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    Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

    Ainda o Metro de Lisboa: mais boas notícias

    É a notícia do momento. Segundo o jornal Público, o Metropolitano de Lisboa prepara-se para anunciar, no final de Agosto ou princípio de Setembro, o seu plano de expansão no concelho de Lisboa, que incluirá o prolongamento da Linha Vermelha até Campo de Ourique, a partir de São Sebastião.

    Este novo trajecto fará passagem também em Campolide e Amoreiras, sendo que em cima da mesa está ainda a expansão da Linha Verde até Carnide e da Linha Amarela até à Estrela.

    Segundo o jornal, está também em equação a criação de uma nova ligação entre as linhas de Carnide e Estrela. [O objectivo é criar uma nova ligação entre as linhas verde e amarela, para] funcionarem como uma circular e servirem melhor o centro da cidade”, reconheceu ao Público o vereador do Urbanismo e Planeamento Estratégico da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado.

    O técnico e professor catedrático Nunes da Silva é outro dos defensores da importância da extensão da Linha Amarela à Estrela e Alcântara, admitindo também estender esta linha até São Bento e Santo, unindo-a depois à Linha Verde no Cais do Sodré.

    Já falámos muito deste tema, o da mobilidade urbana, que é de extrema importância para Lisboa. A cidade parece que está partida entre uma zona bem servida de transportes e outra, que vai desde o Largo do Rato até a bairros residenciais como a Estrela, Campolide ou Campo de Ourique, que depende apenas do transporte rodoviário. O que origina, por isso, um trânsito e estacionamento caótico.

    Continuamos a pedir a sua opinião. Campolide, Campo de Ourique e Estrela deverão ter metro dentro de poucos anos. Que outras zonas da cidade deveriam também começar a ser servidas por este meio de transporte por excelência da cidades?
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    publicado por LX Sustentável às 11:21
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    Quinta-feira, 30 de Julho de 2009

    Metro vai chegar ao Hospital Amadora-Sintra em 2015

    Aí está mais uma boa notícia para a cidade de Lisboa. Segundo a Agência Lusa, o Metro vai chegar ao Hospital Amadora-Sintra, no concelho da Amadora, já em 2015. Esta expansão da linha azul implica a construção de três novas estações – Atalaia, Amadora-Centro e Hospital Amadora-Sintra – e um investimento de perto de 215 milhões de euros.

    O projecto foi apresentado hoje pela secretária de Estado dos Transportes e pelo presidente do Metro de Lisboa e servirá uma população de 60 mil pessoas.

    Actualmente, a linha azul do metro liga Santa Apolónia a Amadora-Este. Para que outras áreas ou locais da zona metropolitana de Lisboa deveria o Metro expandir-se? Ficamos à espera da sua opinião.
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    publicado por LX Sustentável às 15:27
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    Mais comboios, por favor

    Durante o ano de 2008 circularam menos 20 mil veículos por dia na Ponte 25 de Abril porque os seus proprietários decidiram utilizar a Fertagus para viajar. A afirmação pertence a Cristina Dourado, administradora-delegada da empresa que assegura as viagens de comboio entre Setúbal e Roma-Areeiro, via Ponte 25 de Abril.

    “[Esta situação originou] uma redução de 13 mil toneladas por ano nas emissões de dióxido de carbono”, referiu a responsável à agência Lusa. Mais do que isso, dizemos nós, permite esvaziar um pouco a cidade de carros – pelo menos vindos daquele acesso a Lisboa.

    Uma boa e interligada política de transportes é meio caminho andado para permitir uma cidade com menos filas de trânsito, menos emissões de dióxido de carbono, menos poluição sonora, entre outros benefícios. E como ninguém gosta de ficar entre duas a três horas, todos os dias, dentro de um carro em sistema de “pára-arranca”, soluções como a Fertagus, ou integradas com a Carris, CP ou Metro, por exemplo, só podem contribuir para uma melhor sustentabilidade de Lisboa.

    Ainda segundo Cristina Dourado, no primeiro semestre deste ano a Fertagus registou um crescimento de 3% no número de passageiros com passe e assinatura, chegando assim aos 85 mil passageiros transportados por dia – o equivalente a 26% dos clientes prescindir do carro em favor dos transportes públicos.

