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    Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

    Emerald City, a cidade perfeita (parte 2)

    Ontem iniciámos uma série de posts sobre Emerald City, tendo como base uma cidade ecológica e imaginária – criada pela CNN – mas que tem inovação reais, ou seja, desenvolvimentos sustentáveis que já existem ou estão prestes a existir em várias cidades.

     

    Hoje continuamos com a nossa contagem crescente - até ao número 23.

     

    3. A indústria é ecológica. Em Emerald City, a indústria terá de ser interdependente. E os produtos tóxicos utilizados por uma indústria terão, obrigatoriamente, de ser utilizados por outras indústrias vizinhas. A CNN dá como exemplo Copenhaga.

     

    Assim, a água utilizada pela refinaria da capital dinamarquesa serve como “líquido refrescante” para a central eléctrica vizinha – cujas partículas desperdiçáveis também são reaproveitadas para a fábrica vizinha – de materiais de construção. Consegue ser um bocado confuso, é verdade, mas é extremamente sustentável.

     

    4. O metropolitano é movido a passageiros... Sim, é verdade. A ideia tem-se falado muito nos últimos anos – aproveitar os passos dos passageiros para produzir energia – mas até agora apenas a estação de Tóquio, no Japão, a colocou em prática.

     

    O chão da estação de Tóquio permite transformar tráfego pedonal em 1.400 KW por dia – utilizados dentro da própria estação. Em Emerald City, o metropolitano também terá como base este sistema. Mas conseguirá produzir bastante mais energia.

     

    5. Os edifícios vão produzir mais energia do que a que gastam. Ventilação natural, isolação ou luz do sol como uma fonte de energia são excelentes formas de cortar a necessidade de um edifício por energia. “As cidades são muitas vezes seduzidas por tecnologias renováveis – e mais caras – em vez de reduzir a procura”, explica Coreina Chan, do Rocky Mountain Institute.

     

    Em Emerald City, todos os edifícios serão como o National Energy Lab, no Havai, onde o design do próprio edifício permite produzir mais energia do que o que gasta. Um edifício perfeito.


     

    publicado por LX Sustentável às 17:05
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