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    Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

    O desafio das megacidades (3)

    Como previsto, concluímos hoje a análise ao estudo “Desafios das Megacidades”, elaborado pela MRC McLean Hazer e GlobeScan e patrocinado pela Siemens.

     

    O estudo pretende saber como será uma grande cidade em 2030 e, nos dois primeiros posts, abordámos alguns temas pertinentes sobre a sustentabilidade futura – e como as tecnologias disponíveis e em desenvolvimento vão mudar – para melhor, previsivelmente – uma metrópole. Pode aceder aos dois posts aqui e aqui.

     

    Hoje vamos falar das áreas de Mobilidade e de Eficiência Energética. Assim que incorporadas estas medidas, a megacidade, recorde-se, terá uma poupança anual de 1,14 milhões de euros no orçamento anual, uma redução de 5,3 milhões anuais em custos de energia – e a diminuição em 29 mil toneladas das emissões de CO2.

     

     

    Mobilidade:

     

    1. Os autocarros serão híbridos e reduzirão até 40% o seu consumo de energia – e até 50% o ruído. Será uma tecnologia fiável e com baixos custos de manutenção;
     

    2. Nessa cidade haverá comboios de alta velocidade: uma composição liberta sete quilos de CO2 durante uma viagem de 500 quilómetros, bastante menos que um avião (que liberta 70 quilos na mesma distância);
     

    3. Os sistemas de metro serão autonomizados e não terão condutor. Isto facilitará um serviço de 24 horas e sete dias por semana;
     

    4. O parqueamento será automático e o sistema vai encarregar-se de fazer a gestão dos espaços disponíveis;
     

    5. Os eléctricos de transporte público não terão cabos aéreos (acaba a poluição visual) e reduzirão em 30% o seu consumo de energia e em 80% as emissões de CO2;
     

    6. Finalmente, haverá também sistemas de gestão de tráfego. Esta tecnologia terá várias utilizações, desde a indicação de espaços de estacionamento até à sinalização de engarrafamentos a evitar;

     


    Eficiência Energética:

     

    1. Indústria: As fábricas digitais serão capazes de reduzir os custos de produção em 20% e o tempo em 60%. E haverá até 75% de poupança em equipamento relacionado com os processos industriais;
     

    2. Edifícios: um novo controlo individual dos espaços permitirá poupar entre 15 e 30% de energia. Nos edifícios de escritórios, o controlo central inteligente assegurará uma estimativa de poupanças individuais – consoante as necessidades. Isto permitirá também a poupança de até 80% nos custos de iluminação;
     

    3. Água: serão instalados sistemas de optimização de energia que permitam menos consumo para um maior rendimento;
     

    publicado por LX Sustentável às 17:10
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