Twitter

Twitter Updates

    Artigos Facebook

    Gestão sustentável de resíduos em Lisboa

    arquivos

    Julho 2010

    Maio 2010

    Abril 2010

    Março 2010

    Fevereiro 2010

    Janeiro 2010

    Dezembro 2009

    Novembro 2009

    Outubro 2009

    Setembro 2009

    Agosto 2009

    Julho 2009

    Junho 2009

    Maio 2009

    posts recentes

    Estamos aqui: lxsustentav...

    O LX Sustentável mudou

    Mais vale tarde do que nu...

    A resposta de Pachauri

    Ainda Brasília (mas agora...

    Não há cidades perfeitas ...

    Vamos ter uma Segunda Cir...

    Planeta pode entrar em ca...

    Siemens e LNEC vão avalia...

    Como seriam as cidades se...

    Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

    Lisboa: Eficiência energética dos edifícios em alta, diz Economist

    Como prometido ontem, hoje vamos analisar a categoria de edifícios. De facto, e tal como ontem dissemos para a categoria de energia, também em edifícios Lisboa obtém uma prestação positiva: 11ª em 30 cidades europeias.

     

    A Economist Intelligence Unit dá 7.34 pontos a Lisboa, em edifícios, em dez possíveis. A melhor cidade não ficou muito longe – com 9.44 pontos – sendo que a média das 30 cidades foi uma das mais baixas de todo o estudo: 5.95 pontos.

     

    Não sendo excepcionais notícias para Lisboa, não deixa de ser um resultado positivo para a capital portuguesa. Em análise estiveram três indicadores: consumo de energia nos edifícios residenciais (50%), iniciativas de eficiência energética nos edifícios (25%) e standards de eficiência energética nos edifícios (25%).

     

    Assim, e em relação aos indicadores quantitativos, Lisboa obteve 614.52 megajoules  por metro quadrado, contra 908.88 da média europeia. A análise do Economist foi clara: “Lisboa ficou em 11º lugar na categoria de edifícios graças às recentes políticas de promoção de usos mais eficientes de energia”, reflecte o estudo.

     

    E continua: “A situação actual deixa, no entanto, ainda espaço para melhorar. Havia perto de 250 mil edifícios em Lisboa em 2001 e a sua idade média era de 35 anos (perto de 55 anos no centro da cidade), o que tem uma correlação muito positiva com a insuficiente isolação”.

     

    O estudo diz ainda que apenas nos últimos anos a cidade se preocupou em melhorar a sua eficiência energética, o que não aconteceu antes, em parte, por causa do clima ameno. “A cidade encontra-se agora no topo do ranking dos standards de eficiência energética adoptados recentemente para os edifícios, juntamente com Estocolmo e Copenhaga. Ainda assim, são desapontantes as suas iniciativas para promover estas políticas”, refere o Economist.

     

    O estudo realça ainda a recente legislação aprovada para melhorar a eficiência energéticas de todos os novos edifícios – de raiz ou reabilitados. "A legislação aprovada em 2009 torna obrigatório que todos os edifícios novos, sujeitos a renovação, vendidos ou arrendados tenham um certificado de eficiência energética válido durante dez anos".

     

    Concorda com a Economist Intelligence Unit? Acha que Lisboa está no bom caminho no que toca à eficiência energética dos edifícios? Estamos à espera da sua opinião.
     

    publicado por LX Sustentável às 11:19
    link do post | comentar | favorito
    2 comentários:
    De André Coelho a 10 de Novembro de 2009 às 21:20
    Caros srs.(as),

    O artigo, embora com uma ênfase nitidamente positiva, parece incorrer nalgumas incongruências: o clima ameno mais facilmente levará os lisboetas a preocuparem-se menos com a eficiência energética, e não o contrário; por outro lado, o artigo diz ao início que têm sido implementadas políticas recentes de eficiência energética, para no fim dizer que têm sido desapontantes as iniciativas tomadas. Por outro lado, como profissional da área (da eficiência energética em edifícios), tenho noção de que ainda não passou tempo suficiente desde a implementação "em força" do sistema de certificação energética para se notar uma verdadeira melhoria no desempenho energético dos edifícios, com excepção de casos pontuais. A meu ver, o "bom" desempenho de Lisboa nesta avaliação terá mais a ver com aquilo que o falecido caro professor Canha da Piedade dizia aos seus alunos: "Este é o ambientalismo da penúria". "Ambientalismo" este que se fará sentir particularmente em épocas de crise. Mesmo assim, e vista a questão na globalidade, acredito que a cidade e o país esteja no bom caminho no que diz respeito à melhoria da eficiência energética do edificado, embora efeitos mensuráveis deverão apenas ser notados ao longo dos anos, com a continuidade da aplicação do sistema de certificação energética e respectiva promoção da eficiência enegética.

