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    Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

    European Green City Index: curiosidades (3)

    Hoje continuamos à procura de curiosidades do estudo European Green City Index, desenvolvido pelo The Economist para a Siemens e que procurou saber a sustentabilidade em 30 cidades europeias.

     

    Maior riqueza, mais sustentabilidade. Segundo o estudo, existe uma correlação directa entre riqueza e sustentabilidade: ou seja, quanto mais ricas são as cidades – e os seus cidadãos – mais sustentáveis aparentam ser. E isto é verdadeiro não apenas em termos de infra-estruturas mas também em relação à ambição das políticas ambientais.

     

    Se analisarmos a posição e a “riqueza” de Lisboa, esta conclusão não invalida que cidades menos ricas que a capital portuguesa, como Budapeste, Varsóvia, Riga e Vilnius, tenham conseguido melhores resultados no estudo.

     

    Cai, assim, por terra, a teoria de que uma cidade mais desenvolvida economicamente será mais poluída e insustentável ambientalmente.

     

    “As cidades mais ricas não só são capazes de pagar infra-estruturas mais sustentáveis como também têm objectivos ambientais mais ambiciosos que os seus pares menos ricos. Por exemplo, duas das três cidades que nem sequer têm um plano ambiental são duas das três mais pobres”, revela o estudo.

     

    Tendo em conta esta relação entre riqueza e sustentabilidade, as cidades de Vilnius e Riga são as que melhores resultados têm.

     

    Cidades grandes também são sustentáveis. Esta é uma conclusão que, à partida, poderia causar algum espanto. Mas é verdade. Ainda que sejam as pequenas cidades que liderem o ranking, metrópoles com mais de três milhões de habitantes, como Berlim, Paris, Londres e Madrid, estão na primeira parte desta tabela. As excepções a esta regra são Atenas e Istambul, que ficaram, respectivamente, em 22 e 25º lugar.

     

    Uma sociedade civil forte… é importante na sustentabilidade das cidades. Apesar do estudo não avaliar directamente a importância de uma participação voluntária dos cidadãos nas organizações – sejam elas religiosas, profissionais ou de solidariedade – esta fica provada quando se compara o estudo do The Economist com outros estudos independentes. Cidades como Amesterdão, Copenhaga e Estocolmo – pela positiva – e de Sofia e Bucareste – pela negativa - são algumas das cidades que contribuem para chegar a esta conclusão.
     

    publicado por LX Sustentável às 16:05
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