    Terça-feira, 25 de Agosto de 2009

    Ciclablilidade em Lisboa não sai das notícias

    Teima em não sair das notícias o tema da ciclabilidade de Lisboa – e as suas consequências para a cidade, sobretudo ao nível do trânsito e do estacionamento.

    A notícia do dia é da agência Lusa e diz que, no Bairro Azul, um terreno que servia de estacionamento para algumas centenas de automóveis irá ser transformado numa ciclovia, que fará parte do já aqui falado “corredor verde da cidade”, que ligará Monsanto ao Parque Eduardo VII.

     

    Ouvidos pela agência Lusa, alguns moradores e trabalhadores da zona do Bairro Azul  dizem que esta ciclovia irá provocar mudanças no seu dia-a-dia. Está familiarizado com este caso específico? Quer comentar?

     

    O tema da ciclabilidade em Lisboa – ou alegada falta dela – é, de resto, um dos tópicos mais comentados neste blog. Foi para isso também que este blog foi criado, para discutir a cidade de Lisboa e encontrar fórmulas para melhorá-la.

     

    Recorde-se que a Visão apelidou este tema, há duas semanas, de “O fim do mito alfacinha”. Mas há quem não concorde. “Que tal subir a Avenida da Liberdade em bicicleta, ou mesmo [fazer] uma visita aos bairros tradicionais (Bairro Alto, Mouraria, Graça)?”, afirmou, neste blog, C.Oliveira.

     

    Uma visão prontamente contra-argumentada por vários leitores do LXsustentável, que explicam, inclusive, como se pode começar a utilizar a bicicleta em zonas de Lisboa que, à partida, podiam parecer menos propícias a este meio de transporte. E, sobretudo, a ganhar confiança com o trânsito (e com as subidas).

     

    Veja os comentários antigos aqui. E, já agora, se ainda não o fez, deixe-nos a sua opinião sobre este tema – e o caso específico do Bairro Azul.

     

    publicado por LX Sustentável às 11:11
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    Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

    Lisboa entra no CityMotion dentro de um ano

    O projecto CityMotion, que promete “revolucionar a forma como vemos a cidade”, deverá ser implementado pelas cidades de Lisboa e Porto dentro de um ano, segundo noticiou hoje o site CienciaPT.

     

    “[O CityMotion vai] alterar radicalmente os paradigmas da mobilidade na cidade. No espaço urbano há elementos que não conseguimos mudar, mas podemos gerir a envolvente digital que cada vez mais existe na cidade. Em vez de criar novos viadutos e novas ruas, optimizamos a utilização dos recursos e infra-estruturas recorrendo a essa envolvente digital”, explicou ao CienciaPT o coordenador da investigação, Carlos Lisboa Bento.

     

    A plataforma será útil não apenas para os cidadãos mas também para forças de segurança, Protecção Civil e Emergência Médica.

     

    De acordo com Teresa Gavão, investigadora da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), também citada pelo CienciaPT, com o CityMotion “os agentes responsáveis pelo diagnóstico, planeamento e gestão da mobilidade de uma cidade passarão a dispor de ferramentas de apoio à decisão que, com base na mesma plataforma de informação, permitirão prever de uma forma mais fiável e segura o comportamento de um sistema tão complexo como o da mobilidade urbana”.

     

    Outro dos desafios importantes é a fusão de dados provenientes de várias fontes, como operadores de comunicações móveis, sensores, operadores logísticos e de transportes públicos. Daí que o projecto, aportado no programa MIT – Portugal, conte com parcerias de empresas como TMN, Carris, STCP, TIP, Metro do Porto, Frotcom e Geotaxis, para além das câmaras municipais de Lisboa e Porto.

     

    Para além destas entidades, também Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), a FEUP e o Instituto Superior Técnico de Lisboa (IST) estão a colaborar no projecto.

     

    publicado por LX Sustentável às 12:22
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    Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

    Lisboa terá clima marroquino em 2080, explica livro

    Em 2080, Lisboa terá um clima semelhante a Marrocos. As conclusões são de um livro que será lançado na segunda-feira pelas jornalistas Filomena Naves e Teresa Firmino. A obra pretende consciencializar as pessoas para as consequências das alterações climáticas em Portugal.

     

    Segundo notícia hoje o Diário de Notícias, o livro “Portugal a Quente e Frio” explica que em 2080 Lisboa poderá ter a temperatura da capital de Marrocos, Rabat.

     

    As jornalistas descrevem a Lisboa de 2080 com palmeiras esguias, típicas de climas tórridos, espalhadas pela malha urbana, sendo que os seus habitantes deverão proteger-se do calor com roupas compridas.

     

    Para esta conclusão, as jornalistas baseiam-se em fenómenos como o do aparecimento de peixes tropicais na costa portuguesa e o facto das amendoeiras estarem a florir quase um mês mais cedo que há 30 anos, entre outras mudanças.

     

    “Já há migração de peixes tropicais para as nossas águas, como o peixe-porco, que agora faz parte da dieta portuguesa”, explica Filomena Neves ao Diário de Notícias.

     

    O diário refere ainda que, segundo dados do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas), está previsto um aumento do nível das águas do mar, em Portugal, entre 18 e 59 centímetros, embora haja estudos que indicam que em 2100 o mar terá subido 1,4 metros.