    Ainda assim, há trabalho a fazer. Segundo um estudo de satisfação e perfil e cliente elaborado pela empresa em Outubro de 2008, e embora o índice de satisfação ronde os 4,3 numa escala de 1 a 5, alguns utilizadores afirmaram que os “bilhetes são caros” e que “muita vezes viajam como sardinhas em lata”.

    A solução? Baixar os preços, incentivando ainda mais a utilização do transporte público, e colocar mais comboios em linha, sobretudo nas horas de ponta. Certamente que mais utilizadores passarão a utilizar este meio de transporte.

    E o leitor, que opinião tem sobre esta questão?
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    publicado por LX Sustentável às 11:03
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    Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

    Sustentabilidade também pode significar poupar dinheiro

    Continuamos na senda de exemplos de medidas de sustentabilidade que, promovidas por outras cidades, não deixam de ser boas ideias para uma futura aplicação em Lisboa. Desta vez deixamos a margem sul e seguimos para Norte – e novamente até à Maia.

    Segundo a edição de hoje do jornal Público, vai ser construído na Zona Industrial daquela cidade o novo Centro Operacional de Correio Norte (COC-N), um edifício onde a luz natural vai ser a grande prioridade, em detrimento da iluminação artificial, e onde as águas pluviais serão aproveitadas para o consumo de água não potável.

    O edifício, totalmente ecológico, será construído de raiz e, segundo o presidente dos CTT, Estanislau Costa, deverá permitir poupar cerca de 600 mil euros por ano.

    “[É] um projecto ambicioso [e que vai trazer] ganhos de eficiência nos horários e na distribuição”, explicou o responsável, citado pelo Público.

    São 17 mil metros quadrados por onde vão passar, todos os dias, cerca de um milhão e meio de objectos postais. O edifício vai custar 12,5 milhões de euros, deverá estar pronto em Novembro de 2010 e vai acolher 400 colaboradores.

    Se as previsões do presidente dos CTT estiverem correctas, em 20 anos o edifício ter-se-á pago. Sendo assim, sustentabilidade não é só responsabilidade social e ambiental, mas também uma boa notícia para o departamento financeiro das empresas que apostem nela.
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    publicado por LX Sustentável às 10:55
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    Terça-feira, 28 de Julho de 2009

    Setúbal vai ter plano de redução da pegada ecológica

    A Simarsul, empresa do Grupo Águas de Portugal que é concessionária da gestão e exploração do Sistema Multimunicipal de Saneamento de Águas Residuais da Península de Setúbal, vai ser a primeira empresa portuguesa a subscrever um compromisso de redução e compensação da pegada ecológica com a Quercus.

    Segundo o site rostos.pt. o compromisso tem a duração de cinco anos e surge depois de uma primeira fase de avaliação da pegada ecológica, um processo que se concluirá até ao final de 2009. A Simarsul compromete-se, assim, a implementar um plano que visa a promoção da eficiência dos recursos, das energias renováveis e do investimento em “capital natural”.

    Paralelamente, a empresa irá preservar, também com a Quercus, a Lagoa Pequena, junto à Lagoa de Albufeira. A associação de conservação da natureza está a elaborar um plano de redução que apostará na resolução ou mitigação dos impactes ambientais detectados e caracterizados no diagnóstico efectuado.

    A Quercus irá ainda ministrar acções de sensibilização e formação aos colaboradores da Simarsul, com vista à implementação do programa, e acompanhará a execução do plano. No primeiro trimestre do ano, ainda segundo o rostos.pt, serão apresentados os primeiros resultados desta parceria.

    Neste blog já tínhamos referido outro exemplo de sustentabilidade na margem sul do Tejo, na cidade do Barreiro. Aqui fica mais uma boa ideia para implementar um plano de sustentabilidade na cidade de Lisboa, vinda directamente da margem sul do Tejo.
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    publicado por LX Sustentável às 11:20
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    Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

    Lisboetas com mais soluções para reencaminharem os seus equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida

    Actualmente já não existem dúvidas de que o desenvolvimento económico e o crescimento populacional verificados em alguns países têm de coexistir com uma preocupação constante em garantir que a componente ambiental não sai fragilizada nesse percurso.

