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    Quarta-feira, 10 de Março de 2010

    Lisboa gastará 8,8 milhões para tapar buracos das ruas

    A medida foi anunciada ontem pelo vereador da Mobilidade, Infra-Estruturas e Obras Municipais da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fernando Nunes da Silva, e é referida hoje por todos os jornais. Em 2010, Lisboa vai investir 8,8 milhões de euros na reparação do pavimento de 280 ruas.

     

    Segundo o Destak, as principais artérias a entrarem em obras já a partir de Abril serão a Segunda Circular, Calçada de Carriche, Avenida do Brasil, Avenida Padre Cruz, Praça Paiva Couceiro e a zona envolvente do Príncipe Real.

     

    Paralelamente, também o pavimento de pequenos arruamentos de bairro vão melhorar, à medida que os esquemas de mobilidade destes são concluídos.

     

    Segundo explica hoje ao Diário de Notícias o responsável da Direcção Municipal de Projectos e Obras, Silva Ferreira, o investimento em pavimentos aumentará este ano 40% (de 6,3 milhões para os 8,8 milhões de euros), os arruamentos intervencionados crescerão 33% (de 210 para os 280) e também a área abrangida crescerá 21%: dos 95 para os 115 mil metros quadrados.

     

    “Estamos em situação de emergência neste sector, porque durante vários anos não se fez qualquer intervenção. O problema tem-se agravado muito nos últimos meses, porque tem chovido muito e com muita intensidade. Vai-se fazendo o trabalho de tapa-buracos, mas é só um remedeio, pois, passado algum tempo, já está tudo esburacado. Por vezes, é mesmo deitar dinheiro ao buraco ”, frisou Nunes da Silva.

     

    E continuou: “São estruturas muito antigas e sem capacidade para o tráfego actual, que é muito intenso e inclui autocarros e outros veículos pesados que não existiam quando essas vias foram criadas. A solução de fundo só chegará  no próximo ano, com o plano geral de renovação de colectores de drenagem, obras no subsolo e à superfície”.

     

    A verdade é que, ano após ano, ou melhor, Inverno após Inverno, a situação se repete: a capital portuguesa enche-se de buracos. Haverá solução (além da monetária) para este problema?

     

    Há ainda outra questão que queremos colocar. Não está em causa a reparação das estradas e ruas, que se saúda, a questão estará no que causa esta rápida deterioração das ruas: o excesso de tráfego. Não estará na altura dos lisboetas passarem a “copiar” a nova moda internacional de se aderir aos transportes públicos? E que medidas – para além destas – estão a ser tomadas, na capital, para incentivar os seus habitantes a faze-lo?

    publicado por LX Sustentável às 12:51
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