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Gestão sustentável de resíduos em Lisboa

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Lisboetas com mais soluções para reencaminharem os seus equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida

Actualmente já não existem dúvidas de que o desenvolvimento económico e o crescimento populacional verificados em alguns países têm de coexistir com uma preocupação constante em garantir que a componente ambiental não sai fragilizada nesse percurso.

Não tem sido fácil garantir um compromisso de equilíbrio entre a necessidade de satisfazer esse crescimento e garantir a sustentabilidade das gerações futuras. Reduzir, reciclar e reutilizar são termos que já induziram a boas práticas ambientais em muitos lares, tendo-se estendido para fluxos com o dos REEE (Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos).

Vivemos numa época dependente da tecnologia e, se por um lado, adquirimos cada vez mais equipamentos eléctricos e electrónicos, por outro o tempo de vida útil destes é inferior ao verificado nas últimas décadas. Se no passado as soluções para o reencaminhamento e reciclagem de equipamentos eléctricos e electrónicos pareciam distantes, actualmente já não há desculpa para que cada um de nós não possa dar um fim ambientalmente correcto aos “monos” que tem em casa.

O tratamento deste tipo de resíduos assume uma especial importância se atendermos aos componentes de alguns equipamentos – como o ferro, o mercúrio, o cádmio – que quando em contacto com a natureza podem contaminar, de forma irreversível, lençóis freáticos, ameaçando o ambiente e a saúde pública.

Por outro lado, coloca-se a questão do consumo mais racional e sustentável das matérias-primas, algumas das quais já escassas e/ou finitas. É importante que os novos equipamentos integrem materiais de baixo impacto ambiental, privilegiando o recurso a materiais reciclados, a produção de materiais cujas peças possam ser trocadas e a utilização de processos de fabrico energeticamente eficientes.

Atendendo ao crescente número de locais à disposição dos consumidores para a correcta deposição dos equipamentos em fim de vida, não há desculpa para que cada um de nós não comece a separar os resíduos e a participar no processo de dar nova vida ao “velho” através da reciclagem e valorização. Só em Lisboa, os cidadãos têm à disposição um total de 12 locais de recepção de resíduos de equipamentos electrónicos e electrónicos (REEE), cuja distribuição tem vindo a ser alargada pela Amb3E, entidade responsável pela gestão deste tipo de resíduos.

Nesse sentido, a Amb3E, a Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa E-Nova uniram-se numa parceria que vai permitir a criação de 14 novos locais em espaços camarários. Procure o Ponto Electrão num espaço comercial ou posto de abastecimento perto de si e liberte-se dos seus “monos” - rádios, torradeiras, computadores, varinhas mágicas, entre muitos outros equipamentos eléctricos e electrónicos obsoletos – e ainda lâmpadas (à excepção das incandescentes)  - e faça parte de um “admirável mundo novo”.
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publicado por Amb3E às 15:32
link do post | favorito
De rossballabio a 1 de Agosto de 2009 às 12:43
onde posso encontrar uma lista destes espaços?
obrigada
Ross
De CE a 4 de Agosto de 2009 às 10:25
Pode encontrar a listagem de todos os locais de recepção de REEE (incluindo os Pontos Electrão), respectivas localizações e horários de funcionamento no site da Amb3E - www.amb3e.pt - ou através da linha verde 800 262 333.
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