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    Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010

    A cidade sustentável do futuro (7ª e última parte)

    Hoje postamos a última parte daquela que será a cidade – ideal – sustentável do futuro. Aqui vão as últimas sugestões da CNN.

     

    20. Vento e Sol. Estes dois recursos naturais serão as máquinas de fazer dinheiro do século XXI, segundo a CNN. Emerald City não utilizará combustíveis fósseis e irá gerar energia renovável suficiente para, entre outros, carregar a frota de transportes!

     

    Como nem sempre há sol ou vento, existirá um sistema que regulará o fornecimento de energia entre as fontes renováveis e a outras fontes... menos sustentáveis.

     

    21. Edifícios reciclados. Não só de produtos e objectos (simples) do dia-a-dia vive a reciclagem. Tudo será reciclado. E quando dizemos tudo, estão incluídos também os edifícios.

     

    Por exemplo, um dos principais edifícios da Expo Xangai 2010 foi construído a partir de caixas de CDs. E quando o edifício for abaixo… será novamente reciclado noutro objecto. Ou edifício.

     

    22. Intermodalidade de sonho. Emerald City terá o sistema de transportes de que todos sonhamos. Uma massiva e enorme rede de comboios, metro e autocarros eléctricos ligará, virtualmente, todos os pontos da cidade - reduzindo para perto de zero a necessidade de utilizarmos o transporte individual no nosso dia-a-dia.

     

    E quando o transporte individual se tornar mesmo indispensável, haverá sempre bicicletas e pequenos veículos eléctricos para alugar. Muitas das cidades já estão a incorporar soluções de transporte de bicicletas na sua rede… de transportes – como por exemplo os táxis eléctricos, em Tóquio, no Japão, elevadores, em Toronto, no Canadá, ou shuttles híbridos, em Denver, nos Estados Unidos.

    publicado por LX Sustentável às 15:39
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    Nova linha Vermelha do Metro com mais 728 mil passageiros

    No início do LXSustentável – sobretudo durante o Verão de 2009 – dedicámos bastantes posts à expansão da rede o metro e às consequências (positivas) que isso traria para a cidade de Lisboa, a sua mobilidade e competitividade empresarial.

     

    Os posts partiram do prolongamento da Linha Vermelha da Alameda até ao Saldanha e a São Sebastião, ligando-a à Linha Azul. Pode rever parte desses posts aqui.

     

    Hoje voltamos ao tema porque o Metropolitano de Lisboa já apresentou os primeiros resultados do prolongamento da linha Vermelha.

     

    Assim, e segundo o Metropolitano de Lisboa, a Linha Vermelha ganhou cerca de 782 mil passageiros por mês desde que se prolongou até São Sebastião – a 29 de Agosto último.

     

    A notícia foi citada pelo Diário de Notícias e explicou que em Janeiro de 2009, quando a Linha Vermelha apenas funcionava entre a Alameda e o Oriente, o metro transportou 1,701 milhões de pessoas. Em Janeiro de 2010, por outro lado, este número subiu para os 2,483 milhões de passageiros.

     

    Voltando aos meses antecedentes, podemos ver que, por exemplo em Setembro de 2009, a Linha Vermelha foi utilizada por 2,123 milhões de pessoas – um número que subiu para os 2,630 milhões passado um ano.

     

    Assim, os aumentos foram de 15,17% em Setembro, 32,77% em Outubro, 40,84% em Novembro, 38,5% em Dezembro e 45,98% em Janeiro. Todos estes dados, claro, quando comparados com o ano anterior (nota-se, por isso, uma tendência de crescimento do número de passageiros na Linha Vermelha).

     

    Outro números, segundo o Metropolitano de Lisboa: os tempos de percurso poderão ter baixado em 60%, no final do ano serão mais 13 milhões de passageiros no metr e prevê-se também a retirada de circulação de 8,2 milhões de viaturas (também por ano).

     

    Em termos ambientais, estamos a falar de uma redução anual de 16 mil toneladas de emissões de CO2, uma poupança de 690 mil euros no consumo de energia e de 411 mil euros em redução da poluição atmosférica.