    Cumprimentos,

    André C.
    De jorgelopes a 12 de Novembro de 2009 às 01:03
    Nem desde sempre houve preocupações com a gestão dos recursos naturais. A perda da biodiversidade, as alterações climáticas, a degradação das águas e dos solos, a situação da camada de ozono, os poluentes orgânicos, entre outros, são assuntos relativamente recentes, que só nos últimos trinta anos estão ser considerados prioritários na Agenda Mundial ONU (United Nations Division for Sustainable Development,1).
    A tomada da Europa para uma sociedade “Low Carbon” é um objectivo politico e estratégico que está a ser traçado pela União Europeia. Este objectivo significa que, para além da dimensão do conhecimento e da dimensão social, na competitividade económica será intregada a dimensão do desenvolvimento energético e ambiental.
    São três os sectores que devem contribuir intensivamente para se alcançar uma melhoria a nível de desempenho energético-ambiental da sociedade.
    O sector da construção que é responsável por mais de um terço das emissões de CO2, para a atmosfera.
    O sector da industria que é responsável por quase um terço das emissões de CO2, para a atmosfera.
    Por sua vez o sector dos transportes gera as restantes emissões de CO2, para a atmosfera.
    Contribuindo desta forma cada um deles para o aquecimento global do planeta, e para a emissão de gases de efeito estufa (GEE).
    Uma mudança de atitude é essencial para inverter as actuais tendências negativas, há novos valores que precisam ser introduzidos de forma transversal e sistematica em todas as actividades do sector da construção como seja:
    Maximizar a qualidade do ar interior e o conforto ambiental no meio edificado para aumentar a saúde e a produtividade dos utilizadores.
    Minimizar os impactos energéticos ambientais que são criados pelo meio ambiente.
    Facilitar a operação e manutenção do meio edificado para minimizar a sua degradação e os respectivos custos.
    Maximizar a atractividade do meio edificado para aumentar o grau de identificação das pessoas com o espaço em que habitam e trabalham ou que vesitam.
    Uma boa concepção na construção de um edifício proporciona uma boa interacção entre o edifício e o clima, além de aumentar a sua eficiência na utilização dos recursos não renováveis ao longo do seu ciclo de vida.
    Portugal ao subscrever o Protocolo de Quioto, comprometeu-se a minimizar o impacto das emissão dos GEE.
    No que toca ao sector da construção, tem sido desenvolvido o Programa para a Eficiência Energética em Edifícios, que tem como objectivo final a melhoria da eficiência energética nos edifícios, cobrindo todos os tipos de consumo.
    O novo RCCTE, vem reforçar as exigências de qualidade térmica ao nível da envolvente do edifício e impõe limites à qualidade do ar interior e aos consumos energéticos, onde se inclui a preparação de águas quentes. Contabilizam-se tanto as energias renováveis, como o solar térmico.
    A Certificação Energética dos edificios é uma medida promovida pela Comissão Europeia com o objectivo de motivar a mudança de práticas no sector da construção da Europa, aumentando a informação que se encontra ao dispor do utilizador final e assim também o seu poder de escolha.
    O novo RCCTE (DL 80/2006) é a transposição parcial da Directiva n.º 2002/91/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro, relativa ao desempenho energético dos edifícios, SCE - RCCTE. Tem como objectivo a melhoria do desempenho energético dos edifícios da Comunidade Europeia, tendo em conta as condições climáticas externas e as condições locais, bem como as exigências em matéria de clima interior e de rentabilidade económica. Através da directiva foram estabelecidos requisitos de:
    • Enquadramento geral para uma metodologia de cálculo do desempenho energético integrado nos edificios
    • Aplicação de requisitos mínimos para o desempenho energético dos novos edifícios.
    • Aplicação de requisitos mínimos para o desempenhos energético dos edifícios existentes, como os que são sujeitos a importantes obras de renovação.
    • Certificação energética dos edifícios.
    • Inspecção regular de caldeiras e instalações de ar condicionado nos edíficios.

    Comentar post

    pesquisa

     
    Perfil de Lisboa Sustentável
    Lisboa Sustentável's Facebook Profile
    Cria o Teu Crachá

    Categorias

    todas as tags

    Parceiros












    Media Partners









    subscrever feeds