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Gestão sustentável de resíduos em Lisboa

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Quarta-feira, 3 de Março de 2010

EPAL investe 30 milhões em nova estação de tratamento

A EPAL (Empresa Portuguesa das Águas de Lisboa) anunciou ontem que irá investir mais de 30 milhões de euros na Estação de Tratamento de águas de Vale da Pedra – no Sistema Tejo – a segunda mais importante no fornecimento de água daquela empresa.

 

Segundo a Agência Lusa, o objectivo da EPAL é renovar a infra-estruturas em meados do ano e implementar um “sistema de ultrafiltragem por membranas, pioneiro em Portugal”.

 

A Estação de Vale da Pedra, que abastece a Área Metropolitana de Lisboa, foi construída nos anos 40 e é responsável pelo tratamento de águas para consumo humano que são captadas em Valada, junto ao Rio Tejo, tratando mais de 220 mil metros cúbicos por dia.

 

Paralelamente, haverá ainda a modernização do laboratório central de verificação e controlo de água – nos Olivais – o que levará a um investimento de outros 14 milhões de euros.

 

A rede de distribuição da empresa desenvolve-se ao longo de mais de 2.100 quilómetros, desde a albufeira de Castelo de Bode, no Ribatejo, até à cidade de Lisboa. Esta rede é suportada por um conjunto de infra-estruturas que engloba 14 reservatórios, nove estações elevatórias, 60 grupos electro-bomba, quatro postos de cloragem e 93 mil ramais de ligação aos prédios.

 

Esta notícia leva-nos a este post, que publicámos há quatro meses e que citava o estudo do Economist sobre a sustentabilidade em 30 cidades europeias.

 

Assim, e em relação à gestão da água, Lisboa apenas conseguiu o 24º lugar – em 30 possíveis – um resultado abaixo da média e que se deveu à grande quantidade de perdas de água da capital portuguesa – na ordem dos 46% - devido a rupturas no sistema de abastecimento.


O estudo revelava ainda que os lisboetas consumiam 87 metros cúbicos per capital de água, mas os aspectos qualitativos da gestão da água não se revelavam tão bons.

 

“A cidade trata a maioria das suas águas residuais, mas cerca de 21 milhões de metros cúbicos de esgoto, originados por cerca de 100 mil habitantes, não eram tratados em 2004”, revelava então o estudo, que criticava também a “política quase inexistente de eficiência em relação à agua”.


“O preço da água também é baixo, o que encoraja o seu uso ineficiente”, concluía o Economist. 
 
 

publicado por LX Sustentável às 11:23
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