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    Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

    Ainda o EPI: Portugal ao detalhe

    Ao início da tarde revelámos aqui que Portugal tinha ficado em 19º lugar, entre 163 países, no ranking EPI (Environmental Performance Índex), desenvolvido por peritos das universidades de Yale e Columbia.

     

    Como referimos há pouco, Portugal ficou bem classificado nas categorias de florestas, pescas e água – e menos bem em alterações climáticas, poluição do ar e biodiversidade.

     

    Por curiosidade, os responsáveis pelo EPI dividiram os resultados em seis grupos, tendo Portugal ficado no segundo melhor – onde os pontos oscilam dos 70 aos 85.

    Portugal ficou também à frente da Espanha – que ficou em 25º com 70.6 pontos – Japão (20º com 72.5), Dinamarca (32ª com 62.2), Luxemburgo (41º com 67.8) ou Holanda (47º com 66.4).

     

    Deixamos agora os resultados das dez categorias analisadas, sendo que os objectivos máximos serão obter 100 pontos em cada categoria – e os mínimos 0.

     

    Saúde Ambiental: 87.57

     

    Vitalidade do ecossistema: 58.40

     

    Impacto da poluição do ar na população: 93.3

     

    Peso ambiental nas doenças: 79.2

     

    Impacto da água na população: 98.6

     

    Impacto da poluição do ar no ecossistema: 38.8

     

    Impacto da água no ecossistema: 74.6

     

    Biodiversidade: 58.0

     

    Florestas: 100.0

     

    Pescas: 97.3

     

    Agricultura: 81.8

     

    Alterações climáticas: 49.8

     

    publicado por LX Sustentável às 17:57
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    Ranking EPI: Portugal no top 20 da gestão ambiental

    Um estudo desenvolvido por peritos das Universidades de Yale e de Columbia coloca Portugal na 19ª posição num ranking de desempenho ambiental que analisa a performance de 163 países de todo o mundo.

     

    Saúde ambiental, qualidade do ar, gestão da água, biodiviersidade e habitat, florestas, pescas, agricultura e mudanças climáticas são algumas das categorias avaliadas pelo EPI (Environmental Performance Índex), um índice de desempenho ambiental que avalia 25 parâmetros diferentes.

     

    Segundo noticia hoje o Diário de Notícias, também os efeitos destas categorias na saúde humana e nos ecossistemas são avaliados pelo EPI.

     

    Portugal apresenta melhores resultados nas políticas das florestas, águas e pescas, com notas de 100, 98,6 e 97,3 respectivamente, numa escala de 0 a 100. De resto, o acesso à água e saneamento básico são as áreas fortes de Portugal.

     

    Mas nem tudo são rosas. Portugal é avaliado negativamente nos impactos da poluição do ar nos ecossistemas e na protecção da biodiversidade e dos habitats – ocupa, respectivamente, o 136 e 89º lugar no ranking.

     

    De resto, Portugal cai uma posição em relação ao ranking do ano anterior, mantendo, ainda assim, uma nota global de 73 – num máximo de cem.

     

    Sem surpresas, os países nórdicos lideram o ranking – três das cinco primeiras posições. Assim, a Islândia lidera o ranking, seguida da Suíça, Costa Rica, Suécia e Noruega. Em sexto lugar aparece as Maurícias e depois sucessivamente a França, Áustria, Cuba e Colômbia.

     

    Paralelamente, os últimos cinco países do ranking são, por ordem crescente, o Togo, Angola, Mauritânia, República Centro Africana e Serra Leoa.

     

    Por curiosidade, refira-se que os Estados Unidos ocupam o 61º lugar, uma queda de 22 lugares em relação ao ano transacto.

     

    O EPI vai na terceira edição e os seus resultados foram apresentados ontem em Davos, na Suíça. Pode ver a classificação de todos os países e várias outras informações sobre o ranking neste link.

     

    publicado por LX Sustentável às 14:51
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    Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

    40.000 quilómetros sem emitir uma grama de CO2?

    Esta tarde saímos um pouco do tema da sustentabilidade urbana para falarmos de Mark Muller, um engenheiro suíço que pretende viajar 40 mil quilómetros sem libertar uma única grama de CO2.

     

    O objectivo da viagem, que passará por 30 países e quatro continentes, será “procurar uma economia sustentável”. Assim, o carro que Muller desenhou irá mover-se a energia solar, de dia, e um gerador eólico, de noite.

