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Quarta-feira, 17 de Março de 2010

Estratégia Nacional para Energia: boa ou nem por isso?

Foi ontem apresentado pelo Governo, em Lisboa, o novo plano de estratégia energética 2010-2020, um projecto que prevê o investimento de 80 mil milhões de euros em energias renováveis – um valor que resulta de uma combinação de investimento privado e apoios públicos (a parcela de investimento do Estado ficará nos 31 mil milhões de euros).

 

Assim, o plano prevê a construção de grandes hídricas prevista no Plano Nacional de Barragens – são as acções consideradas mais urgentes da estratégia – e o objecto é ir ao encontro dos 8600 MW de potência hídrica previstos no Plano Novas Energias, designado também por RE.NEW.ABLE.

 

Constam também do novo plano as restantes metas do mix energético, como aumentar em dez vezes a potência de energia solar instalada, passando de 150 para 1500 MW.

 

O terceiro pilar do plano passa pela energia eólica, que tem como meta atingir os 2500 MW de potência em 2020. Segundo o compromisso português junto da União Europeia, em 2020 cerca de 60% da electricidade produzida em território nacional deve ter origem em fontes renováveis.

 

De acordo com o Governo, o novo plano energético é também ambicioso ao nível económico. Assim, o ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, Vieira da Silva, assegurou que esta estratégia irá permitir uma redução de ¼ do défice externo de bens e serviços energéticos.

 

Este corte representará uma redução de importações de 2.000 milhões de euros num período de 10 anos. E também uma redução de 60 milhões de barris de petróleo consumidos por ano… Nada mau.

 

Finalmente, o plano prevê também a criação de 121 mil postos de trabalho até 2020, todos relacionados com as áreas da energia, das renováveis e da eficiência.

 

De fora fica o nuclear. De acordo com o Governo, esta alternativa verde [eólica, hídrica e solar] é “equivalente a uma solução nuclear”. Concorda com esta estratégia/visão do Governo? Estamos abertos aos vossos comentários.

publicado por LX Sustentável às 16:44
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