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    Segunda-feira, 8 de Março de 2010

    A casa do futuro vai custar menos 28%

    Voltamos hoje a um tema a que temos dedicados vários posts – o futuro dos edifícios – para revelar um projecto desenvolvido por investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e que promete continuar a “revolucionar” o mercado da construção.

     

    Esta indústria, recorde-se, está a passar por uma das mais importantes mudanças das últimas décadas. Segundo o CEO da consultora Atkins, Keith Clarke, dentro de 10 anos a indústria da construção estará radicalmente mudada. As novas regulações para o sector da construção, que já estão a ser debatidas no mercado britânico, chegarão brevemente também à União Europeia.

     

    Aliás, um dos principais temas da Construmat – feira de construção de Barcelona – do ano passado foi a construção sustentável, que está, de resto, a ser considerada uma das formas do sector da construção sair da actual crise. Por outro lado, as principais feiras de construção terão como tema, em 2010, a construção sustentável – ou a reabilitação sustentável.

     

    Mas volando ao trabalho da equipa de investigadores da Universidade de Coimbra, ela descobriu que, para além de mais sustentável, a casa do futuro poderá também ser mais barata: 28% mais barata. Segundo a Agência Lusa, o projecto assenta na utilização de aço leve e deverá ter um preço “quase imbatível” para o mercado português, de acordo com o coordenador da equipa de investigadores, Luís Simões da Silva. A casa – uma habitação unifamiliar – cumpre todos os requisitos técnicos, nomeadamente em termos de segurança, conforto térmico, acústico e de eficiência energética… tudo a baixo custo.

     

    “Esteticamente, mantém-se uma casa portuguesa”, afirmou Luís Simões da Silva à Agência Lusa. Uma das inovações é o processo modular de construção, que imprime à casa o conceito de versatilidade. Assim, e ao contrário do que se verifica com a construção tradicional, a casa pode ser modificada de um dia para o outro.

     

    “As pessoas num dia conseguem reformular a sua casa e passar de dois para um quarto ou aumentar um quarto porque todo o processo é modular e é muito fácil conseguir ampliar a casa, mudar a tipologia sem ter de a abandonar”, revelou o investigador.

     

    Outro pormenor (importante, nesta fase climática instável que atravessamos): a casa foi projectada para qualquer zona de Portugal e pode ser erguida na região sísmica mais gravosa – Sagres – no frio e neve da Serra da Estrela ou na ventosa zona costeira.

     

    O facto da casa ser construída em aço leve teve como pano de fundo um desafio lançado pela ArcelorMittal, maior grupo de aço do mundo, a grupos de investigadores de oito países.

     

    “Estamos a fazer esforços para que as empresas (de construção) comecem a aplicar este conceito”, concluiu o cientista. Se o conceito for – mesmo – ambiental e economicamente sustentável, ficamos ansiosos por esse momento.

    publicado por LX Sustentável às 16:21
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