     

    O projecto ICARE foi patrocinado pela Yverdon Engineering School e será coberto por dois jornalistas, que procurarão documentar-se com iniciativas e programas que reduzam a emissão de CO2 no mundo.

     

    A “viatura” eólico-solar partirá em Maio deste ano e só vai parar em Outubro de 2011. “A forma como o veículo opera dá-lhe um certo toque de magia e já atraiu vários admiradores”, explicou um dos responsáveis pelo projecto.

     

    Agora só falta fazermos figas para que esta espécie de carro passe por Portugal, para podermos avaliar melhor a "viatura".

     

    Conheça melhor o projecto ICARE neste vídeo

     

    publicado por LX Sustentável às 16:05
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    O arrendamento jovem fica mais fácil a partir de hoje

    Há quatro anos, quando o Governo disse que iria acabar com o IAJ (Incentivo ao Arrendamento Jovem) e lançar um novo programa, mais restrito, de arrendamento aos menores de 30 anos - o Porta 65 - esta mudança das regras foi criticada pelos jovens.

     

    Segundo estes, o Porta 65 iria não apenas reduzir o valor do incentivo – um facto – mas também limitar de forma significativa o número de beneficiários do programa.

     

    Quatro anos depois, o Governo vai mexer no Porta 65 – as alterações serão hoje aprovadas em Conselho de Ministros – com o objectivo de permitir que mais 3500 jovens possam aceder ao programa.

     

    Assim, a idade máxima de admissão das candidaturas passará dos 30 para os 32 anos e a partir de agora cada jovem poderá aceder ao Porta 65 de forma seguida ou intercalada.

     

    Segundo o Diário de Notícias, o Governo quer também introduzir critérios de “maior justiça” no Portal 65, passando a permitir que passem a ser considerados no rendimento mensal bruto do candidato as prestações sociais, como o subsídio de maternidade ou as bolas e prémios atribuídos aos jovens no exercício de actividades científicas, culturais e desportivas.

     

    Por outro lado, e com as novas regras, os jovens terão de apenas declarar os últimos seis meses de rendimentos – e não um ano, como anteriormente. Outra das novidades passa por abolir a exigência de um contrato de arrendamento no processo de candidatura ao programa. Basta um contrato-promessa de arrendamento.

     

    Para uma cidade como Lisboa, esta notícia é uma bomba de oxigénio que permitirá que mais jovens em início de vida profissional tenham a hipótese de habitar na cidade – e viver na cidade. Com todos os benefícios que isso trará para as empresas, negócios e sustentabilidade da própria cidade – que, como é sabido, todos os anos perde habitantes para os concelhos vizinhos.

    publicado por LX Sustentável às 13:05
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    Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

    Tratado climático: os próximos passos

    O Financial Times de hoje pega novamente na Cimeira de Copenhaga para fazer um balanço de tudo o que se passou – prevendo quais serão os desafios para os próximos doze meses.

     

    Assim, a jornalista Fiona Harvey começa por revelar o que de bom foi conseguido na capital dinamarquesa: só a partir daqui podemos partir para uma nova abordagem ao tema das alterações climáticas.

     

    Os líderes mundiais saíram de Copenhaga com duas certezas: a primeira é que todas as maiores economias mundiais – incluindo países em desenvolvimento como o Brasil, China ou Índia – referiram publicamente que estavam dispostas a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa.

     

    A segunda é que esses mesmos países seriam responsáveis pela criação de um fundo para que os países mais pobres possam adoptar tecnologias para lidarem com os efeitos das alterações climáticas.

     

    Assim, e até ao final deste mês, os países que ainda não explicaram os seus compromissos em termos de corte de emissões terão de o fazer. Os principais mercados, de resto, já o fizeram (Estados Unidos, apesar da resolução ainda não ter sido aprovada pelo Senado, União Europeia, China ou Brasil).

     

    Outra das questões tem a ver com uma data para assinar o novo tratado climático. Assim, a primeira grande “reunião” depois de Copenhaga deverá realizar-se em Junho. O objectivo é que as negociações estejam concluídas e “prontas a assinar” em Dezembro, na Cimeira do México.

