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    Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

    Transportes em Lisboa: 25º lugar (em 30 possíveis)

    Continuamos hoje a escalpelizar o estudo que a Economist Intelligence Unit desenvolveu para a Siemens sobre a sustentabilidade em Lisboa (e em outras 29 cidades europeias).

     

    A categoria abordada hoje é a de transportes e, por múltiplos factores que abordaremos mais à frente neste post, Lisboa não conseguiu melhor que o 25º lugar – o pior entre as oito categorias apresentadas.

     

    Assim, Lisboa arrecadou 4.73 pontos em dez possíveis em Transportes, menos que a média das 30 cidades (6.08) e que a melhor cidade (8.81).

     

    Para a nota final contaram quatro indicadores: utilização de transporte não-automóvel (40%), tamanho da rede de transportes não-automóvel (20%), promoção do transporte verde (20%) e políticas de redução de congestionamento (outros 20%).

     

    Assim – e esta primeira análise parte de dados de 2003 – cerca de 22% da população de Lisboa vai a pé ou de bicicleta para o trabalho, contra 20,94% da média das outras cidades. Por outro lado, a percentagem de pessoas que utiliza o transporte público para se deslocar ao local de trabalho é de 44%, contra 41,56% da média das outras cidades.

     

    Finalmente – e agora entram em análise dados de 2008 – o tamanho das ciclovias em Lisboa é de 0,01 km/km², contra 1,15 da média das outras cidades; e o tamanho da rede de transportes públicos não ultrapassa os 0,69 km/km², contra os 2,33 da média das outras cidades analisadas.

     

    A análise do Economist não podia ser mais clara em relação a estes resultados. “Lisboa está mal colocada nesta categoria, em 25º lugar, sobretudo porque uma em três pessoas utiliza o seu próprio veículo para transportar-se na e para a cidade, segundo dados de 2003”, explica o estudo.

     

    E continua: “As ciclovias são quase inexistentes devido à íngreme topologia da cidade. O sistema de transportes públicos (comboio, metro e autocarro) é utilizado por 44% da população, que é ligeiramente superior ao da média do índex”, revela o Economist.

     

    Tendo em conta a relação dos transportes públicos com o ambiente, o estudo afirma que apenas uma parte da rede pública é composta por eléctricos e apenas 5% da frota de autocarros opera a gás natural. “Os autocarros híbridos devem começar a circular entre 2010 e 2011”, continua o estudo.

     

    Em relação às iniciativas propostas, o Economist foca a expansão do metro nas áreas suburbanas de Lisboa, o car-pooling e o plano municipal para aumentar o número de ciclovias e áreas pedonais.

     

    Concorda com esta análise do Economist? Como pode ver nos comentários que tivemos ontem sobre a análise da categoria de energia, há quem não partilhe da opinião deste estudo. Deixe-nos a sua opinião para podermos debater a sustentabilidade em Lisboa em toda a sua profundidade.

    publicado por LX Sustentável às 11:34
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