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    Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

    O desafio das megacidades (2)

    Na segunda-feira escrevemos um texto sobre os desafios das megacidades. O texto tinha como ponto de partida um trabalho do jornal Oje - que procurou saber como será uma grande cidade em 2030 - e cita o estudo “Desafios das Megacidades”, elaborado pela MRC McLean Hazel e GlobeScan e patrocinado pela Siemens.

     

    A partir das conclusões do estudo, a Siemens elaborou uma perspectiva de como será uma cidade em 2030 – com base nas tecnologias disponíveis e em desenvolvimento. Esta cidade, diz o Oje, responde ao grande problema urbano actual: o crescimento exponencial e a decorrente urgência de uma gestão ambiental e de recursos mais eficiente.

     

    Para melhor esquematizar a cidade, a Siemens dividiu as áreas analisadas em Energia e Ambiente, Saúde, Mobilidade e Eficiência Energética – e hoje vamos falar das duas primeiras.

     

    A cidade foi “construída” – se assim se pode dizer –  para ter uma dimensão média – sendo que as conclusões a que a Siemens chegou foram, como diz o Oje, “no mínimo interessantes”.

     

    “[A cidade permite] uma poupança anual de 1,14 milhões de euros no orçamento anual, uma redução de 5,3 milhões anuais em custos de energia, bem como a diminuição em 29 mil toneladas nas emissões de CO2, isto é, 25%”, refere o jornal.

     

    Energia e Ambiente:


    1.Se a cidade for portuária, a ligação de um sistema dos navios a um circuito de energia intermédio deverá reduzir em 12 toneladas as emissões de CO2 por embarcação, e em 90% as emissões de partículas (fumos negros dos motores a diesel);

     

    2. Haverá um sistema eléctrico inteligente que vai gerir a integração de várias fontes de energia e monitorizar, em tempo real, a rede de consumidores;

     

    3. Serão utilizados geradores flutuantes no mar. Por serem instalados a vários
    quilómetros da costa, eliminam a poluição e geram energia limpa.

     

    Saúde:


    1.Será desenvolvida uma tecnologia focada no diagnóstico precoce, o que permitirá a redução de custos e incrementará a qualidade de vida;


    2.Os equipamentos serão mais rápidos e terão doses mais baixas de radiação;


    3.A interligação entre todos os centros levará ao aumento do trabalho online entre especialistas. Serão feitas também cirurgias comuns à distância. Isto reduzirá o número de viagens que médicos e especialistas terão que fazer.
     

    publicado por LX Sustentável às 13:03
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