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    Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

    Qual será a cidade mais sustentável da Europa?

    Estocolmo? Copenhaga? Oslo? Paris? Londres? Amesterdão? Qual será a cidade mais sustentável da Europa? Ainda tem tempo, o concurso LXSustentável continua aberto até dia 8 de Dezembro, terça-feira.

     

    Em jogo estão quatro assinaturas da revista Visão e, claro, a oportunidade de dar sua a opinião sobre dois temas que, neste final de década, estão na agenda dos principais países, líderes e de todos os cidadãos do mundo: a sustentabilidade urbana e as alterações climáticas.
     
    Aqui ficam as questões, que podem ser respondidas através dos nossos comentários.
     
    1. Lisboa ficou em 18º no Green City Index. Que cidade ficou em primeiro lugar no estudo?
     
    2. Se tivesse assento em Copenhaga, que medida ou medidas proporia para os países desenvolvidos reduzirem – e para os países em desenvolvimento limitarem – as emissões de gases causadores de efeito de estufa?
     
    Continuamos à espera das vossas respostas. Até já
     

    publicado por LX Sustentável às 16:01
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    3 comentários:
    De Ricardo António a 7 de Dezembro de 2009 às 17:32
    . Lisboa ficou em 18º no Green City Index. Que cidade ficou em primeiro lugar no estudo?

    R:Oslo

    2. Se tivesse assento em Copenhaga, que medida ou medidas proporia para os países desenvolvidos reduzirem – e para os países em desenvolvimento limitarem – as emissões de gases causadores de efeito de estufa?

    R: Criação de políticas defensoras do princípio do poluidor-pagador. Como? Através de um modelo Top-Down, onde o Estado decide quais os tectos de emissões de carbono a cumprir e onde o estado aplica taxas de carbono sobre a compra/utilização e produtos mais poluidores. A aplicação de taxas que responsabilizam todos os consumidores, juntamente com tectos de emissões bem calculados, permitindo que o comércio livre de emissões possa funcionar como forma de redução das emissões para empresas e simultaneamente como modelo financiador de investigação de energias limpas e da transferência de verbas necessária para financiar os países em vias de desenvolvimento, será a única via para resultados palpáveis num espaço de tempo razoável. O acompanhamento e fiscalização destas medidas bem como a gestão das verbas que elas produzem são factores cruciais para o sucesso das mesmas. Os países desenvolvidos têm que pagar a factura de um desenvolvimento mais limpo para os países em vias de desenvolvimento. A pobreza é uma questão a resolver e a pagar pelos países do hemisfério norte, mas o desenvolvimento não pode ser feito à custa dos modelos energéticos poluidores que nos garantiram os actuais índices de conforto em que vivemos. É uma falsa questão pensar que se nós crescemos e estamos confortáveis, agora será a vez dos países em vias de desenvolvimento fazer o mesmo. O que deve acontecer é que as verbas provenientes das medidas que referi acima, devem ser canalizadas para o fortalecimento dos estados mais pobres e sobretudo na criação e geração de energias mais limpas, Às custas das quais deverá ser feito o desenvolvimento destes países em vias de desenvolvimento. Por último, Copenhaga deve iniciar uma questão ética de decrescimento do consumo e de mudança de paradigma do desenvolvimento. Este deve lentamente deixar de ser feito à custa do consumo desenfreado, pilar sob o qual assentou grande parte do modelo de desenvolvimento das sociedades em que vivemos. Todos somos parte da culpa e todos somos parte da solução!
    De cristiana rodrigues a 7 de Dezembro de 2009 às 17:50
    1 - R:Copenhaga

    2. R: Criação de políticas defensoras do princípio do poluidor-pagador. Como? Através de um modelo Top-Down, onde o Estado decide quais os tectos de emissões de carbono a cumprir e onde o estado aplica taxas de carbono sobre a compra/utilização de produtos mais poluidores. A aplicação de taxas que responsabilizam todos os consumidores, juntamente com tectos de emissões bem calculados, permitindo que o comércio livre de emissões possa funcionar como forma de redução das emissões para empresas e simultaneamente como modelo financiador de investigação de energias limpas e da transferência de verbas necessária para financiar os países em vias de desenvolvimento, será a única via para resultados palpáveis num espaço de tempo razoável. O acompanhamento e fiscalização destas medidas bem como a gestão das verbas que elas produzem são factores cruciais para o sucesso das mesmas. Os países desenvolvidos têm que pagar a factura de um desenvolvimento mais limpo para os países em vias de desenvolvimento. A pobreza é uma questão a resolver e a pagar pelos países do hemisfério norte, mas o desenvolvimento não pode ser feito à custa dos modelos energéticos poluidores que nos garantiram os actuais índices de conforto em que vivemos. É uma falsa questão pensar que se nós crescemos e estamos confortáveis, agora será a vez dos países em vias de desenvolvimento fazer o mesmo. O que deve acontecer é que as verbas provenientes das medidas que referi acima, devem ser canalizadas para o fortalecimento dos estados mais pobres e sobretudo na criação e geração de energias mais limpas, Às custas das quais deverá ser feito o desenvolvimento destes países em vias de desenvolvimento. Por último, Copenhaga deve iniciar uma questão ética de decrescimento do consumo e de mudança de paradigma do desenvolvimento. Este deve lentamente deixar de ser feito à custa do consumo desenfreado, pilar sob o qual assentou grande parte do modelo de desenvolvimento das sociedades em que vivemos. Todos somos parte da culpa e todos somos parte da solução!
    De Joana Moreira a 7 de Dezembro de 2009 às 18:43
    1 - Estocolmo

    2 - Tentaria implementar mais medidas educativas para informar e formar os cidadãos. Por outro lado, tentaria implementar medidas mais firmes junto do tecido empresarial/industrias com o intuito de reduzirem os valores das emissões de gazes.

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