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    Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

    Concurso LXSustentável, parte 2

    Respondendo à sugestão do nosso leitor Nuno Rafael Relvão para o nosso segundo concurso, podemos garantir que todos os nossos leitores que participaram no primeiro concurso podem re-equacionar e re-enviar a(s) sua(s) proposta(s) para combater o aquecimento global e as alterações climáticas.

     

    Paralelamente, e como já tínhamos referido, todos estes concorrentes participam automaticamente no segundo concurso.

     

    Recorde-se que o concurso decorre até 18 de Dezembro, sexta-feira, conta com o apoio da revista Visão e irá oferecer à melhor resposta um acumulador de 1,7 kW, com montagem, colocação e outros serviços incluídos. O valor total do acumulador é de 398 euros e a oferta é da Siemens.

     

    Para ganhar o acumulador basta responder a esta questão (apenas a melhor resposta será premiada).

     

    1. Se pudesse ter assento na Cimeira de Copenhaga, que medida ou medidas proporia para que os vários países, desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, limitassem as emissões de gases causadores de efeito de estufa? 
     
    Ficamos à espera das vossas propostas na caixa de comentários. Até já

    publicado por LX Sustentável às 16:46
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    7 comentários:
    De Jorge Bonifacio a 11 de Dezembro de 2009 às 18:12
    Nao estou de acordo com o mercado de emissoes, pois a pesar de dar dinheiro a paises pobres e em vias de desnvolvimento vai permitir que os paises industrializados (ricos) possam continuar com as emissoes. Aos paises subdesenvolvidos se devia tracar um programa que evite os erros dos paises desenvolvidos.
    Em geral, julgo que se devia apostar na educacao.
    devia-se apostar na investigacao de materiais reciclaveis de construcao e electronicos, veja-se o caso das turbinas eolicas que depois de acabar a sua vida util serao igual de prejudiciais que o carros que vao para a sucata.
    Investigar na maior eficiencia de certas energias renovaveis, por exemplo no paineis fotovoltaicos quenecessitam uma enorme area para produzir o mesmo que uma turbina eolica.
    Acho que dar incentivos as energias renovaveis ´´e mau, o que se deve e' penalizar quem usa as energias derivadas do petroleo.
    Investigar um combustivel que pudesse ter as mesmas caracteristicas de armazenamento do hidrogenio mas que reduzisse os problemas tecnicos e por consecuencia financeiros.
    Sao algumas ideias ... arrisquem-se a mandar algumas ideias
    De Luís Rêgo a 14 de Dezembro de 2009 às 12:10
    Penso que será muito complexo travar as emissões, pois depende de muitas vontades.
    Mas há muito a fazer e há muito potencial a aproveitar, tal como a microgeração em meio urbano.
    Lisboa, por exemplo, tem muitos telhados que poderiam ser aproveitados para a colocação de painéis fotovoltáicos .
    A venda dessa energia à rede (EDP) permitiria ainda que os condomínios obtivessem verbas para as obras de reabilitação e manutenção dos prédios, obras essas que poderiam incorporar materiais e soluções energicamente mais eficientes e ambientalmente mais sustentáveis.
    Cumprimentos
    Luís Rêgo
    De Anónimo a 14 de Dezembro de 2009 às 16:07
    Não podemos ficar à espera que sejam os governos a tomar decisões. A iniciativa tem que partir de cada um de nós, individualmente. Eles são apenas duas centenas, nós somos 7 mil milhões! Podemos mudar tudo, se nos empenharmos e estivermos dispostos a abdicar de algumas coisas. Com essa convicção e empenho, podemos mudar o mundo, não amanhã porque amanhã será tarde demais, mas sim hoje mesmo.
    Apoiamo-nos muito na reciclagem mas a ideia não é reciclar, ou encontrar alternativas. Estes actos ajudam, sem dúvida, e são importantes e válidos, mas apenas vão remediando e adiando o problema.
    A ideia é mesmo, abdicar. A reciclagem não é a solução.
    A solução é, CONSUMIR MENOS E MELHOR.