     

    Ainda há dúvidas que este é o caminho a seguir para Lisboa? Quando chegam mesmo as novas estações de metro?

    publicado por LX Sustentável às 11:36
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    Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010

    A cidade sustentável do futuro (parte 6)

    Aproveitamos o último post sobre o hospital do futuro para voltar à (interminável) saga da cidade sustentável… do futuro. (Não deixa de ser um bom sinal). A nossa Emerald City.

     

    Este é o nosso penúltimo post sobre este tema e aqui ficam mais três inovações urbanas para os próximos anos.

     

    17. Produtos locais. Toda a carga que entra numa cidade tem um enorme peso ambiental: segundo a CNN, pelo menos 10% das emissões de gases nocivos de uma cidade estão ligadas à actividade marítima. No entanto, Emerald City vai consumir produtos locais, reduzindo a necessidade de transportar alimentos de outras cidades ou países.

     

    18. Habitats harmoniosos. No fim-de-semana, os habitantes de Emerald City procurarão refúgio em florestas tropicais nos subúrbios da cidade (como em Bombaim, na Índia). Este local tem casas construídas à mão e integradas na paisagem exterior, com energia fornecida por turbinas eólicas e painéis fotovoltaicos.

     

    19. Tribunais ecológicos. Se temos hospitais e outros edifícios sustentáveis, porque não poderemos ter também tribunais “verdes?”. O exemplo vem, desta vez, das Filipinas, onde 117 tribunais foram construídos para ter em conta as questões ambientais. E o mesmo se aplica aos cidadãos que neles trabalham - que terão de garantir que mantêm o seu local de trabalho com o devido cuidado sustentável.
     

    publicado por LX Sustentável às 17:43
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    O hospital do futuro (parte 2)

     

    Ontem explicámos aqui como poderá ser um hospital dentro de 10 ou 15 anos. Um hospital sustentável, diga-se.

     

    Hoje voltamos a este assunto para o terminarmos. Aqui ficam as restantes seis dicas da Fast Company – e publicado em Portugal pelo jornal i.

     

    7. Central Eléctrica. O hospital terá uma central eléctrica própria, ultra-eficiente e que libertará o edifício da dependência das empresas de electricidade – e também dos apagões, claro está. É um modelo a gás natural que poderá suprir todas as necessidades do hospital em termos de electricidade, gás e climatização – com o bónus de reduzir 20 mil toneladas às emissões de gases nocivos. O equivalente, mais coisa menos coisa, a retirar 3600 veículos das estradas.

     

    8. Centro de teleconferências. Outro potencial “retirador” de carros das estradas. Através da teleconferência, os médicos podem acompanhar os doentes nos seus domicílios e impedir que estes regressem ao hospital quando não é estritamente necessário. E assim ainda poupam dinheiro e emissões de carbono.

     

    9. Camas de hospital. Bom, aqui nós próprios ficámos um pouco confusos. Segundo o Fast Company, em breve estará disponível uma nova cama InTouch que terá um utilitário de tradução para 24 línguas e uma capacidade de movimentação total. Isto permitirá melhorar o moral dos doentes e incentiva-os a mexerem-se. No entanto, a Fast Company não explica com esta cama poderá poupar nas emissões de carbono…

     

    10. Sistema electrónico de dados clínicos. Este é outro dos pontos muito importantes. Deixará de haver fichas de doentes em papel e sim um sistema totalmente informatizado que permitirá aos médicos obter todos os dados sobre os seus doentes.

     

    11. Zona de acompanhantes. Sabe-se que a presença de familiares e amigos no quarto dos doentes poderá acelerar a sua convalescença, por isso esta zona deverá ter espaço suficiente para receber as visitas e uma zona de sofás – feitos de materiais reciclados, é claro.

     

    12. Vistas panorâmicas. A investigação sugere que os doentes em quartos com vista desafogada e acesso à natureza exigem menos medicação, sentem menos dores e recuperam mais depressa. Será?

     

    PS: O seu a seu dono. A imagem que aqui reproduzimos foi publicada pela Fast Company. A infografia é da Golden Section Graphics.

    publicado por LX Sustentável às 11:56
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    Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

    O hospital do futuro (parte 1)

    O jornal i brinda-nos uma vez mais com um excelente artigo sobre como será parte de uma cidade no futuro. Desta vez o foco do artigo incide sobre os hospitais e tenta responder à questão: como serão os hospitais no futuro e como podem eles ser edifícios verdes?

