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    Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

    Trazer mais pessoas para viver em Lisboa

    Pode parecer estranho que, num blog sobre Lisboa, eu venha falar dos subúrbios da capital, mas eu acho que quem vive em Oeiras, Alverca, Vila Franca de Xira, Odivelas, Loures, Almada ou Cascais (esqueci-me de alguma?) devia votar em Lisboa e tem tanto a dizer sobre o que se passa nesta cidade como quem reside na capital.

     

    Provavelmente todos os habitantes de Lisboa, trabalhem ou não na capital, acabam por sentir na pele problemas de trânsito relacionados com quem, todos os dias, vai para a cidade – e leva o carro.

     

    Acho que há várias razões para isso acontecer. A primeira está relacionada com o mercado da habitação e preços exorbitantes que se pedem por uma casa – comprada ou arrendada – em Lisboa. O que obriga as pessoas que não têm 250 mil euros ou 700 euros, em cada um dos casos, para dar por um T2 a “emigrar” para outro lado.

     

    Depois, claro, temos a questão do trânsito. Todos os dias vejo milhares de carro na A5, na direcção a Lisboa. Quer passe por lá às 7h ou às 10h da manhã. E, pelo que vejo na televisão, este problema multiplica-se pelos outros acessos a Lisboa.

     

    Tem que haver um maior planeamento entre a cidade e os transportes públicos. Parece-me que Lisboa está bem servida de transportes públicos – mas há muitos subúrbios que precisam de mais autocarros ou metros de superfície para chegar a Lisboa. Isso certamente diminuiria o trânsito, visto que as pessoas passariam a deixar de levar o carro até ao trabalho – os que conseguem estacionamento, claro.

     

    Ainda hoje um amigo – que veio passar uns dias a Lisboa – me disse que a cidade era muito agradável, o problema é o trânsito. Pois é… Não tenho nenhum curso urbanístico mas, para mim, estes são os dois principais problemas da cidade de Lisboa: trânsito e preço alto das casas. Haverá outros, é certo, mas estes parecem-me os dois principais.
     

    Pedro Silva, Oeiras

    publicado por LX Sustentável às 11:24
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    4 comentários:
    De José Maria Tavares a 23 de Outubro de 2009 às 12:21
    O problema do trânsito existe em qq grande cidade, existem uma série de medidas que podiam ser tomadas para minorar esse problema, mas essas medidas requerem investimento, e a verdade é que ninguém quer seriamente investir. Em Portugal tudo é feito ad-hoc , sem planeamento como se costuma dizer fazemos as coisas ao correr da pena.
    Quanto à proposta de que os não residentes possam votar em Lisboa, acho completamente descabido pois e as pessoas da margem sul que também trabalham em Lisboa? Já agora todos os que por razões pessoais ou profissionais têm de estar no trânsito....
    De João Paulo Aires a 25 de Outubro de 2009 às 15:27
    Meu caro,

    NB que há formas de desincentivar o uso do transporte particular nas cidades que não exigem recurso a investimento (público) - antes pelo contrário: um exemplo poderia ser o de onerar "à seria!" quem faz questão de trazer o carro para o centro de Lisboa... apenas porque tem claustrofobia para andar de Metro, Carris ou CP...

    Além de beneficiar a questão ambiental (algo que pareceu estar um pouco arredado das cogitações do Senhor Pedro Silva de Oeiras...), esta solução (por exemplo um passe de 300 euros mensais, com dístico no para-brisas do carro, válido para acessos nos dias úteis...) poderia reduzir parte substancial das dezenas ou centenas de milhares de carros que todos os dias entopem alternadamente entradas e saídas de Lisboa.

    Com benefícios até para os transportes colectivos, que ficavam com as estradas libertas de carros.

    Eventualmente, se a procura do transporte público aumentasse, poderia fazer sentido usar essa receita para uma subsidiação dos operadores de transportes para estes poderem aumentar a frequência, a qualidade e os percursos dos transportes colectivos, face aos actualmente disponibilizados.

    A receita dos dísticos (de pelo menos 300 euros) poderia dar uma ajuda substancial para isso ser possível. Sem aumentar o custo dos bilhetes / passes - ou eventualmente até permitir a sua redução.

    Por outro lado, ao crescer o mercado dos transportes públicos iria melhorar o negócio dos operadores , gerar mais emprego, mais receitas, as condições de trabalho.

    E com a melhoria das recietas, poder reduzir a conflitualidade laboral deste sector (sobretudo em Lisboa e Porto) - que permite a muito poucos (5 ou 10 mil?) afectarem 200 ou 300 mil em cada dia de greve de transportes...

    As polícias, bombeiros. emergência médica, os taxis, as viaturas de distribuição de mercadorias, etc, todos iriam beneficiar por ter as estradas de Lisboa menos ocupadas com trânsito desnecessário...

    Até os utilizadores de bicicletas ou de motociclos, bem como todos os carros com o tal dístico (pelo menos 300 euros... cada) teriam todos melhoradas condições de circulação nas entradas, saídas, estacionamento e deslocações dentro da cidade...

    Os próprios custos de gestão e de manutenção das estradas poderiam ser reduzidos de forma substancial - em benefício (uma vez mais) de todos!

    As desvantagens? também há... Mas com o car sharing e outras iniciativas semelhantes (que cidades como Londres, Berlin e outras não têm problemas em adoptar!) podem-nas reduzir em muito!


    Grato!
    De Xico a 3 de Novembro de 2009 às 00:16
    Nem toda a gente usa carro por ter claustrofobia de andar de transportes. Há pessoas que moram fora de Lisboa e as condições de transportes não são as melhores. Vamos prejudicar essas pessoas injustamente? Outras por uma questão de tempo. Tempo é dinheiro como se diz. E nos tempos que correm pode ter que se recusar trabalho por impossibilidade de coordenar as coisas a nivel de tempo.
    Eu não tenho carro, mas por vezes se não arranjar boleias posso ter que recusar trabalhos esporádicos por questões de tempo. Quanto à claustrofobia, eu por mim não me importo de andar de transportes públicos, mas incomoda-me andar no meio da confusão. E andar de transportes públicos em hora de ponta sinceramente dá-me dores de cabeça!
    De Anónimo a 23 de Outubro de 2009 às 16:53
    A linha de Sintra ficou de fora por algum motivo? É que o concelho de Sintra tem mais gente que qualquer um desses (e corre o boato que talvez já tenha ultrapassado mesmo Lisboa).

    Também concordo que quem mora fora de Lisboa mas diariamente vem trabalhar nela, devia ter algo a dizer sobre a cidade. Em relação às casas, são preços altos sim, mas não serão assim em todas as capitais? A Câmara é que tem de reabilitar casas e trazer jovens para o centro.

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