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Gestão sustentável de resíduos em Lisboa

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Quarta-feira, 10 de Março de 2010

Lisboa é a 40ª cidade mais cara para escritórios

Lisboa manteve o 40º lugar no ranking da Cushman & Wakefield (C&W) dos escritórios mais caros do mundo. Segundo o jornal Oje, a capital portuguesa teve uma quebra ligeira na renda prime, que no final do ano se situou nos 19 euros/m2/mês.

 

Sem surpresa, o ano que passou foi difícil para o sector, tendo-se registado uma quebra na procura acima dos 50%, sendo no entanto importante de notar o valor “excepcionalmente elevado atingido em 2008”.

 

A taxa de desocupação manteve-se abaixo dos 9% e em 2010 o volume da procura poderá recuperar ligeiramente em relação a 2009. “As expectativas para a evolução das rendas são de manutenção, ainda que em parte suportadas por uma maior propensão à concessão de incentivos por parte dos proprietários”, explicou ao Oje o partner e director do departamento de escritórios da C&W, Carlos Oliveira.

 

Voltando ao ranking, a cidade de Tóquio, no Japão (1.441 euros/m2/ano), regressou ao primeiro lugar das localizações de escritórios mais caras do mundo em 2010, ultrapassando Hong Kong (1.207 euros/m2/ano), que agora está na terceira posição.

 

O segundo lugar pertence a Londres (1.220 euros/m2/ano), no Reino Unido, o quatro ao Dubai (899 euros/m2/ano) e o quinto a Bombaim, na Índia (809 euros/m2/ano).

 

Completam o top ten as cidades de Nova Iorque, nos EUA (786 euros/m2/ano), Moscovo, na Rússia (768 euros/m2/ano), Paris, na França (765 euros/m2/ano), Milão, na Itália (667 euros/m2/ano) e Zurique, na Suíça (660 euros/m2/ano).

 

Doha, no Qatar (12º lugar), Manama, no Bahrein (22º), Riade, na Arábia Saudita (41º) Cairo, no Egipto (45º), Santiago, no Chile (51º), Lima, no Peru (62º) e Quito, no Equador (63º), são as novidades do ranking.

 

Já aqui referimos vezes sem conta a importância que o sector empresarial tem na sustentabilidade (num termo mais lato) de uma cidade, por isso não poderiamos deixar "escapar" esta análise da C&W. Nem que esta funcione apenas como factor de comparação com outras cidades, outros níveis de vida e estados (mais adiantados ou mais atrasados) de sustentabilidade.

 

publicado por LX Sustentável às 18:01
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