     

    Antes de mais, convém recordar que os edifícios representam 40% das emissões de carbono dos países desenvolvidos.

     

    Paralelamente, e como podemos comprovar neste artigo de início de ano do The Guardian, os hospitais são, entre os edifícios públicos (pelo menos nos ingleses e não temos dúvidas em afirmar que este será também o caso português) os que mais emissões emitem – juntamente com as prisões.


    Assim, e segundo o Guardian – que citou dados do Governo britânico – oito dos dez edifícios públicos mais poluidores da Inglaterra e País de Gales são hospitais. Isto diz muito da importância dos hospitais na sustentabilidade de uma cidade.

     

    Aliás, segundo este artigo do jornal i - o artigo original, diga-se, é da Fast Company – os hospitais consomem o dobro da energia dos edifícios de escritórios, funcionando também 24 horas por dia, o que ainda agrava esta situação.

     

    O artigo explica ainda que a construção dos hospitais costuma descurar elementos de design, como o acesso à luz do dia. “Os hospitais são os edifícios mais dificilmente sustentáveis, mas também constituem uma das maiores oportunidades para os projectistas”, explicou Jean Mah, da consultora de arquitectura Perkins + Will.

     

    E como poderá ser o hospital do futuro? Vamos deixar aqui algumas pistas:

     

    1. Cozinha. As máquinas de compostagem podem ajudar a reduzir os desperdícios. Haverá ainda um sistema informático que informará sobre o regime alimentar dos pacientes, para que a respectiva comida seja só preparada de acordo com as necessidades.

     

    2. Cafetaria. Será feita com materiais naturais, terá uma iluminação acolhedora, criando um ambiente mais convidativo para o pessoal hospitalar, família e amigos dos pacientes. As refeições são servidas em recipientes descartáveis feitos de materiais biodegradáveis – como cana de açúcar – em vez de esferovite.

     

    3. Lavandaria. É uma das mais importantes secções do hospital – no que toca à sustentabilidade – por isso terá túneis industriais de lavagem com cerca de 2,5 metros de comprimento. Gastará apenas 3,5 litros de água por lavagem. A água será depois reciclada.

     

    4. Jardins na cobertura. Como afirmámos na segunda-feira, os jardins são importantes para qualquer edifício, ajudando, por exemplo, a manter uma temperatura amena. Os hospitais não fogem à regra e terão oásis para servir os pacientes, família e amigos e o pessoal hospitalar. O jardim ajudará a regular a temperatura do edifício, fornecendo uma camada extra de isolamento. Também absorverá a água da chuva para reduzir a carga de tubagens de esgoto e drenagem.

     

    5. Janelas. Será manobráveis e irão proporcionar sombra e ventilação natural, reduzindo assim a necessidade de ar condicionado.

     

    6. Parque de estacionamento. Será um ponto nevrálgico do hospital. Os painéis solares instalados nos parques de estacionamento darão sombra aos carros e recolherão energia suficiente para suprir 50% das necessidades de electricidade do hospital.

    publicado por LX Sustentável às 16:26
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    Tragédia da Madeira. E se fosse em Lisboa?

    Já aqui falámos da tragédia de sábado na Madeira, e dos perigos que os pontos de ruptura climáticos (os que trazem dados globais irreparáveis e que podem ocorrer sem qualquer aviso prévio) podem – e irão no futuro – causar ao nosso planeta.

     

     

    Hoje vamos reduzir geograficamente a nossa discussão ao que se passou na Madeira – e a sua relação como foi pensado o urbanismo naquela ilha – e o que teria acontecido se tal se passasse em Lisboa.

     

    Isto porque algumas organizações ambientais, como a Quercus, têm lançado a discussão sobre qual o papel do ordenamento do território nas consequências extremas do temporal madeirense.