     

    Os perigos? O volte face dos Estados Unidos, “obrigado” pelo Senado; e o volte face estratégico da China, que apesar de ter mostrado – até publicamente – vontade de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, poderá sempre mudar de ideias. Até lá, entretanto, basta-nos esperar...
     

    publicado por LX Sustentável às 16:08
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    Curso de arquitectura bioclimática em destaque em Lisboa

    A Academia Artes e Tecnologias está a preparar uma série de cursos para 2010, entre eles um sobre arquitectura bioclimática. Em cima da mesa vão estar temas como as energias renováveis, domótica, aquecimento, arrefecimento e refrigeração, novos materiais, piscinas biológicas ou história e teoria da arquitectura bioclimática nacional e internacional.

     

    Os cursos podem ser básicos (com a duração de três meses) ou avançados - dez meses - sendo que ambos deverão iniciar-se em Março. A Fábrica Braço de Prata será o local das aulas.

     

    Aceda a mais informações sobre o curso aqui.


     

    publicado por LX Sustentável às 15:23
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    Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

    Em 2030 vamos precisar de mais 40% de água

    Os países em desenvolvimento têm um enorme desafio para os próximos anos e décadas: a gestão dos resíduos e boa utilização da água. Esta é uma das principais questões abordadas por um artigo publicado hoje no Financial Times e que diz que o aumento da população – e dos seus rendimentos anuais – levará a termos que repensar urgentemente as nossas cidades,

     

    “O rápido crescimento das megacidades está a criar dores de cabeça às empresas e autoridades que tentam suprir a procura de água e gerir resíduos municipais e industriais”, explica o artigo, assinado por Sarah Murray.

     

    Em 2030, e se não houver ganhos de eficiência, os requisitos globais por água podem exceder o fornecimento actual em 40%, de acordo com um estudo publicado em Novembro pelo Water Resources Group, cujos membros incluem a McKinsey, o Internacional Finance Corporation (que pertence ao Banco Mundial) – e um consórcio de empresas.

     

    Para se ter uma ideia da dimensão do problema, basta ver que, segundo a Waterwise, uma ONG inglesa, são precisos 2.400 litros de água para produzir um hambúrguer, 4.100 litros para fazer uma t-shirt e 8.000 para uns sapatos de pele.

     

    É óbvio que a poluição dos rios e mares decresceu, pelo menos em Portugal, em relação a anos e décadas anteriores, mas é preciso regular o sector da gestão de resíduos e da água. E terão que ser as próprias empresas a faze-lo, defende o artigo do FT.

     

    Quando arrancámos com o LXSustentável, um dos nossos objectivos passava por abordar oito temas indispensáveis para uma boa sustentabilidade urbana. Sendo a questão da gestão de resíduos um dos aspectos menos “visíveis” ou “mediáticos” na área da sustentabilidade, isso não quer dizer que estejamos desatentos a este assunto.

     

    Ainda mais porque, como pudemos perceber nos últimos meses de 2009, Lisboa não ficou propriamente bem classificada na questão da gestão dos resíduos e utilização da água…


     

    publicado por LX Sustentável às 18:20
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    Portugueses encomendaram mais de 38 mil painéis solares em 2009

    O ano de 2009 marcou definitivamente a mudança de hábitos ambientais de muitos dos portugueses, que encomendaram mais de 38 mil painéis solares neste período.

     

    Segundo noticia hoje o Jornal de Notícias, o investimento em painéis solares ascendeu a 167 milhões de euros – 95 milhões destes financiados, através do Programa Solar Térmico, pelo Estado.

     

    O Programa Solar Térmico foi criado a 2 de Março passado, pretende incentivar a utilização de energias renováveis e permite poupar mais de 20% do valor da factura de gás e até 70% da energia necessária para o aquecimento de água de uso doméstico.

     

    Segundo os dados do Ministério da Economia, citados ainda pelo Jornal de Notícias, foram já efectuadas, no total, 38.525 encomendas, representando 204.310 metros quadrados de painéis solares.

     

    O programa abrange apenas os painéis solares térmicos para aquecimento de águas sanitárias. No entanto, a aposta em painéis fotovoltaicos para abastecimento de energia eléctrica nas habitações – e que abrem portas à microgeração – começa já a dar os primeiros passos em Portugal.

     

    O objectivo para 2010 - dizemos nós - deveria ser duplicar, triplicar ou multiplicar por vários outros números este investimento. Como diria Bjorn Lomborg, são pequenas vitórias como estas que contam, no fim do dia, para a melhoria da sustentabilidade em Portugal e, porque não, ajudar a evitar as alterações climáticas.