    Se queremos um mundo melhor vamos ter que abdicar de algumas coisas, é inevitável! Por exemplo: se alguém quer emagrecer, não pode continuar a comer bifes com batatas fritas e molho de natas! Até pode ir ao ginásio ou tomar pílulas de emagrecimento, mas na realidade não está solucionar o problema. Para erradicar o problema vai ter que abdicar, neste caso, ou da elegância ou dos bifes com natas.
    Com a sustentabilidade acontece a mesma coisa, ou abdicamos ou continuamos a remediar até ao dia em que os estragos se tornarão irreversíveis!
    Mas abdicar não significa viver pior, significa MUDANÇA! É mudar é positivo!
    Por onde é que podemos começar? Pelos automóveis. É forçoso abdicar do nosso carro. USE O AUTOMÓVEL APENAS PARA EMERGÊNCIAS.
    Se de repente todos começarem a usar os transportes públicos, estes vão ter forçosamente que melhorar .
    EVITE OS PLÁSTICOS E EMBALAGENS A TODO O CUSTO. O plástico pode dar muito jeito no dia a dia, mas é um flagelo mundial, não se degrada.
    COMA MENOS CARNE, ou deixe mesmo de comer carne. O seu corpo agradece e o planeta também. Esta indústria é extremamente poluente e usa demasiados recursos preciosos tal como a água. Florestas inteiras estão a ser devastadas no planeta para criar pastagens para criação de gado.
    APAGUE AS LUZES E POUPE ÁGUA.
    Se amanhã TODOS decidirmos atingir e cumprir uma meta, dá-se um milagre na Terra 
    De Filipa Simões a 14 de Dezembro de 2009 às 17:56
    Não podemos ficar à espera que sejam os governos a tomar decisões. A iniciativa tem que partir de cada um de nós, individualmente. Eles são apenas duas centenas, nós somos 7 mil milhões! Podemos mudar tudo, se nos empenharmos e estivermos dispostos a abdicar de algumas coisas. Com essa convicção e empenho, podemos mudar o mundo, não amanhã porque amanhã será tarde demais, mas sim hoje mesmo.
    Apoiamo-nos muito na reciclagem mas a ideia não é reciclar, ou encontrar alternativas. Estes actos ajudam, sem dúvida, e são importantes e válidos, mas apenas vão remediando e adiando o problema.
    A ideia é mesmo, abdicar. A reciclagem não é a solução.
    A solução é, CONSUMIR MENOS E MELHOR.
    Se queremos um mundo melhor vamos ter que abdicar de algumas coisas, é inevitável! Por exemplo: se alguém quer emagrecer, não pode continuar a comer bifes com batatas fritas e molho de natas! Até pode ir ao ginásio ou tomar pílulas de emagrecimento, mas na realidade não está solucionar o problema. Para erradicar o problema vai ter que abdicar, neste caso, ou da elegância ou dos bifes com natas.
    Com a sustentabilidade acontece a mesma coisa, ou abdicamos ou continuamos a remediar até ao dia em que os estragos se tornarão irreversíveis!
    Mas abdicar não significa viver pior, significa MUDANÇA! É mudar é positivo!
    Por onde é que podemos começar? Pelos automóveis. É forçoso abdicar do nosso carro. USE O AUTOMÓVEL APENAS PARA EMERGÊNCIAS.
    Se de repente todos começarem a usar os transportes públicos, estes vão ter forçosamente que melhorar.
    EVITE OS PLÁSTICOS E EMBALAGENS A TODO O CUSTO. O plástico pode dar muito jeito no dia a dia, mas é um flagelo mundial, não se degrada.
    COMA MENOS CARNE, ou deixe mesmo de comer carne. O seu corpo agradece e o planeta também. Esta indústria é extremamente poluente e usa demasiados recursos preciosos tal como a água. Florestas inteiras estão a ser devastadas no planeta para criar pastagens para criação de gado.
    APAGUE AS LUZES E POUPE ÁGUA.
    Se amanhã TODOS decidirmos atingir e cumprir uma meta, dá-se um milagre na Terra :)
    De Luis Pires a 16 de Dezembro de 2009 às 00:13
    Uma das medidas que proporia na cimeira de copenhaga é a aposta no desenvolvimento dos automoveis movidos com motores electricos e também a tecnologia de automoveis movidos a hidrogenio. Ambas as tecnologias têm zero de emissões de gases nocivos para a atomosfera, e como sabemos um dos grandes contribuintes para o aquecimento global é o automovel, pois lança diariamente grandes quantidades de co2 para a atomosfera. Com esta medida tenho a certeza que se resolvia, em grande parte, o problema de efeito estufa, para além de se prolongar por mais anos as reservas de petroleo.
    Outra medida era concentrar esforços para uma melhor educação ambiental global, reforçando uma educação que pode num futuro proximo elevar a nossa qualidade como consumidores e como defensores do meio ambiente.


