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    Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

    Copenhaga: os seis (5+1) que podem mudar o Mundo

    Na cimeira de Copenhaga estarão presentes 190 países, mas apenas seis (cinco + a União Europeia), serão realmente importantes para um acordo final: Brasil, China, Estados Unidos, Índia, Japão – e a União Europeia. O futuro da Cimeira de Copenhaga está nas mãos deles. Segundo a edição de hoje do gratuito Metro, existem diferentes pontos de vista, em relação à conferência do clima, das partes em discussão.

     

    Um a um, aqui ficam as expectativas para a Cimeira de Copenhaga:

     

    Brasil – É um dos três países, desta lista, que faz parte dos BRIC, juntamente com a Índia e a China. São países que contaram, nos últimos anos, com um forte desenvolvimento económico e que têm uma palavra muito importante a dizer em Copenhaga. O Brasil quer chegar a um acordo em Copenhaga – isto quer dizer que estará disposto a ceder -, e vai apresentar uma proposta de redução de 40% das suas emissões de gases com efeito de estufa até 2020.

     

    China – Como já aqui adiantámos, é um dos “problemas” da Cimeira. Já é o segundo maior poluidor mundial, atrás dos Estados Unidos, mas brevemente será o primeiro. Ontem, a China anunciou que não vai reduzir as suas emissões de carbono, uma medida que terá carácter vinculativo dentro de um mês. Esta posição deverá influenciar negativamente as posições dos Estados Unidos e Japão.

     

    Índia – A sua posição já teve avanços e recuos e agora está na redução, entre 20 a 25%, da sua emissão de gases poluentes.

     

    Japão – O executivo nipónico é um dos que mais quer “trabalhar” em Copenhaga e adiantou que vai reduzir em 25% as suas emissões poluentes até 2020. Este acordo, porém, está dependente de uma vontade igual da China e Estados Unidos – uma exigência que poderá deitar por terra qualquer medida. Até 2050, por outro lado, o país concorda em baixar as suas emissões em 80%.

     

    Estados Unidos – Uma das partes mais importantes da Cimeira, enviou na semana passada uma mensagem de confiança quando anunciou que o seu presidente, Barack Obama, estará presente no primeiro dia de discussão. Porém, o maior poluidor do mundo não quer chegar aos níveis de redução de emissões de gases poluentes de outros países. Fica-se pelos 17% até 2020 e 30% até 2025. Isto, se o Congresso aprovar.

     

    União Europeia – Propôs uma redução em 20% das suas emissões até 2020, mas os países que a compõem têm mostrado várias reservas em relação a um acordo (sobretudo os anfitriões dinamarqueses e outros países nórdicos). A UE tem apontado o dedo à China e Estados Unidos por estes não se mostrarem interessantes num acordo total e mais exigente. Mas a verdade é que a própria UE não conseguiu cumprir o objectivos previstos no Protocolo de Quioto, emitindo um total de mais 4,4% de gases com efeito de estufa que o previsto.

    publicado por LX Sustentável às 11:04
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