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Quinta-feira, 4 de Março de 2010

Ainda o ranking de transportes públicos: notas soltas

 

Bastante pertinentes os comentários do nosso leitor Luís a este post. De facto, é estranho ver cidades como Madrid ou Londres atrás de Lisboa num ranking de transportes públicos. Será apenas pelo custo do trajecto?

 

Analisando mais uma vez o ranking, podemos perceber que, no caso de Londres, a questão do custo dos bilhetes estará bastante relacionada com a sua má posição: 20º lugar em 23 possíveis.

 

A capital britânica obtém 44% nesta categoria, claramente a pior nota de todas. Para se ter uma ideia, esta é a segunda pior nota atribuída em todas as categorias de todas as cidades (a pior é Zagreb, com 43,85% em Acessibilidades) e, no caso específico de custo de trajecto, a segunda cidade mais cara, Oslo, consegue 53,63% nesta categoria.

 

Mas em Madrid, por exemplo, o custo dos transportes não difere muito de Lisboa. E como a capital espanhola tem uma melhor pontuação em Tempo de Percurso, apenas perde para Lisboa nas categorias Informações e Acessibilidades. Esta é a diferença.

 

Aliás, e comparando todas as cidades avaliadas, nota-se que as áreas metropolitanas onde o custo do trajecto é muito barato, como Praga, na República Checa, ou Roma, na Itália, conseguem melhores posições que as restantes, com preços menos moderados ou até caros. Isto apesar de – e pegando apenas nestes dois casos – as cidades até nem apresentem grandes resultados nas outras categorias.

 

Voltando a Londres, a cidade destaca-se pelos bons resultados em Acessibilidades e Informação. Em Tempo de Percurso, a capital britânica apenas obtém 67,78%, um resultado que acaba por ser injusto – é reconhecida a excelência do transporte público londrino – porque estamos a comparar (ainda assim pequenas) cidades de 100, 200 ou 500 mil habitantes com enormes metrópoles com Londres, onde se estima que vivam sete e oito milhões de pessoas, num espaço físico incomparável com o das restantes 22 cidades.

 

Só assim, na nossa opinião, se explica este facto. O que não invalida, porém, que o estudo seja uma relevante ferramenta para podermos perceber o estado nos nossos transportes públicos – hoje -, compará-los com os europeus e tentar, assim, melhorá-los.

Concorda com este análise? A sua opinião é muito importante para nós. Até já. 

publicado por LX Sustentável às 12:02
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