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    Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

    Concurso LXSustentável: podem participar!

    Como combinado, hoje lançamos aqui um concurso. O leitor terá que responder a duas perguntas relacionadas com o tema do blog, a sustentabilidade. A primeira tem como ponto de partida o estudo Green City Index, cujas conclusões para Lisboa já aqui demos conta nas últimas semanas, e a segunda a Cimeira de Copenhaga, que estamos a acompanhar dia-a-dia.

     

     

    Aqui ficam as questões:

     

    1. Lisboa ficou em 18º no Green City Index. Que cidade ficou em primeiro lugar no estudo?

     

    2. Se tivesse assento em Copenhaga, que medida ou medidas proporia para os países desenvolvidos reduzirem – e para os países em desenvolvimento limitarem – as emissões de gases causadores de efeito de estufa?

     

    O concurso decorre a partir de hoje e até ao dia 8 de Dezembro, terça-feira, data em que saberemos qual a cidade melhor posicionada no estudo. No dia 9 de Dezembro, quarta-feira, anunciaremos os vencedores e entraremos em contacto com eles.

     

    As respostas deverão ser enviadas através dos comentários e temos quatro assinaturas anuais da revista Visão para oferecer. Caso não consigam adivinhar a cidade melhor posicionada no estudo... calcularemos os quilómetros entre o vosso palpite e a cidade vencedora. Quem ficar mais perto, ganha.

     

    A subjectividade da segunda questão permite-nos, em caso de “empate”, decidirmos quem ficará com a assinatura anual da Visão.

     

    Estamos à espera das vossas respostas a partir de... agora! Até já.

    publicado por LX Sustentável às 15:13
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    4 comentários:
    De António C. a 27 de Novembro de 2009 às 15:37
    1. A cidade vencedora deverá ser Estocolmo.

    2. A medida a propor seria programas de revitalização dos centros, através de programas de re-habilitação promovendo preços especiais para casas de quem provar não possuir automóvel próprio. Esta medida ajudava a que mais pessoas conseguissem viver perto do local onde trabalham e reduziria as distâncias das deslocações.
    De Tiago Krusse a 27 de Novembro de 2009 às 18:30
    !- Estocolmo, Capital Verde em 2010.
    2- Se tivesse assento em Copenhaga, lutaria para que os países industrializados reduzissem drasticamente as emissões de CO2 e exigia dos países mais poluidores verbas para destinar aos países mais carenciados e em vias de desenvolvimento, para que os efeitos de alterações climáticas sentidos nos paises com menos infraestruturas possam fazer face às intempéries que irão sofrer nos momentos mais próximos.
    Propunha ainda uma Lei Universal a todos os produtos inseridos na cadeia alimentar humana, para que a composição e a origem desses produtos seja perfeitamente infromada aos consumidores.
    Por fim, porpunha uma quota obrigatória, por país, para o aumento de áreas protegidas.
    De Alexandre Cardana a 3 de Dezembro de 2009 às 17:01
    1) A primeira classificada no estudo Green City Index foi Estocolmo.


    2) Proporia uma série de medidas:

    a) possibilidade de utilizadores de títulos de transportes mensais colectivos poderem descontar o seu valor no IRS, promovendo o uso do transporte publico.
    b) ainda no campo do transporte colectivo, seria interessante pressionar os governos nacionais a implementarem legislação que premiasse as operadoras de transportes públicos que se convertessem em operadoras com uma eco-consciência, passando a converter as suas frotas em frotas mais amigas do ambiente (bio diesel, electricidade)
    c) já aos governos caberia a tarefa de converter todas as suas frotas em frotas verdes num prazo pré-definido (10 anos parece-me ajustado), em que a grossa fatia da requalificação seria efectuada no primeiro terço desse prazo, de modo a desacelerar os crescentes efeitos de estufa.
    d) quanto aos países em vias de desenvolvimento, penso que seria interessante inverter a tendência histórica dos países do norte explorarem todos os recursos naturais dos países do sul. Assim, caberia aos países mais ricos do mundo criar um fundo que financiaria o desenvolvimento de indústrias verdes nos países mais pobres do mundo. Governos de países sub-desenvolvidos veriam os seus esforços recompensados com fundos estruturais tão necessários para o desenvolvimento destes. Este financiamento seria obviamente a fundo perdido, de modo a não agravar a já preocupante dívida externa que estas nações já contraíram. Seria também justo convidar os países mais ricos a participar no fundo em igual proporção à que poluem (EUA e China seriam assim os maiores financiadores do fundo.)

    Penso que seriam medidas interessantes, não conhecendo na realidade a capacidade/viabilidade de as implementar.
    De Vasco Portugal a 7 de Dezembro de 2009 às 15:10
    1-A cidade melhor posicionada para ficar em primeiro lugar no estudo Green City Index é Estocolmo.

    2- Nem sei por onde começar… Reduzir drasticamente as emissões de carbono, através do incentivo à utilização de transportes públicos (nomeadamente os cujas fontes sejam recursos renováveis). Incentivar a aposta em micro-geração na habitação (se as famílias forem capazes de produzir a sua própria energia e ainda vender à rede temos uma redução considerável na necessidade de criar energia através da combustão de recursos fósseis e consequentemente menos perdas de transporte na rede). Estímulos ao desenvolvimento das tecnologias de transformação de energia renovável (melhorar os rendimentos, redução dos preços e integração visual). Criar um plano de mitigação de centrais que recorram a recursos fósseis e consequente incorporação de centrais não poluidoras (desenvolvimento de projectos interessantes como centrais osmóticas e energia das ondas).
    Realçava a vantagem da manutenção de floresta virgem e interesse do respeito de designações como parques e patrimónios naturais.
    Politicas de incito a uma racionalização do consumo, uso mais eficiente da nossa energia e recursos (água especialmente).
    Aposta no conceito de carro eléctrico (desde que funcione de facto a electricidade que provenha de fontes de energia limpas) até para equilibrar as horas de vazio da produção eólica. Aliás, sempre me entusiasmou o conceito de partilha de transporte, por exemplo numa situação em que gradualmente abolimos todos os carros que consumam combustíveis fosseis, poderia se desenvolver um novo conceito (tipo Biking) de partilha de transportes eléctricos que se encontravam em vários pontos das cidades. Onde eram recolhidos, usados e estacionados no nosso local de destino para outro utilizador (obviamente complementado com uma eficiente e segura rede de transportes públicos).
    Os edifícios em Portugal são terríveis fontes de poluição e de ineficiência energética, começar a aplicar definitivamente a regulamentação existente e em alguns pontos em vez de sugestões passarem definitivamente a obrigações.

    Um abraço…

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