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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Plano de mobilidade urbana deixa de fora bicicletas

Depois de dois anos de discussão pública, a Comissão Europeia aprovou finalmente, no final de Setembro, o plano de mobilidade urbana, uma iniciativa com 20 medidas que irão tornar a vida na cidade mais sustentável.

 

Cidades mais verdes, que utilizam mais os transportes públicos, as caminhada a pé e as bicicletas é aquilo que a Comissão Europeia espera das cidades dos seus Estados-membro nos próximos anos.

 

Ainda assim, a Federação Europeia de Ciclistas (FEC) sentiu-se decepcionada pela elaboração do plano, que não prevê nenhuma medida específica para fomentar a bicicleta como meio de transporte urbano – apesar de, na generalidade, este ser um objectivo da Comissão Europeia.

 

Um comunicado da FEC, citado pelo site Ladyverd.com, explica que é incompreensível que o plano fale em “motivar os cidadãos para serem menos dependentes do carro”, “criar um transporte mais sustentável e competitivo na luta contra o tráfego”, “responder a problemas de saúde e ter preocupações sociais” – e, ainda que a utilização da bicicleta responda a todas estas ambições, ela não faz parte do texto.

 

Para a FEC, o plano de mobilidade urbana é a oportunidade ideal para criar, por exemplo, o posto de “gestor europeu da bicicleta”. Uma posição destas poderia ajudar a Comissão Garantia a garantir que as diferentes políticas europeias em matéria de transportes, desenvolvimento regional, meio-ambiente, saúde e segurança das estradas não ignoram as bicicletas.

 

No LXSustentável não nos cansamos de promover o debate sobre a utilização das bicicletas na cidade e alertar para os benefícios que a criação de (mais) ciclovias trará à mobilidade urbana.

 

Uma das principais conclusões do plano refere que são as autoridades regionais e locais que deverão, em parceria com instituições, escolas e empresas, estabelecer e monitorizar as políticas de mobilidade. Uma ideia que, de resto, defendemos aqui e que é a génese de todo o nosso projecto.

publicado por LX Sustentável às 15:35
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