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    Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

    A estória de um acordo adiado para Dezembro de 2010

    No final – e apesar de todos sabermos que não seria fácil um acordo substancial em Copenhaga – não deixou de saber a pouco. Porque as negociações foram complicadas mas já decorriam há dois anos, porque houve picos de entusiasmo que pareciam levar a um bom acordo para as partes e, sobretudo, porque a presença de Barack Obama no último dia parecia inspirar os restantes líderes mundiais a abdicarem da parte em prol do todo.

     

    E, no final, ficou um texto de duas páginas e meia de intenções mas sem obrigações. Como escreve hoje no Diário Económico o jornalista Luís Rego, “a montanha pariu um rato”.

     

    “Ultrapassada nas negociações pelos Estados Unidos e países emergentes, a Europa sai da Copenhaga frustrada e impotente para convencer o mundo”, continua o jornalista.

     

    Bem vistas coisas, este acordo remete para o pré-Cimeira, em que várias das partes anunciaram 2010 como sendo o cenário temporal mais realista para este tipo de acordo.

     

    “Temos de transformar isto num acordo vinculativo no próximo ano. A sua importância só será reconhecida quando for lei internacional”, referiu ontem o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon.

     

    Duas notas finais sobre a conferência. A primeira é o facto da Europa ter sido relegada para segundo plano na fase final das negociações; a segunda prende-se com o ascendente da dupla Estados Unidos e China – e a emergência do Brasil – na regulação geopolítica mundial. E isto não pode ser uma boa notícia para futuros acordos climáticos.

     

    Segundo os media, o acordo foi desenhado numa pequena sala do Bella Center de Copenhaga entre os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, da Índia, Manmohan Singh e o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao. O que terá mesmo motivado a ironia de Durão Barroso, o presidente da Comissão Europeia: “Quando é para baixar a ambição, a Europa não está presente”.

     

    Os europeus foram ambiciosos nas suas propostas e, com isso, relegados para segundo plano. Queriam um acordo sobre o clima e acabaram com um acordo para o desenvolvimento (criação de um fundo climáticos para os países mais pobres na ordem dos 30 mil milhões de dólares até 2012, onde o Japão e a União Europeia oferecem o triplo dos Estados Unidos…).

     

    Esta foi a cimeira dos Estados Unidos e dos BRIC. Como explicou hoje ao Público o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, “depois de dois anos de negociações e de tanto enfoque político em torno da cimeira é muito decepcionante que haja partes que não estão preparadas para o nível de ambição de que o mundo precisa”. Pode ser que o estejam em Dezembro de 2010.

    publicado por LX Sustentável às 11:40
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