    Não tem sido fácil garantir um compromisso de equilíbrio entre a necessidade de satisfazer esse crescimento e garantir a sustentabilidade das gerações futuras. Reduzir, reciclar e reutilizar são termos que já induziram a boas práticas ambientais em muitos lares, tendo-se estendido para fluxos com o dos REEE (Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos).

    Vivemos numa época dependente da tecnologia e, se por um lado, adquirimos cada vez mais equipamentos eléctricos e electrónicos, por outro o tempo de vida útil destes é inferior ao verificado nas últimas décadas. Se no passado as soluções para o reencaminhamento e reciclagem de equipamentos eléctricos e electrónicos pareciam distantes, actualmente já não há desculpa para que cada um de nós não possa dar um fim ambientalmente correcto aos “monos” que tem em casa.

    O tratamento deste tipo de resíduos assume uma especial importância se atendermos aos componentes de alguns equipamentos – como o ferro, o mercúrio, o cádmio – que quando em contacto com a natureza podem contaminar, de forma irreversível, lençóis freáticos, ameaçando o ambiente e a saúde pública.

    Por outro lado, coloca-se a questão do consumo mais racional e sustentável das matérias-primas, algumas das quais já escassas e/ou finitas. É importante que os novos equipamentos integrem materiais de baixo impacto ambiental, privilegiando o recurso a materiais reciclados, a produção de materiais cujas peças possam ser trocadas e a utilização de processos de fabrico energeticamente eficientes.

    Atendendo ao crescente número de locais à disposição dos consumidores para a correcta deposição dos equipamentos em fim de vida, não há desculpa para que cada um de nós não comece a separar os resíduos e a participar no processo de dar nova vida ao “velho” através da reciclagem e valorização. Só em Lisboa, os cidadãos têm à disposição um total de 12 locais de recepção de resíduos de equipamentos electrónicos e electrónicos (REEE), cuja distribuição tem vindo a ser alargada pela Amb3E, entidade responsável pela gestão deste tipo de resíduos.

    Nesse sentido, a Amb3E, a Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa E-Nova uniram-se numa parceria que vai permitir a criação de 14 novos locais em espaços camarários. Procure o Ponto Electrão num espaço comercial ou posto de abastecimento perto de si e liberte-se dos seus “monos” - rádios, torradeiras, computadores, varinhas mágicas, entre muitos outros equipamentos eléctricos e electrónicos obsoletos – e ainda lâmpadas (à excepção das incandescentes)  - e faça parte de um “admirável mundo novo”.
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    publicado por Amb3E às 15:32
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    Segunda Circular vai ter ponte pedonal e ciclável

    Aí está uma grande notícia para a cidade de Lisboa, sobretudo para quem gosta de andar a pé ou de bicicleta. Hoje vai ser lançado um concurso internacional de arquitectura para a construção de uma ponte pedonal e ciclável sobre a Segunda Circular, que permitirá ligar as zonas das Torres de Lisboa e de Telheiras.

    A iniciativa foi anunciada durante uma conferência de imprensa para revelar a programação geral da Bienal ExperimentaDesign 09, que vai realizar 71 eventos em 11 espaços da capital, entre 9 de Setembro e 8 de Novembro.

    Segundo explicou a Agência Lusa, a ponte será patrocinada pela Galp Energia, empresa que irá também disponibilizar 40 bicicletas para que o público pedale para se deslocar aos 11 espaços onde decorrerão os eventos da ExperimentaDesign.

    O concurso chama-se “Pontes para um futuro mais positivo” e o desafio lançado aos arquitectos será o de criar projectos que incorporem soluções de eficiência energética e sustentabilidade dos materiais utilizados.
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    publicado por LX Sustentável às 10:25
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    Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

    O design também pode ser sustentável

    A cidade de Lisboa – e os seus negócios – tem vindo a investir cada vez mais no design. Um dos exemplos é o Santos Design District, um projecto criado em Dezembro de 2006 e que junta estudantes, designers e comerciantes no objectivo comum de transformar o bairro de Santos num dos locais de vanguarda, em termos europeus, ao nível do design.

    Outros desses projectos é a exposição de design ecológico e artes plásticas “Remade in Portugal”, que arranca na próxima quarta-feira, 29 de Julho, no Museu da Electricidade (também na zona ribeirinha lisboeta), e que já vai para o terceiro ano em Portugal.

