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    Sexta-feira, 9 de Abril de 2010

    A Direcção-Geral de Saúde e as cidades saudáveis

    As cidades estão na moda. Dito isto, acrescentamos que os últimos dias têm sido pródigos em artigos, reportagens e entrevistas sobre as cidades. O Jornal de Notícias e o Diário de Notícias têm informação diária sobre o que se passa nas cidades portugueses – em especial em Lisboa – o jornal i sempre dedicou, desde o seu lançamento, uma importante parte dos seus conteúdos ao que se passa nas cidades e até o jornal Público arrancou há semanas com uma nova secção de domingo denominada – claro está – cidades.

     

    Se ontem trouxemos aqui uma entrevista onde Manuel Salgado, vice-presidente e vereador com o pelouro do urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, fala sobre o futuro da cidade, hoje damos destaque a uma entrevista de Cláudia Weigert, arquitecta da Direcção-Geral de Saúde (DGS), ao jornal Destak (via Agência Lusa).

     

    Segundo Weigart, está nas mãos das autarquias impulsionar a construção de “cidades mais saudáveis” e que promovam a “saúde das pessoas”. Este é, aliás, o tema deste ano do Dia Mundial de Saúde – que se assinalou na quarta-feira: os efeitos da urbanização sobre a saúde das populações. De acordo com a arquitecta, a Organização Mundial de Saúde (OMS) pretende “chamar a atenção para se fazer um planeamento urbano que promova as cidades saudáveis e a saúde das pessoas”.

     

    “Na vertente de planeamento urbano, as autarquias podem ser agentes muito importantes na construção de cidades mais saudáveis”, explicou a responsável à Agência Lusa. Para a arquitecta, a forma como se organizam os transportes e a quantidade de espaços verdes motivam uma maior “mobilidade das pessoas” e mais “conexões sociais”.

     

    “É necessário fazer um planeamento em que se consiga aproveitar ao máximo os espaços que existem” e transformá-los em espaços verdes que contribuíam para a diminuição do ruído e da poluição atmosférica, revelou a responsável. As cidades já têm feito bastantes progressos neste sentido, mas isso não chega.

     

    Um exemplo: muitas autarquias apostam na criação de ciclovias, mas esquecem-se de fazer partes de estacionamento para este meio de transporte. Isso porque, enquanto que nas cidades europeias as bicicletas são utilizadas como meio de transporte, em Portugal são meramente vistas como desporto.

     

    “Se houvesse estacionamento, com alguma vigilância, junto às grandes estações de transportes públicos, superfícies comerciais e outros locais, provavelmente as pessoas utilizavam mais as bicicletas”, ressalvou.

     

    Leia o artigo do Destak na íntegra aqui.

    publicado por LX Sustentável às 12:41
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