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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Por que será impossível um acordo em Copenhaga

O Jornal de Negócios avançou ontem à noite com uma notícia que revela bem como será difícil haver um acordo em Copenhaga.

 

Como já dissemos aqui, os Estados Unidos são um dos principais barómetros da conferência. Assim, e segundo noticiou o Jornal de Negócios, vários políticos norte-americanos, opositores de Barack Obama, estarão já a caminho de Copenhaga, para manifestarem a sua oposição a um possível pacto internacional contra o aquecimento global.

 

“Não vou ser um bajulador que diz que as alterações climáticas são o maior problema que o mundo enfrenta”, afirmou o político norte-americano Joe Barton, membro do Comité de Energia e Comércio da Casa dos Representantes.

 

“A última coisa que a América precisa é de uma legislação que aumente as taxas e faça mal ao emprego”, referiu por sua vez Sarah Palin, ex-candidata à vice-presidência dos Estados Unidos. “As políticas que estão em análise não vão mudar o tempo que faz mas vão mudar a nossa economia e para pior”.

 

Como sabemos, há vários países que estão renitentes em aceitar uma redução das emissões de gases causadores do efeito de estufa, sendo que, para a maior parte deles, terá que vir da terra do Tio Sam um forte compromisso para se chegar a um acordo.

 

Há ainda o senador do Oklahoma, James Inhoffe, que se tornou famoso por dizer que o aquecimento global era uma “hoax” (um mito) e que também já disse que estará presente em Copenhaga.

 

“A América perdeu muito da sua credibilidade quando o vice-presidente Al Gore foi a Quioto prometer que o país ia participar no acordo internacional, quando ele sabia que isso nunca ia ser aprovado pelo Congresso”, exclamou também ontem James Sensenbrenner.

 

Com ainda mais este revés, será cada vez mais difícil um acordo em Copenhaga.

publicado por LX Sustentável às 11:16
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