     

    Ao longo das últimas semanas, neste blog, temos debatido temas directamente relacionados com o problema das alterações climáticas e aquecimento global.

     

    Aqui fica mais mais uma prova de que nunca é tarde nem insistente demais consciencializar as pessoas para as consequências do aquecimento global. Seja em Lisboa, no Porto, Castelo Branco ou Varsóvia. Aqui falamos de Lisboa, mas as consequências das mudanças globais serão, certamente, visíveis um pouco por todo o mundo.

     

    publicado por LX Sustentável às 11:14
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    Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

    Para quando uma empresa de táxis híbridos em Lisboa?

    Quanto tempo costuma esperar para apanhar um táxi em Lisboa? Quase nenhum? Pois. Diz o mito que em Lisboa, como Nova Iorque, circulam quase tantos táxis como carros particulares.

     

    Eles andam em todo o lado, a todas as horas, a transportar clientes do aeroporto para o centro da cidade, da Baixa-Chiado para Oeiras, Sintra e Cascais, da Avenida António Augusto Aguiar para Benfica ou Alta de Lisboa.

     

    Ora, se Portugal se tem posicionado para ser líder no negócio de carros híbridos e eléctricos (já aqui falámos, por exemplo, no Programa para a Mobilidade Eléctrica), não faz sentido que as centenas de táxis que todos os dias circulam por Lisboa sejam, também elas, amigas do ambiente?

     

    Na Noruega já se pensou nisso, e o ministro do Ambiente daquele país vai mesmo inaugurar hoje a primeira companhia de táxis “climaticamente correcta” da Europa.

     

    Segundo a AFP, o 0-Taxi recorrerá a veículos “limpos” e vai compensar as emissões através da compra de créditos de carbono. A primeira frota será composta por 35 veículos híbridos, que funcionam a biocombustíveis ou com motores que emitam menos de 120 gramas por CO2/quilómetro.

     

    E porque as políticas “verdes” há muito que fazem parte das estratégias de negócio, a 0-Taxi irá disponibilizar aos clientes, na factura, o volume de CO2 emitido durante a sua viagem (que será compensado através da compra de créditos de carbono, recorde-se).

     

    Desta forma, os responsáveis pela empresa esperam que os clientes prefiram os seus táxis aos outros, ajudando no negócio. As cidades norueguesas, certamente, também agradecerão o esforço.


     

    publicado por LX Sustentável às 10:58
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    Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

    Faro discute o uso eficiente da água. E Lisboa?

    Uma boa acção não tem fronteiras, por isso voltamos a sair de Lisboa para ir buscar exemplos do que se faz de positivo pela sustentabilidade urbana. Este vem directamente do Algarve (uma vez mais...), mais propriamente de Faro, cidade que irá receber um seminário sobre o uso eficiente da água no sector residencial.

     

    No seminário serão apresentados os resultados do Eco-Casa Água, um projecto que se iniciou em 2007, resulta de uma parceira entre a Águas do Algarve e a Quercus e teve como  objectivo a sensibilização dos consumidores para a necessidade de utilizar a água de modo eficiente.

     

    O seminário realiza-se no dia 12 de Outubro, no Teatro Municipal de Faro, e debaterá, para além do uso eficiente de água, temas como o abastecimento de água e gestão da procura e os dispositivos de redução de consumo de água.

     

    Entre os projectos que fazem parte desta iniciativa destaque para o programa Eco-Famílias, que acompanhou dez famílias residentes no Algarve, durante 2008, para perceber os consumos registados nos diferentes usos domésticos. Assim, e segundo os responsáveis pelo projecto, a partir da avaliação de comportamentos e hábitos de consumo é possível identificar oportunidades de optimizar a utilização da água.

     

    O uso eficiente da água é cada vez mais um dos principais “cavalos de batalha” da sustentabilidade. É necessário agora passar da teoria para a prática e começar a pensar "à séria" em encontrar soluções contra o desperdício de água.

     

    Na sua opinião, e em relação a este tema, Lisboa está no bom caminho – ou nem por isso?
     

    publicado por LX Sustentável às 18:20
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    Lisboa nem é cara nem barata

    O estudo foi revelado há momentos e afirma que, de entre 73 cidades de todo o mundo, Lisboa é a 35ª mais cara para se viver. Ou seja, o meio da tabela. Segundo o Diário Económico, a pesquisa foi efectuada pelo banco suíço UBS e coloca no primeiro lugar deste ranking – que tem como base de referência o custo de vida em Nova Iorque, avaliado em 100 pontos – a cidade de Oslo, capital da Noruega.

     

    Como vem sendo hábito, cidades suíças, como Zurique e Genebra, fazem parte do top cinco das cidades mais caras do mundo, assim como as nórdicas (a já falada Oslo e também Copenhaga, na Dinamarca).

     

    Em último lugar no ranking aparece a cidade de Mumbai, na Índia. Estes são os primeiros dados conhecidos do estudo, mas seria interessante percebe-lo em toda a sua dimensão.

     

    Por aqui vamos ficar atentos. Até já.
     

    publicado por LX Sustentável às 12:16
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