     

    publicado por LX Sustentável às 15:34
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    Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

    Os edifícios são essenciais para evitar o aquecimento global

    "Qualquer tentativa séria de abordar o tema das alterações climáticas terá de passar pela eficiência energética dos edifícios." Assim começa um texto recente do jornalista David Flickling, publicado pelo Financial Times.

     

    Segundo Flickling, mais de 40% das emissões de carbono nos países desenvolvidos estão directamente relacionadas com o aquecimento (e arrefecimento) e fornecimento de energia para os edifícios.

     

    Para se ter uma noção do que estes dados representam – continua o jornalista – se os edifícios do Reino Unido cortassem apenas 25% das suas emissões de carbono, isso teria o mesmo peso, para o ambiente, de retirar todos os carros da estrada.

     

    Recorde aqui o nosso texto sobre a eficiência energética dos edifícios em Lisboa, na sequência da apresentação do Green City Índex.

     

    Segundo o FT, o Reino Unido quer que todas as novas habitações construídas a partir de 2016 sejam livres de carbono (segundo o diário, a discussão agora centra-se no debate sobre o que quer dizer a expressão "livre de carbono"). Para isso, o país está a debater novas regulações para o sector da construção, uma discussão que chegará também brevemente à União Europeia.

     

    “Dentro de dez anos estaremos a olhar para uma indústria (a da construção) que estará radicalmente mudada”, explicou ao FT Keith Clarke, CEO da Atkins, a maior consultora de engenharia da Europa.

     

    Apesar de tudo, não basta construir edifícios energeticamente eficientes. Na maioria dos países desenvolvidos, perto de 2/3 dos edifícios que existirão em 2050 já foram construídos.

     

    Ou seja, os ambiciosos objectivos de redução de emissões de carbono nunca serão atingidos se não existir um programa muito alargado de reabilitação. Algo que, como sabemos por conhecimento de causa, nunca foi devidamente conseguido pelos governantes de Lisboa…
     

    publicado por LX Sustentável às 16:33
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    Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

    No futuro, todas as cidades terão o mesmo problema de Bombaim

    "Os passeios das ruas de Bombaim estão tão congestionados que a capital comercial da Índia encontrou uma solução. Levantar as massas – não de uma forma metafísica, mas através de passeios aéreos feitos de aço".

     

    É assim que começa um texto do The Wall Street Journal, publicado ontem, sobre o mais recente desafio da gigantesca cidade indiana – uma área metropolitana de 21 milhões de habitantes. Segundo o WSJ, é quase impossível conseguir encontrar um caminho "caminhável” pelos passeios (terrestres) de Bombaim.

     

    Os passeios que existem estão com lotação esgotada: vendedores ambulantes ou simples “peões” não deixam grande espaço para outros peões passarem. Nos últimos anos o cenário tem piorado com a explosão e expansão económica da cidade, que emprega perto de 18 milhões de pessoas.

     

    Por outro lado, o sucesso desta própria expansão económica levou a que os seus habitantes tivessem poder de compra suficiente para adquirir carros e motos, e a expansão das estradas tem também reduzido cada vez mais as áreas pedonais.

     

    Para resolver este problema, Bombaim está a construir mais de 50 passeios aéreos, levarão as pessoas de sítios nevrálgicos de mobilidade, como estações de comboios ou autocarro, paras zonas residenciais e de escritóros da cidade. Assim, evitam tanto o trânsito automóvel como o pedonal.

     

    Será uma espécie de “passeio aéreo” expresso. De acordo com a notícia do WSJ, os passeios são seguros, limpos e, apesar de tudo, têm ar fresco.

     

    Para além de ajudar as pessoas a andar na cidade, este inovação irá ajudar a restabelecer a relação de confiança entre os cidadãos de Bombaim e a própria cidade. Cerca de 60% das viagens da capital comercial da Índia são feitas a pé, o que faz de Bombaim uma das metrópoles mais “andáveis” do mundo.

     

    No futuro, achamos nós, todas as cidades terão o mesmo problema de Bombaim, devido à inevitável e constante migração populacional do campo para as metrópoles. É cada vez mais necessário, por isso, começar a pensar no que queremos para uma cidade dentro de 20, 30 anos.

    publicado por LX Sustentável às 14:16
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