    Este ano, a exposição pretende chamar a atenção para a importância dos hábitos de consumo responsáveis, o impacto do desperdício na sociedade e na natureza e a criação de soluções sustentáveis para o futuro.

    A exposição decorre até 13 de Setembro e conta com a participação de artistas como Joana Vaconcelos, Rita Garizo, Nuno Cera, Ana Salazar, Maria Gambina, Alda Tomás, Carlos Aguiar, Ricardo Dourado ou João Mendes Ribeiro.

    O Remade in Portugal é um projecto que procura incentivar o desenvolvimento de produtos cuja composição integre uma percentagem de pelo menos 50% de matéria reciclada e está presente em vários países da Europa e América Latina.
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    publicado por LX Sustentável às 11:03
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    Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

    Do Barreiro a Lisboa – exportar boas acções sustentáveis

    A notícia passou despercebida aos meios de comunicação social nacionais, mas uma nota de ontem do Jornal do Barreiro explica como as pequenas metrópoles podem funcionar como catalizadores de ideias paras os grandes centros urbanos.

    Segundo aquele jornal, a Câmara Municipal do Barreiro (CMB), através do vereador do ambiente, lançou um Guia Ecológico, que distribuiu pelos seus habitantes. “É um guia [que compila] toda a informação significativa para os munícipes na área do ambiente. Fala sobre a água, os resíduos, a energia, os espaços verdes, os espaços naturais… Toda essa informação pretende ser útil naquele que pode ser o desempenho de cada um para tornar o Barreiro uma cidade mais sustentável”, explicou Bruno Vitorino.

    Paralelamente, a Divisão de Sustentabilidade Ambiental da CMB distribuiu ainda sacos reutilizáveis, para reduzir o número de sacos plásticos existentes e promover o desenvolvimento sustentável.

    Lisboa tem uma população heterogénea. Nem todos têm acesso a Internet e a outros meios de informação, como a televisão por cabo. São acções como as da CMB que, muitas vezes, ajudam a alertar todas as franjas da população para a importância da sustentabilidade e, tão importante como isso, explicar na prática o que estas podem fazer, no dia-a-dia, para contribuírem para uma cidade mais limpa, ecológica e sustentável. É que não basta apenas ter noção do que é preciso fazer, mas sobretudo faze-lo.
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    publicado por LX Sustentável às 10:51
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    Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

    As propostas para o novo PDM

    O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, apresentou esta semana as propostas de alteração ao Plano Director Municipal (PDM), revelando vários projectos que irão afectar a estrutura da cidade mas cuja aprovação – ou reprovação – apenas acontecerá no próximo mandato.

    Ainda assim, é interessante para o nosso blog conhecer os planos dos actuais governantes de Lisboa para a cidade. Segundo explicou António Costa, citado pelo Diário de Notícias, uma das prioridades do novo PDM será a expansão do eléctrico rápido – em detrimento do metropolitano – de forma a não agredir o subsolo.

    Ainda segundo o autarca, há seis projectos fundamentais para a cidade: em Alcântara, na zona da Boavista Nascente (Cais do Sodré), Avenida de Berna, Parque Mayer, Baixa Pombalina e na zona envolvente da Gare do Oriente e Parque das Nações.

    No novo PDM, “o peão será rei”, segundo Costa, sendo que o objectivo é ter uma cidade amiga do ambiente, com grande mobilidade, geradora de emprego e que consiga fixar os residentes. Alguns dos tópicos que, de resto, temos vindo a abordar no LXsustentável.

    António Costa referiu ainda a necessidade de dificultar a entrada de veículos na cidade, potenciando as ciclovias, cujos espaços urbanos estão integrados na estrutura ecológica.

    “A cidade deixou sair as empresas para a periferia e estamos a pagar caro essa opção”, concluiu António Costa, referindo que quer trazer as empresas de volta à capital portuguesa e que todos devem partilhar o planeamento de Lisboa.

    São estas boas opções para a cidade? A cidade estará preparada para receber de volta as empresas e, mais importante, dificultar a entrada a automóveis na urbe? Gostaríamos, como sempre, que deixasse o seu comentário.
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    publicado por LX Sustentável às 10:23
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