     

    Aqui também lançamos a discussão. Aliás, lançamos duas: em primeiro lugar, gostaríamos de saber se concorda com as organizações ambientais; em segundo, perceber o que se passaria em Lisboa se os níveis de pluviosidade intensos que ocorreram, sobretudo, entre as 9h e as 10h da manhã de sábado, ocorressem em Lisboa. Estaria a capital portuguesa preparada?

    publicado por LX Sustentável às 11:54
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    Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

    Belém com lama e lixo há três meses

    É uma das notícias do dia no que toca à sustentabilidade de Lisboa. O tema já tinha sido abordado pelo jornal i a 5 de Fevereiro e voltou hoje às páginas dos jornais: a zona envolvente da Torre de Belém é desde Dezembro “um cenário de lama, lixo, buracos e entulhos”.

     

    As palavras são do gratuito Metro – aliás, o nosso título deveria ter aspas porque foi retirado, ipsis verbis, do Metro –  e explicam bem a gravidade da situação. Segundo o Metro – e como tinha já sido referido pelo i – a zona envolvente da Torre de Belém encontra-se assim desde a Cimeira Ibero-Americana, no início de Dezembro último.

     

    “É lamentável” – explicou ao metro Paulo Ferrero, do movimento Fórum Cidadania LX, que recordou que aquele espaço recebe perto de meio milhão de visitantes por ano. Aliás, a Torre de Belém é mesmo o monumento lisboeta mais visitado pelos turistas.

     

    Segundo a Câmara Municipal de Lisboa, também contactada pelo Metro, “decorrem obras de limpeza, mas dependem muito do tempo que se faz sentir”.

     

    “Temos ainda um projecto elaborado para recuperar a zona”, explicou uma fonte do gabinete do vereador José Sá Fernandes.

     

    A verdade é que, quase três meses depois da cimeira, o espaço encontra-se assim (a foto é do Cidadania LX). Segundo o gabinete de Sá Fernandes, as obras já terão começado há três semanas e têm fim previsto para a Primavera.

     

    O que acharão os turistas – e lisboetas… - desta situação? Será que este entulho não deveria ter sido “resolvido” no final da cimeira?
     

    publicado por LX Sustentável às 16:57
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    Em Madrid, os carros eléctricos vão ter estacionamento gratuito

    Os carros eléctricos estão a ganhar cada vez mais terreno na Europa. Segundo a Agencia EFE, agora foi a vez de Madrid anunciar que vai permitir que estes veículos possam começar a utilizar, de forma gratuita, os lugares de estacionamento municipal.

     

    Para Ruiz-Gallardón, alcaide da capital espanhola, “será apenas uma questão de tempo até os carros eléctricos começarem a ser vistos no centro de Madrid”, por isso o município vai construir 280 postos de carregamento de baterias para estes veículos.

     

    O governo regional espanhol decidiu ainda alterar a lei da propriedade horizontal para que qualquer cidadão possa instalar um carregador nos lugares de garagem sem necessitar da aprovação da maioria dos moradores, como até agora era feito.

     

    O alcaide de Madrid pretende, ainda, que até ao final do ano toda a frota dos veículos municipais, que já conta com 46 veículos eléctricos, seja constituída por carros eléctricos.

     

    “Não tenho nenhuma dúvida de que dentro de pouco tempo, a utilização do veículo eléctrico no centro das grandes cidades será bem maior. Além disso, estou absolutamente disposto a cumprir as directivas europeias relativamente à qualidade do ar. Espero que no final do ano todos os veículos municipais possam ser classificados como frota verde”, referiu Ruiz-Gallardón.

     

    Recorde-se que a sustentabilidade é um dos eixos principais da actual presidência espanhola da União Europeia. Quando anunciou esta novidade, em Novembro passado, o Ministro do Fomento espanhol, José Blanco, disse mesmo que a mobilidade sustentável teria um importante papel nesta estratégia e que, por isso, Espanha iria ter uma Lei da Mobilidade Sustentável.

     

    “Não há sucesso sem uma mudança de mentalidades e sem o compromisso de todos”, explicou na altura. Agora, Madrid coloca em prática este compromisso. Para quando uma proposta idêntica em Lisboa?

    publicado por LX Sustentável às 11:44
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    Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010

    Clima: pontos de ruptura poderão aparecer sem aviso

    Hoje vamos trazer para discussão um tema que temos preparado há alguns dias e que, depois da tragédia da Madeira, nos parece adequado abordar. A notícia é da Science Daily – de 10 de Fevereiro – e explica que um novo estudo ecológico avisa que os pontos de ruptura climáticos (aqueles que trarão danos globais irreparáveis) poderão ocorrer sem qualquer aviso prévio.

