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    Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

    O cenário dos transportes públicos em Lisboa

    José Silva Rodrigues, presidente da Carris, deu esta semana uma interessante entrevista ao Jornal de Negócios onde fala de algumas das questões essenciais à mobilidade na capital portuguesa: a intermodalidade, a promoção dos transportes públicos e as novas zonas habitadas da capital - e onde é preciso chegar.

     

    A entrevista foi resumida hoje no Menos Um Carro e gostaríamos de partir dela para, no final, deixarmos para debate algumas questões sobre a importância dos transportes públicos na sustentabilidade das cidades,  na mobilidade urbana no dia-a-dia e na qualidade de vida dos cidadãos.

     

    Assim, o presidente da Carris começa por afirmar que existe um certo preconceito, em Portugal, em utilizar o transporte público. “Em Portugal, as pessoas ainda estão muito ligadas ao automóvel e têm muito a ideia de que o transporte público colectivo é muito para aqueles que não têm a possibilidade de usar automóvel”.

     

    A questão do preconceito continuou e Silva Rodrigues explicou que, em Portugal, o transporte público, “sobretudo o autocarro, é olhado como modo de transporte daqueles que não têm alternativa”.

     

    No entanto, esta perspectiva não corresponde à verdade. “Transportamos nos autocarros todos os segmentos sociais. Os que têm poucos recursos económicos, jovens, idosos, mas também pessoas que têm recursos e alternativas”, continuou.

     

    A parte mais interessante da conversa, para nós, teve como pano de fundo a questão da novas zonas lisboetas – onde o transporte público ainda não chega.

     

    Começando por referir que “há sempre muito por fazer”, Silva Rodrigues diz que já foram concretizas duas fases da renovação da rede da Carris, sendo que começará “a terceira parte”, que pretende “tornar a rede mais ajustada ao que foram, entretanto, as modificações da cidade”.

     

    “Lisboa é muito consolidada, mas apesar de tudo há algumas áreas novas, como a alta da cidade ou a zona oriental. Tivemos alterações importante no emprego da zona metropolitana. Infelizmente, durante vários anos Lisboa perdeu população. A área metropolitana cresceu, mas a cidade diminuiu, quer em população quer em emprego”, explica o presidente da Carris.

     

    Esta análise de Silva Rodrigues está correcta. As recentes mudanças da cidade, as novas áreas para onde esta se expandiu e a saída de bastante da sua população para as zonas limítrofes colocou novos desafios à histórica empresa de transportes – e ao metro/CP, etc.

     

    O importante, para Silva Rodrigues, é entender como as pessoas “se deslocam do ponto A para o ponto B, independentemente da forma como o fazem”. E isso tem “que ser rápido, com conforto de forma económica”.

     

    A questão da intermodalidade veio logo o seguir. “O que fizemos foi reformular e reajustar a nossa rede numa lógica de reforço de complementaridade com o metropolitano”, continuou.

     

    “Temos dados passos concretos no sentido da intermodalidade. No entanto, do ponto de vista do serviço ainda falta fazer muitas coisas. Falta melhorar os aspectos da oferta de cada serviço”, revelou.

     

    E, para rematar, afirmou ainda que as pessoas estão mais exigentes e que querem um serviço porta-a-porta. “As outras cidades também foram assumindo medidas na regulação que facilitaram esta integração. Não é muito fácil, porque naturalmente cada operador tem a tentação de ver o mercado pelo seu olhar. Por exemplo, quando fazemos a ligação à linha do metro estamos de certa maneira a empurrar os nossos clientes para usarem o metro numa parte do percurso”, concluiu.

     

    E o leitor, que opinião tem da intermodalidade dos operadores de transportes públicos em Lisboa? E, mais importante, que sugestões daria para que Lisboa pudesse estar ao nível de outras cidades europeias e mundiais na questão da mobilidade sustentável?

    publicado por LX Sustentável às 14:52
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