    De Filipe Alves a 16 de Dezembro de 2009 às 10:53
    Bom dia,

    imaginando que ocuparia o assento destinado a Portugal no COP15 e equacionando três cenários hipotéticos proporia o seguinte:

    Cenário 1 (Seriam dados a Portugal poderes ilimitados de decisão): Proporia uma enorme restruturação do actual sistema económico/financeiro global ou qual está na causa de toda a destruição humana e ambiental que temos vindo a experienciar desde o início do século XX. A Economia é uma ciência limitada, incompleta e bastante destrutiva para o capital natural (o qual não entra nas suas principais equações) e o capital humano. Uma reestruturação a este nível seria suficiente para a alteração de paradigma necessária para parar a taxa de destruição do nosso capital natural, cujo bode expiatório mais simples têm sido as GHG.

    Cenário 2 (Portugal seria apenas mais uma voz perdida na gritaria de números e na luta de egos entre líderes): calava-me e proponha que todos se calassem.

    Cenário 3 ( Portugal teria a sua voz ouvida como todos os outros países de forma democrática, equilibrada e contributiva): em primeiro lugar proporia uma sessão de debate sobre o que entendemos por PROGRESSO; Assim que nos afastassemos da PIBOMANIA e o verdadeiro conceito de progresso fosse alcançado tenho a certeza que muitos poucos contestariam que estamos num rumo profundamente errado e que existem três paradigmas que devem ser alterados rapidamente: Energia (energias renováveis); Alimentação (Agricultura biológica; grow and eat locally; promoção do vegetarianismo); Transportes (metro e veículos eléctricos para as cidades; comboio para médias distâncias; aviões a biofuel para grandes distâncias).
    Estas três áreas são, como certamente saberão, responsáveis por a grande maioria das actuais emissões, destruição da biodiversidade e avanço da insustentabilidade dos nossos modelos de "pseudo-desenvolvimento".

    Saudações Sustentáveis,
    De Filipa Simões a 16 de Dezembro de 2009 às 12:11
    Gostava de deixar, não outra sugestão, mas sim, um complemento à sugestão que deixei anteriormente :)

    Para que todos se sintam motivados e incentivados a poupar e a mudar de hábitos, devia investir-se na implementação de um sistema de recompensa e não apenas de penalização como existe actualmente. Somos penalizados quando ultrapassamos limites, mas não recompensados enquanto esforçados, empenhados e exemplares!
    Porque é que quem poupa na conta da água e energia não recebe uma recompensa para continuar a poupar? Porque é que as industrias e serviços que se empenham em gastar menos recursos, também não são recompensadas?
    A educação não passa apenas pela penalização, mas sim por um desafio tanto maior quanto gratificante, a RECOMPENSA.

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