     

    O estudo foi desenvolvido por Alan Hastings, da Universidade da Califórnia, e indica que será mais difícil – em relação àquilo que os especialistas pensavam – prever quando irão acontecer mudanças repentinas no sistema natural do planeta Terra.

     

    “Muitos cientistas estão à procura de sinais de aviso para as mudanças repentinas no sistema natural, com vista a conseguir parar essas mudanças ou melhorar a preparação para elas”, avançou Hastings. “Mas o nosso estudo descobriu que, infelizmente, essas mudanças – que trarão potencialmente grandes consequências – aparecerão sem aviso”.

     

    “Isso quer dizer” – continuou – “que alguns dos efeitos das mudanças climáticas nos ecossistemas serão apenas vistos quando chegarem os seus dramáticos efeitos. E nessa altura será difícil regressar ao nosso estado desejado, senão impossível”.

     

    O estudo foca-se em modelos ecológicos mas pode ser aplicados noutros sistemas complexos, sobretudo o que envolvam dinâmicas humanas.

     

    Os cientistas dizem que as mudanças climáticas já estão ter efeito directo nos extremos de clima que hoje assistimos, das chuvas intensas e frequentes às secas, ondas de calor, incêndios, inundações, faltas de água nas regiões áreas, novas e grandes vagas de peste, afectando colheitas e florestas ou em próprias doenças.

     

    Aliás, e segundo relembra o Science Daily, este alerta foi recentemente dado pelo conselheiro para a ciência do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

     

    Nos últimos Invernos e verões, em Portugal, o clima tem atingido cenários extremos. O que se passou no sábado na Ilha da Madeira, onde durante uma hora – entre as 9h e as 10h – choveu o equivalente a um mês normal, poderá não ser uma coincidência… Concorda?
     

    publicado por LX Sustentável às 17:16
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    Xangai já tem 500 mil terraços verdes

    É uma das mais recentes tendências das grandes cidades globais: os terraços verdes. Então veja: o Shanghai Greenery Administrative Bureau diz que já “enverdeceu” 500 mil terraços de edifícios daquela cidade chinesa. Segundo as autoridades de Xangai, desde que este projecto começou, em 2003, foram já investidos perto de 750 mil euros nesta inovadora estratégia de sustentabilidade urbana.

     

    “No início não estávamos muito confiantes em traçar um objectivo. Mas depois da pesquisa do ano passado, que mostrou que podemos tornar 20 milhões de metros quadrados de terraços em espaços verdes, começámos a adoptar diferentes formas de promover [esta solução]”, revelou Li Li, chefe do Secretary Office do Shanghai Landscaping Commitee.

     

    Segundo o site Creative Cities, os terraços verdes melhoram a eficiência energética, ao actuar como isoladores e re-utilizadores de chuva e águas cinzentas que, de outra forma, se perderiam.

     

    Pesquisas realizadas pelos responsáveis de Xangai demonstram que ter um jardim no terraço reduz a temperatura interior da casa em três ou quatro graus – sendo que isso corresponde a uma redução de utilização de electricidade - para ar condicionado - em 20%.

     

    Paralelamente, estes mini ecossistemas urbanos também são habitats para os insectos e pássaros, o que contribui para a biodiversidade (já que estamos no Ano Internacional da Biodiversidade...).

     

    Um pouco como o que aconteceu em Portugal com as energias renováveis, também em Xangai o Governo regional decidiu dar incentivos monetários para quem queria tornar os seus terraços em sítios verdes – pagando perto de metade do custo da conversão.

     

    Também Inglaterra, Canadá e França existem já projectos semelhantes, mas com menos incentivos. Em Toronto, Canadá, e ainda segundo a Creative Cities, foi mesmo aprovada em Maio passado uma lei que obriga todos os grandes edifícios a implementarem projectos de jardins no terraço – entre 20 a 60% do terraço, consoante o tamanho dos edifícios.

     

    E o leitor, acho que estes projectos seriam viáveis numa cidade como Lisboa? 

    publicado por LX Sustentável às 13:18
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