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    Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

    Green City Index: curiosidades (1)

    Faltam três dias para acabar o ano e entramos agora em hora de balanços. O nosso, como é óbvio, não poderia deixar de ressalvar o Green City Índex e a sua importância para perceber para onde vão as cidades – e o que estas têm feito para promover a sustentabilidade.

     

    Como já revelámos aqui várias vezes, o 18º lugar conquistado por Lisboa, em 30 cidades analisadas, não foi, de forma alguma, um bom resultado. Há que, por isso, trabalhar mais e melhor para alterar esta situação.

     

    Hoje vamos iniciar uma série de posts sobre algumas das curiosidades do estudo – e que nos passaram, por uma ou outra razão, despercebidas.

     

    O melhor resultado. Foi conseguido por quatro cidades – Bruxelas, Copenhaga, Helsínquia e Estocolmo – na categoria de Environmental Governance. Um dez, a nota máxima. Seguiu-se, ainda nesta categoria, Oslo e Varsóvia (9.67) e, em CO2, Oslo, com 9.58 pontos.

     

    O pior resultado. Kiev, na categoria de Edifícios, com 0.00 pontos… Aliás, a capital ucraniana teve o pior resultado das 30 analisadas em cinco das oito categorias em análise. Só Dublin, em Transportes, Sofia, em Água e Bucareste, em Envioronmental Governance, conseguiram “bater” Kiev na última posição.

     

    A categoria com melhores resultados. Claramente, a de Envioronmental Governance. Também a categoria de Edifícios conseguiu alguns bons resultados, com seis cidades (Berlim, Estocolmo, Oslo, Copenhaga, Helsínquia e Amesterdão) a alcançarem mais de nove pontos.

     

    A categoria com piores resultados. Também, claramente, a de Energia. Aliás, esta conclusão pode ver-se pelo lugar de Lisboa (o 9º) e pela nota conseguida para chegar a esse lugar, um mediano 5.77.

     

    Voltaremos ainda hoje com mais dados curiosos sobre o estudo. O Green City Index, recorde-se, foi desenvolvido pela Economist Intelligence Unit, do The Economist, para a Siemens.

     

    publicado por LX Sustentável às 13:13
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