Artigos Facebook

Gestão sustentável de resíduos em Lisboa

arquivos

Julho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

posts recentes

Estamos aqui: lxsustentav...

O LX Sustentável mudou

Mais vale tarde do que nu...

A resposta de Pachauri

Ainda Brasília (mas agora...

Não há cidades perfeitas ...

Vamos ter uma Segunda Cir...

Planeta pode entrar em ca...

Siemens e LNEC vão avalia...

Como seriam as cidades se...

Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Emerald City, a cidade perfeita (parte 2)

Ontem iniciámos uma série de posts sobre Emerald City, tendo como base uma cidade ecológica e imaginária – criada pela CNN – mas que tem inovação reais, ou seja, desenvolvimentos sustentáveis que já existem ou estão prestes a existir em várias cidades.

 

Hoje continuamos com a nossa contagem crescente - até ao número 23.

 

3. A indústria é ecológica. Em Emerald City, a indústria terá de ser interdependente. E os produtos tóxicos utilizados por uma indústria terão, obrigatoriamente, de ser utilizados por outras indústrias vizinhas. A CNN dá como exemplo Copenhaga.

 

Assim, a água utilizada pela refinaria da capital dinamarquesa serve como “líquido refrescante” para a central eléctrica vizinha – cujas partículas desperdiçáveis também são reaproveitadas para a fábrica vizinha – de materiais de construção. Consegue ser um bocado confuso, é verdade, mas é extremamente sustentável.

 

4. O metropolitano é movido a passageiros... Sim, é verdade. A ideia tem-se falado muito nos últimos anos – aproveitar os passos dos passageiros para produzir energia – mas até agora apenas a estação de Tóquio, no Japão, a colocou em prática.

 

O chão da estação de Tóquio permite transformar tráfego pedonal em 1.400 KW por dia – utilizados dentro da própria estação. Em Emerald City, o metropolitano também terá como base este sistema. Mas conseguirá produzir bastante mais energia.

 

5. Os edifícios vão produzir mais energia do que a que gastam. Ventilação natural, isolação ou luz do sol como uma fonte de energia são excelentes formas de cortar a necessidade de um edifício por energia. “As cidades são muitas vezes seduzidas por tecnologias renováveis – e mais caras – em vez de reduzir a procura”, explica Coreina Chan, do Rocky Mountain Institute.

 

Em Emerald City, todos os edifícios serão como o National Energy Lab, no Havai, onde o design do próprio edifício permite produzir mais energia do que o que gasta. Um edifício perfeito.


 

publicado por LX Sustentável às 17:05
link do post | comentar | favorito

pesquisa

 

Categorias

todas as tags

subscrever feeds